Tag Archives: trabalho

Quanto vale o meu trabalho?

21 mar

Estou acostumada a trabalhar com os mais diversos tipos de pessoas e sempre ouço algumas reclamações quanto aos salários que recebem, ou a quantidade de horas que trabalham ou por se sentirem desvalorizados. E sempre gosto de refletir sobre o assunto.

Será que essas pessoas realmente sabem quanto vale o trabalho delas? Quando eu começo a analisar vejo muitas reclamações sem sentido… Encontro gente que acha que trabalha demais e nem sempre cumpre as quarenta e quatro horas semanais, ao menos. Vejo gente querendo aumento salarial e que não procura se aperfeiçoar na função, nem se dedicar a fazer um serviço melhor. Acha que fazendo sempre o mais do mesmo está mais do que bom.

Vejo gente que acha que o patrão é um bicho papão só porque ele é exigente na qualidade do serviço e na pontualidade do mesmo. Mas, se ele está pagando por isso, ele deve receber o trabalho bem feito, não acham?

Vejo empregados achando que podem faltar ao trabalho sem nenhuma explicação, que podem ficar ao celular todo o tempo e podem fingir que cumprem as obrigações pois ninguém irá notar. E ainda reclamam que são mal remunerados!!!!

Vejo muita falta de bom senso!

Bjs

Nanda

A semana foi assim…

15 mar

A minha semana foi assim…

Bjs

Nanda

E o trabalho?

17 jan

Começo de ano é sempre em ritmo lento, nada se resolve, as coisas não fluem, principalmente aqui na Bahia. Todos aguardam passar o Carnaval para pisar no acelerador.

Já me acostumei a isso e prefiro dar um pique no mês de dezembro para deixar tudo pronto. Gosto de aproveitar o mês de janeiro para colocar os pés para cima e não fazer nadinha.

Então, me deixem quietinha, descansando, relaxando e planejando o ano que vem pela frente!

Bjs

Nanda

Horário de trabalho

26 dez

Eu já vi muita gente reclamando do horário de trabalho que leva. Não gostam quando trabalham até mais tarde ou quando precisam trabalhar em um feriado ou domingo. Só que eu acho que essas pessoas precisam abrir os olhos para o mundo.

Nos dias de hoje, as coisas acontecem de forma dinâmica e, não conheço nenhuma profissão que tenha um horário regular e comercial de trabalho. Nem mesmo os bancários têm mais essas regalias.

Quando analisamos as diversas categorias observamos que há muito tempo os comerciários não têm domingos, feriados e noites. Vários consultórios médicos mantém seus expedientes até a madrugada. Industriários trabalham em regime de turno e, nem a classe operária da construção civil escapa das horas extras e pressões para conclusão de etapas.

Portanto, eu acredito que é muito melhor ter flexibilidade nos horários do que ser mais um na fila dos desempregados do país.

Bjs

Nanda

Será sorte?

14 nov
Tem gente que olha para a vida do outro e diz: “Como ele tem sorte?”
Já ouvi esse tipo de comentário inúmeras vezes. Normalmente, são comentários relacionados ao estilo de vida da pessoa, como ela vive, os bens que ela possui, o carro que ela dirige e as viagens que ela faz.
Mas, será que tudo que essas pessoas conseguem é pura sorte????
Ninguém acompanha os tantos anos de estudo dedicados ao aprendizado da profissão. Ou as tantas horas diárias trabalhadas para produzir o que se deseja.
Quem imagina que a qualidade de vida de uma pessoa depende de sorte está muito enganado. Sem dedicação e muito trabalho não se alcança o sucesso. 
Bjs
Nanda

Origem do dia do trabalho

1 maio

Dizem por aí que a origem do dia do trabalho foi assim:

“Até meados do século XIX, os trabalhadores jamais pensaram em exigir seus direitos trabalhistas para seus patrões, apenas trabalhavam.

Mas, a partir de 1886, aconteceu uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago, para reivindicar a redução da jornada de trabalho (de 13 horas para 8 horas diárias), e nesse mesmo dia teve início uma greve geral nos Estados Unidos.

Os conflitos estadunidenses ficaram conhecidos como Revolta de Haymarket.

Três anos após as manifestações nos Estados Unidos (20 de junho de 1889, precisamente), foi convocado em Paris uma manifestação anual para reivindicação das horas de trabalho e foi programada para o dia 1º de Maio, como homenagem as lutas sindicais em Chicago.

No dia 23 de abril de 1919, o Senado francês ratificou as 8 horas de trabalho e proclamou o dia 1º de maio como feriado. Após alguns anos, outros países também seguiram o exemplo da França e decretaram o dia 1º de maio como feriado nacional dedicado aos trabalhadores.

Nos Estados Unidos e Canadá, o Dia do Trabalho é conhecido como Labour Day e é celebrado na primeira segunda-feira do mês de setembro.

No Brasil, o Dia do Trabalhador só foi reconhecido a partir de 1925, através de um decreto assinado pelo então presidente Artur Bernardes.

A criação da CLT (Consolidação das Leis de Trabalho) foi instituída através do Decreto-Lei nº 5.452, em 1º de Maio de 1943, pelo então presidente Getúlio Vargas. Durante o governo Vargas realizavam-se grandes manifestações que incluíam música, desfiles e normalmente o anúncio de alguma nova lei trabalhista. Até hoje, alguns governos seguem a tradição e comunicam o aumento do salário mínimo nesta data.

O dia é comemorado com manifestações convocadas pelas principais centrais sindicais do Brasil para revindicar melhores condições de trabalho.

Na antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas e em países de orientação socialista, o 1º de Maio era a festa mais celebrada do calendário civil. Realizavam-se desfiles e feiras industriais onde o trabalhador era o protagonista.”

Texto retirado do site https://www.calendarr.com/brasil/dia-do-trabalho/

Espero que tenham gostado!

Bjs

Nanda

A triste geração que virou escrava da própria carreira

15 set

Por Revista Pazes – maio 20,2016, Por RUTH MANUS

“E a juventude vai escoando entre os dedos.

Era uma vez uma geração que se achava muito livre.

Tinha pena dos avós, que casaram cedo e nunca viajaram para a Europa.

Tinha pena dos pais, que tiveram que camelar em empreguinhos ingratos e suar muitas camisas para pagar o aluguel, a escola e as viagens em família para pousadas no interior.

Tinha pena de todos os que não falavam inglês fluentemente.

Era uma vez uma geração que crescia quase bilíngue. Depois vinham noções de francês, italiano, espanhol, alemão, mandarim.

Frequentou as melhores escolas.

Entrou nas melhores faculdades.

Passou no processo seletivo dos melhores estágios.

Foram efetivados. Ficaram orgulhosos, com razão.

E veio pós, especialização, mestrado, MBA. Os diplomas foram subindo pelas paredes.

Era uma vez uma geração que aos 20 ganhava o que não precisava. Aos 25 ganhava o que os pais ganharam aos 45. Aos 30 ganhava o que os pais ganharam na vida toda. Aos 35 ganhava o que os pais nunca sonharam ganhar.

Ninguém podia os deter. A experiência crescia diariamente, a carreira era meteórica, a conta bancária estava cada dia mais bonita.

O problema era que o auge estava cada vez mais longe. A meta estava cada vez mais distante. Algo como o burro que persegue a cenoura ou o cão que corre atrás do próprio rabo.

O problema era uma nebulosa na qual já não se podia distinguir o que era meta, o que era sonho, o que era gana, o que era ambição, o que era ganância, o que necessário e o que era vício.

O dinheiro que estava na conta dava para muitas viagens. Dava para visitar aquele amigo querido que estava em Barcelona. Dava para realizar o sonho de conhecer a Tailândia. Dava para voar bem alto.

Mas, sabe como é, né? Prioridades. Acabavam sempre ficando ao invés de sempre ir.

Essa geração tentava se convencer de que podia comprar saúde em caixinhas. Chegava a acreditar que uma hora de corrida podia mesmo compensar todo o dano que fazia diariamente ao próprio corpo.

Aos 20: ibuprofeno. Aos 25: omeprazol. Aos 30: rivotril. Aos 35: stent.

Uma estranha geração que tomava café para ficar acordada e comprimidos para dormir.

Oscilavam entre o sim e o não. Você dá conta? Sim. Cumpre o prazo? Sim. Chega mais cedo? Sim. Sai mais tarde? Sim. Quer se destacar na equipe? Sim.

Mas para a vida, costumava ser não:

Aos 20 eles não conseguiram estudar para as provas da faculdade porque o estágio demandava muito.

Aos 25 eles não foram morar fora porque havia uma perspectiva muito boa de promoção na empresa.

Aos 30 eles não foram no aniversário de um velho amigo porque ficaram até as 2 da manhã no escritório.

Aos 35 eles não viram o filho andar pela primeira vez. Quando chegavam, ele já tinha dormido, quando saíam ele não tinha acordado.

Às vezes, choravam no carro e, descuidadamente começavam a se perguntar se a vida dos pais e dos avós tinha sido mesmo tão ruim como parecia.

Por um instante, chegavam a pensar que talvez uma casinha pequena, um carro popular dividido entre o casal e férias em um hotel fazenda pudessem fazer algum sentido.

Mas não dava mais tempo. Já eram escravos do câmbio automático, do vinho francês, dos resorts, das imagens, das expectativas da empresa, dos olhares curiosos dos “amigos”.

Era uma vez uma geração que se achava muito livre. Afinal tinha conhecimento, tinha poder, tinha os melhores cargos, tinha dinheiro.

Só não tinha controle do próprio tempo.

Só não via que os dias estavam passando.

Só não percebia que a juventude estava escoando entre os dedos e que os bônus do final do ano não comprariam os anos de volta.”

Bjs

Nanda

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