Seguindo a tradição de me avaliar trimestralmente sobre as metas que eu traço em cada início de ano… Como será que me comportei?
“Serenidade:
“Este ano eu quero paz no meu coração!”
Quero serenidade para só falar quando for necessário.
Quero serenidade para tomar as decisões mais acertadas.
Quero serenidade para escolher e seguir os melhores caminhos.
Quero serenidade para pedir desculpas após o meu erro.
Quero serenidade para reconhecer minhas fraquezas.
Quero serenidade para aprender com as pessoas.
Quero serenidade para entender a forma de ser de cada um.
Quero serenidade para não me desesperar com as situações difíceis.
Quero serenidade para evoluir o meu espírito.
Quero serenidade para me tornar uma pessoa melhor.”
Serenidade é o meu nome neste ano. Não compro briga com ninguém. Quero paz no coração. Penso antes de falar. Espero a noite para acalmar os ânimos. Penso e repenso antes de agir. Quero ter humildade para reconhecer as minhas falhas e buscar a minha evolução.
Devo ter tido meus deslizes sim mas, no geral, acho que me comportei.
Quando os filhos crescem e vão saindo de casa, aos poucos, dá uma grande aflição. Os quartos ficam vazios, o silêncio fica ensurdecedor.
Ainda me pego abrindo as portas dos quartos e chamando pelas meninas. Até voltar à razão e perceber que estou sozinha.
A casa vazia também tem os seus benefícios. Tudo fica no seu devido lugar já que não há pessoas bagunçando o ambiente. As comidas permanecem na geladeira e na despensa. E ninguém assalta o meu closet. Kkkkk
Um dia de saudades e outro de curtição do momento! Simples assim…
Reunião de condomínio nem sempre é igual. Tudo depende do público presente e do teor a ser discutido. Existe mesmo um perfil característico para cada morador mas, sempre de acordo com a padronização descrita a seguir.
Há os que nunca aparecem e nem se importam com o resultado. Já outros, não aparecem mas sempre questionam o resultado.
Alguns se fazem representar por procuração e depois, ficam chateados ou não com o seu procurador.
Há os que são do contra e não querem nenhuma mudança. Questionam tudo, votam contra e estão sempre mal humorados. São ignorados pela maioria dos moradores.
Há os que querem o melhor para o ambiente onde moram. Se atentam à modernidade e às tendências de mercado. Esses também são odiados por aqueles que não querem desembolsar nenhum recurso extra.
Enfim… não há unanimidade, não há maioria pacífica. E não há uma reunião igual a outra.
Já estava me esquecendo como é estar presente em festa infantil. As meninas cresceram e os netos ainda não chegaram (ainda bem!).
Era um programa que eu super curtia. Não perdia a chance de comer um casadinho e um brigadeiro. Me deliciava com os crepes, batatas fritas e pipocas. E ainda afundava o pé na jaca de vez, quando tinha algodão doce.
Já teve festa que eu me acabei no pula pula e no escorregador inflável. Voltava a ser criança rapidamente.
Não me incomodava com o barulho e nem com o choro dos bebês. Sabe que eu até sinto falta desses compromissos?!
Desde pequena meu pai me dizia para evitar errar para não ter que pedir desculpas. Mas que, após o erro, as desculpas são inevitáveis.
Procuro andar na linha, sempre seguindo as minhas convicções e valores mas, erros acontecem inevitavelmente.
Não sou dessas, cheias de orgulho, que não conseguem pedir desculpas. De jeito nenhum. Sou humilde e reconheço os meus erros. E quem dera que todos fossem assim!!!
Todas as pessoas passam por fases na vida, períodos bons e períodos ruins. A vida é cheia de obstáculos justamente para nos proporcionar um pouco de emoção e de falta do óbvio.
Nos dias felizes elas acordam já sorrindo e tudo flui corretamente. A energia converge para que tudo dê certo.
Já em outros, parece que há uma nuvem escura sobre as nossas cabeças. Uma tempestade, um furacão e tudo sai do lugar.
O que importa é que cada dia é único, que os problemas de hoje podem ser resolvidos amanhã, ou não. Então… que vivamos cada dia de uma vez.
Hoje é o dia Internacional da felicidade. E precisamos lembrar desse sentimento tão forte e intenso pois, muitas pessoas se esqueceram dele completamente.
Eu escolho sempre o caminho para a felicidade, deixando de lado a necessidade de ter razão. Depois que aprendi que não vale a pena brigar para ter razão, abdiquei completamente de todos os embates.
Não preciso fazer escolhas que não sejam pelo único motivo de ser feliz! E vocês?!