Desde pequena meu pai me dizia para evitar errar para não ter que pedir desculpas. Mas que, após o erro, as desculpas são inevitáveis.
Procuro andar na linha, sempre seguindo as minhas convicções e valores mas, erros acontecem inevitavelmente.
Não sou dessas, cheias de orgulho, que não conseguem pedir desculpas. De jeito nenhum. Sou humilde e reconheço os meus erros. E quem dera que todos fossem assim!!!
Todas as pessoas passam por fases na vida, períodos bons e períodos ruins. A vida é cheia de obstáculos justamente para nos proporcionar um pouco de emoção e de falta do óbvio.
Nos dias felizes elas acordam já sorrindo e tudo flui corretamente. A energia converge para que tudo dê certo.
Já em outros, parece que há uma nuvem escura sobre as nossas cabeças. Uma tempestade, um furacão e tudo sai do lugar.
O que importa é que cada dia é único, que os problemas de hoje podem ser resolvidos amanhã, ou não. Então… que vivamos cada dia de uma vez.
Hoje é o dia Internacional da felicidade. E precisamos lembrar desse sentimento tão forte e intenso pois, muitas pessoas se esqueceram dele completamente.
Eu escolho sempre o caminho para a felicidade, deixando de lado a necessidade de ter razão. Depois que aprendi que não vale a pena brigar para ter razão, abdiquei completamente de todos os embates.
Não preciso fazer escolhas que não sejam pelo único motivo de ser feliz! E vocês?!
Vivemos em um mundo bem tecnológico e não podemos abrir mão dos milhões de invenções que fazem parte do nosso dia a dia.
Mas, tem uma em especial, excluindo o carro e o avião, que não consigo me imaginar vivendo sem: o ar condicionado.
Tive uma experiência recente em que todo o sistema de ar condicionado da casa morreu. Relembrei os tempos de juventude em que dormia com a ventilação natural, com um simples lençol, ou, nem um simples lençol.
Uma das coisas mais difíceis no aprendizado humano é a arte de dizer não de uma forma tranquila, sem dor e segura.
Fomos acostumadas a dizer sim sempre e absorvemos muito mais do que a nossa capacidade física. O resultado é um esgotamento físico e metal abalando a nossa felicidade.
Hoje, com a maturidade, reflito bem antes de concordar, evitando que um simples sim possa complicar a minha vida comigo mesma e com outras pessoas.
Só confesso que não é fácil porém, estritamente necessário para a nossa saúde mental.
Não existe uma só empresa neste mundo que consiga uma boa produtividade sem a união da equipe de trabalho. Não existe uma só pessoa neste mundo que consiga viver sem depender de alguém.
Vivemos em uma comunidade e dependemos das pessoas para sobreviver. Isso acontece desde que nascemos e precisamos dos nossos pais para chegarmos à vida adulta.
Em uma empresa o mesmo acontece. Um setor depende do outro para garantir o resultado final para todos. Enquanto todos não pensarem de forma igual, unida e harmônica, não teremos o resultado que esperamos.
O egoísmo tem um sentido bem definido: “é a valorização excessiva dos próprios interesses, desejos e necessidades, colocando o “eu” como centro e prioridade, muitas vezes ignorando ou desvalorizando os outros. Pode ser visto negativamente como falta de empatia ou positivamente como autopreservação e limite saudável, dependendo da intensidade.”
Mas precisamos refletir um pouco sobre o ponto de vista. A depender do enfoque da situação o egoísmo pode existir de fato ou não. Depende do ponto de vista de quem analisa o contexto.
Uma pessoa pode achar o outro esgotará simplesmente pelo fato de não ter o seu desejo atendido. Porém, o outro pode estar tentando atender ao interesse coletivo em detrimento ao interesse de um único alguém.
Por isso, é muito importante a conversa, a reflexão, o diálogo para um maior entendimento de todas as questões que influenciam em uma tomada de decisão.