A vida é feita de fases. Algumas são cheias de imaginação e nenhum compromisso, outras são cheias de preocupações e objetivos. É cada uma tem o seu encanto.
Na infância vivemos o conto de fadas. Não nos preocupamos nem com o que iremos comer.
Na adolescência temos a preocupação em estudar e decidir quem nos tornaremos no futuro. Também é a fase da inconsequência e dos erros.
Já na fase adulta o foco é no sucesso. Desde a carreira bem sucedida até a família maravilhosa. Ainda cheios de energia para aguentar uma rotina exaustiva de trabalho e uma noite animada de festas.
Agora, a maturidade nos traz as melhores escolhas. A seletividade nos permite sair apenas para o que é bom, o ócio sem culpa e a falta de filtro nas palavras, quando necessário.
A velhice vem com a sabedoria e o conhecimento mas, também, com a impaciência e o descompasso entre o corpo e a mente.
Dizem que a ansiedade é quando a pessoa vive no futuro, pensando no que vai acontecer, nas hipóteses e possibilidades. Será?
A ansiedade pode se manifestar de várias formas e em escalas diferentes. Os graus mais altos podem fazer as pessoas perderem o controle.
As pessoas podem criar tiques nervosos, roer as unhas, arrancar os cabelos, andar em círculos, gaguejar ou uma série de outros sintomas.
Mas o que fazer para controlar os sentimentos e evitar os sintomas? Respirar, fazer exercícios físicos, resolver os problemas de forma imediata, sem procrastinação e, principalmente, dormir bem.
Quem anda para trás é caranguejo. Nós, humanos, devemos andar sempre para frente mas, algumas pessoas desconhecem dessa regra.
Errar faz parte das características dos homens e mulheres e reconhecer os erros é uma dádiva. Aprender com os erros e seguir em frente é o melhor a ser feito.
Me admiro quando vejo gente girando em círculos, remoendo problemas, não se conformando com os erros, cheias de rancor e sem enxergar o futuro.
Enfim, eu continuo achando que quem anda para trás é caranguejo!
Sou uma pessoa prática e direta. Não crio confusões sem necessidade, não deixo a minha imaginação viajar na maionese, nem sou dessas cheias de mimimi.
Diferente de mim, existem pessoas que deixam a emoção tomar conta da razão, que criam situações complicadas onde não existe complicação. Ou seja, ficam procurando pelo em ovo e agulha no palheiro.
A vida é tão curta e, por isso, não acredito em problemas que não existem, em tretas desnecessárias, em mau humor desnecessário. Prefiro a paz, a tranquilidade e admirar a beleza da vida a me preocupar com problemas que não existem.
Sou amante do verão. Gosto do sol, do calor, do mar e dos pés descalços. Quando a estação muda, perco parte do meu brilho.
Me sinto um picolé quando a temperatura reduz e já me visto igual a uma cebola, cheia de camadas. Os pés são os primeiros a gritarem pedindo socorro.
Meias, calças e blusas térmicas me ajudam a manter a sensação agradável. Casacos e cachecóis me protegem mais ainda. Tantas peças de roupa e logo perco a vontade de sair.
Sou dessas que não posso fazer um evento ou viagem e já não pensar no álbum de recordações.
Faço coleção de memórias e acredito que eternizar momentos seja delicioso para podermos recordar o que vivemos.
Ainda me pego folheando os álbuns de fotos da minha formatura, da minha infância ou da infância das meninas. As viagens, então, são como um roteiro de viagens.
O ato de preparar o álbum é como estar viajando novamente. Eu, simplesmente, amo!
Viajar é bom pois enriquecemos a cultura e saímos da rotina mas, a saudade dos filhos é enorme.
Quando eles são pequenos, ficamos a todo momento pensando no que estão fazendo, se estão bem cuidados, se estão com saudade de nós.
Quando crescem mais um pouco pensamos se eles estão se comportando ou dando mais algum tipo de trabalho, se estão bem ou doentes e se estão com saudade de nós.
Quando já são adultos temos a mesma saudade e ficamos o tempo todo imaginando se eles estão bem, se estão seguros, o que estão fazendo e por que eles não ligam para nós.
A saudade sempre está presente independente da idade das crias!