Sabe quando a gente está morrendo de saudade de alguém e encontra, e não resiste, e corre para o encontro, e dá aquele abraço de urso?!
Pois é… Essa fui eu ontem, depois de 21 dias sem ver a minha filha. Estava roxa de saudades. Quase não tinha falado com ela durante esses dias, mal tinha ouvido a voz umas duas ou três vezes, e mesmo assim, distorcida pela rouquidão da garganta e do cansaço.
Abracei, agarrei, apertei, cheirei, mordi, belisquei… kkkk. Tudo o que uma mãe super, hiper, mega, baster, coruja faz. E quem quiser que diga que foi “mico”! Por mim, pode ter sido o maior “King Kong”, nem me importo!
O que importa mesmo é o gosto do abraço de urso em quem se gosta!
Bjs
Nanda
Quando nascem os nossos filhos pensamos que eles serão nossos pequenos por toda a vida. Mas, de repente, somos surpreendidos por adultos em nossa casa e tomamos aquele susto!!!
Não vai existir uma fórmula correta sobre como educar corretamente um filho. Vários fatores interferem nessa equação como, por exemplo: a personalidade de cada filho, a cultura do local onde se vive, a linha de pensamento dos pais,etc.
Os filhos crescem e já se acham grandinhos demais para se aninhar no colo dos pais. Se esquecem que somos nós os mais preparados para acalentá-los nos momentos que necessitam de carinho e apoio.
Minha avó era mesmo uma sábia. Ela costumava dizer que quanto mais os filhos cresciam, mais trabalho eles davam. E eu não entendia isso muito bem pois achava que a liberdade de poder me livrar das fraldas e mamadeiras já seria o melhor dos mundos.
Quem já entrou em um quartos adolescente sabe bem a “zona” que é! Eles não se incomodam nem um pouco com a bagunça e possuem um estilo próprio de decoração.
Ainda lembro da minha época de escola e das gincanas. Eu me doava de corpo e alma para que todas as tarefas fossem cumpridas e a minha equipe fosse a ganhadora.
É claro que sei que não existe uma fórmula certa para educar os filhos. Até mesmo porque cada filho é diferente do outro e as atitudes que funcionam com um podem não funcionar com o outro.
Graças a Deus eu já passei da fase de carregar tralhas e mais tralhas de crianças. A época das fraldas e mamadeiras já se foi faz tempo e isso traz uma sensação de liberdade. Também não preciso colocar ninguém para dormir, nem me preocupar se estão com fome, cansadas ou com frio. Agora eu me preocupo somente comigo!
O que mais vejo por aí são mães sofrendo por seus filhos estarem crescendo e se tornando independentes. Esse momento de transição não é bem aceito pela grande maioria das genitoras.