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Tempos de escola

10 fev

Quanto mais o tempo passa mais eu tenho a certeza que os tempos de escola são os melhores das nossas vidas. São nesses tempos que fazemos grandes amigos que vamos carregar por toda a nossa vida.

O tempo passou, e como passou… E a cada reencontro é como se nada tivesse mudado. É como se tivéssemos congelado o tempo. O sentimento é o mesmo, a amizade é a mesma, as mesmas brincadeiras da época de escola. Nada nos faz lembrar que já somos mães, profissionais e esposas e que temos milhões de responsabilidades cotidianas.

O convívio com esses amigos é saudável, alegre, rejuvenescedor é inesquecível! Amo estar com vocês!

Bjs

Nanda

O peso do terceiro

4 fev

Quando eu estava no ensino médio, me preparando para o vestibular, li o texto que um amigo escreveu e resolvi guardar para mostrar às minhas filhas quando chegasse o momento delas. E este momento chegou…

Esse é um texto que todos os jovens do ensino médio deveriam ler. Boa sorte!

“ Alguém disse certa vez que um vestibulando se assemelha bastante a um presidiário, encerrado dentro de si mesmo, preso por suas expectativas e pelas cobranças da sociedade. Contudo ao se analisar mais profundamente a questão, conclui-se que é durante o terceiro ano que o indivíduo trava o primeiro contato com a realidade que o cerca, se posicionando diante dela, começando a aprender a ser livre; não daquela maneira simples e irresponsável com a qual estávamos acostumados, mas sim algo maior, mais consciente, mais nobre.

Por ser um ano decisivo e definitivo, o terceiro ano traz consigo uma carga emocional muito grande e é a partir dela que se caracteriza o vestibulando. Este indivíduo é geralmente (ou se comporta como) neurótico, sendo capaz de em poucos minutos passar de uma efusiva alegria ao mais completo estado de desânimo e vice-versa, bastando para isso constatar se a resposta do exercício de matemática está certa ou não.

Durante o terceiro ano, o aluno é submetido a três tipos básicos de estado de espírito, são eles: 1) de abril a maio; à disposição é a tônica do período, não se medem sacrifícios, quanto mais assuntos para estudar melhor, nada parece ser suficientemente forte para cansar ou desanimar o aluno, sua fé no ingresso na faculdade é inabalável. É o melhor momento para que o professor conte piadas ou encerre a aula mais cedo. Se por acaso o mestre faltar ao trabalho é ovacionado com entusiasmo e recebe honra de chefe de estado; 2) de julho a setembro: aparecem os primeiros sinais de cansaço, ir para aula é um sacrifício insuportável, a preguiça já domina o aluno e com ela o desejo de que o vestibular comece logo. São comuns os comentários do tipo: “… perdendo ou passando que venha e acabe com essa chatice de estudar todo dia”; em outubro não há tempo propício para se pensar em qualquer coisa; 3) de novembro a dezembro: aparece o medo. Da fé e da auto-confiança do início do ano não se percebem nem vestígios, cada minuto da aula torna-se precioso. Os alunos que, durante o ano, não estudaram arrependem-se, deixam de frequentar as aulas e passam a estudar em casa em tempo integral (inclusive à noite). Na sala, ninguém se atreve a conversar, as brincadeiras do início do ano são banidas, afinal interrupções atrapalhariam a aula, o programa poderia atrasar, não daria tempo de estudar tudo para o vestibular e isso é pior do que a morte para um vestibulando. É recomendável aos professores que evitem encerrar as aulas mais cedo ou pior, que faltem ao trabalho, sob pena de serem “processados”, proliferam comentários do tipo: “… se eu perder eu juro que mato este infeliz!” A partir deste estágio, a neurose atinge o grau máximo e os “bate-papos” só giram em torno do seguinte: “ontem só consegui estudar até às 2 da madrugada, se eu não deixar de ser preguiçoso vou terminar perdendo o vestibular!”, um outro sugere: “… tem gente (ele próprio já o fez, mas um vestibulando que se preza nunca assume a sua neurose) que toma café com coca-cola e fica acordado a noite inteira, dizem que é até gostoso!” Criam-se ditados que são encarados como verdades absolutas, tais como:”o melhor dia para se estudar é um domingo de manhã ensolarada, pois os concorrentes estão na praia”, ou pior:”a melhor maneira de se decorar uma apostila de história é lê-la em voz alta em um ônibus lotado, chamando a atenção do maior número de pessoas possível, pois a única solução para não morrer de vergonha é se concentrar totalmente na leitura “.

O tempo passa e chega o grande momento. No local das provas o vestibulando se depara com uma multidão dê concorrentes, todos com o mesmo sonho e pensa: “por que minha alegria deve ser conseguida à custa da tristeza de tantos? Por que nem todos (e talvez até eu) não terão direito de concretizar seus sonhos?”, está aí a principal consequência do terceiro ano: o amadurecimento obtido através do primeiro contato efetivo com a realidade, tem-se noção da responsabilidade que recebemos, mesmo antes de saber o resultado, compreendemos a nossa missão e nos sentimos responsáveis e obrigados a cumprí-la.

Sérgio Oliveira (vestibulando de 1989 e aprovado na UFBA em Medicina)

Bjs

Nanda

Popularidade de adolescentes

21 nov

Se tem uma coisa que eu não entendo muito bem e não me recordo de ter vivido algo parecido em minha época é a convivência entre o grupo de “pop’s” e os “não pop’s” na escola.

Vejo muitos comentários entre eles e o quanto almejam fazerem parte do grupo mais popular do colégio. Deve ser uma sensação de status ou de massagem no ego.

Alguns adolescentes levam essas diferenças sem maiores problemas, outros se incomodam bastante mas, não se deixam influenciar; porém, alguns são totalmente influenciáveis e se deprimem por não fazer parte do grupo tão desejado.

São tão imaturos ainda e não compreendem que quando crescerem essa popularidade pouco vai importar. Que o mais importante é o conteúdo e o caráter formado.

Bjs

Nanda

Dia do professor

15 out

Parabéns a todos os professores!

Que bom que temos um dia para homenagearmos aqueles que foram tão importantes para o nosso desenvolvimento intelectual. Que bom que podemos lembrar daqueles que fizeram diferença para a nossa educação.

Nos dias de hoje, a magistratura é uma carreira tão pouco procurada devido à falta de valor que atribuímos àqueles que contribuíram tanto para o nosso conhecimento.

Desconheço alguém que tenha alcançado o sucesso sem um professor para lhe ensinar as noções básicas do conhecimento.

Tive oportunidade de ter vários professores que fizeram diferença em minha vida. Alguns ainda na pequena infância, na minha escolinha do coração, Gurilândia, como Tia Vera; outros no decorrer da minha vida no Marista, como Lourdes Dantas, Eliana, Dadá e Zé Carlos; mais alguns na minha graduação profissional, como José Esper e outros tantos que os nomes me fugiram nesse momento.

Aproveito este dia para homenagear a todos os professores e incentivá-los a não desistirem dessa carreira tão importante na vida de todos.

Bjs

Nanda

Dia do aluno Marista

15 ago

Sempre me lembro da minha época de escola. Foi um período marcante em minha vida. Momento de muitos amigos, de construção de minha personalidade, do meu caráter e da maior parte de minhas lembranças.

Hoje é comemorado o dia do aluno Marista e eu tenho orgulho de ter estudado lá, naquela escola centenária, cheia de regras a seguir, com a orientação de irmãos seguidores da ordem.

Deixo aqui os meus parabéns a todos os meus colegas Maristanos, que, assim como eu, compartilham as mesmas lembranças agradáveis de uma época que não volta mais.

Bjs

Nanda

Gincana escolar

16 maio

Ainda lembro da minha época de escola e das gincanas. Eu me doava de corpo e alma para que todas as tarefas fossem cumpridas e a minha equipe fosse a ganhadora.

Hoje, vejo minhas filhas com a mesma “pegada”! Elas se dedicam como se o mundo fosse acabar. Querem cumprir todas as tarefas independente da situação.

Já estou acostumada ao sábado, no fim da gincana, administrar a baixa imunidade das meninas. Geralmente, o fim de semana é de cama, à base de antitérmico e muito chá de limão. Sem falar no repouso fundamental para recuperar as forças perdidas.

E nem contém o segredinho que cada filha faz parte de uma equipe diferente. Por isso, sou uma mãe neutra!

Bjs

Nanda

A escola foi feita para ensinar

15 fev

Na minha visão o aluno vai para a escola aprender português, matemática, inglês, geografia, história, ciências, física, química, biologia, artes, música, educação física e até mesmo, religião, se escolhermos uma escola com uma religião específica. Lá, todo o conteúdo deve ser fornecido para que o aluno aprenda sobre cada matéria e possa desenvolver seu raciocínio lógico, seu senso crítico e escolher suas áreas de maior aptidão.

A educação e o caráter são de responsabilidade da família e não cabe à escola essa árdua tarefa. A forma como ele se comporta, cumprimenta as pessoas, come e suas reações são respostas à educação recebida em casa.

O que eu particularmente não aceito é a doutrinação por parte das escolas com relação a algum assunto específico. Não acho que seja responsabilidade de um professor direcionar os pensamentos políticos de um aluno ou fazer julgamentos sobre fatos ocorridos no passado.

Penso que as escolas precisam de mais cuidado na transferência do conhecimento e menos “mimimi”. Fatos são fatos, história é história seja ela triste, vergonhosa ou motivo de orgulho. As informações precisam ser claras, transparentes e, principalmente, imparciais. #prontofalei

Bjs

Nanda

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