Hoje é comemorado o dia da pizza. E, para mim, domingo combina com pizza e refrigerante.
Sou dessas que nem preciso analisar o cardápio. Já escolho a pizza marguerita e sigo feliz. Gosto de poucas combinações e se tiver que variar, escolherei berinjela, atum, frango catupiry ou brie com damasco.
Nada de calabresa, pepperoni, lombinho ou portuguesa. Quanto menos embutido, melhor!
Mas super entendo que cada um tem o seu gosto especial, não é? Vamos comer pizza!
Sou dessas pessoas que não possuem papas na língua. Falo o que penso e faço o que digo. Não assumo erros que não são meus e não aceito questionamentos sobre a minha forma de ser.
Como uma boa engenheira acredito que dois mais dois é igual a quatro e não há muitas possibilidades de variação.
Acho que a vida é tão mais simples quando temos definições sinceras e diretas, quando o sim e o não resumem bem as nossas opiniões e quando não há sofrimento para a nossa pessoa.
Personalidade é algo difícil de ser construído e moldado mas, quando ela existe, dificilmente será modificada.
Fico impressionada com ao pensamento das pessoas sobre o funcionamento de uma casa. E eu gostaria muito que a casa funcionasse mesmo sozinha.
Algumas pessoas acreditam que as garrafas de água da geladeira se enchem sozinhas, que o gelo se faz sem a necessidade de encher as cubas, que os vidros são autolimpantes, que as roupas saem do varal por conta própria e ainda se guardam nos closets em degradê de cores.
O principal ponto é a geladeira se abastecer sozinha, assim como os pratos se lavarem e a comida estar pronta na hora do almoço sem ninguém se preocupar com isso.
O beijo é uma coisa tão boa que existem dois dias para a comemoração.
Não basta a celebração em 13 de abril e seguimos comemorando em 6 de julho.
Quem não gosta de um bom beijo? Pode ser o beijo na testa em demonstração a respeito, beijo na mão em lembrança aos velhos tempos, beijo no rosto demonstrando o carinho, beijo no cangote arrepiando os fios de cabelo, beijo na cabeça acalentando a alma, ou aquele beijo apaixonado que faz tirar os pés do chão.
Beijo é sempre beijo! Sintam-se beijados em comemoração ao dia de hoje! Beijo no rosto, hein?!
Muita gente não entende o que quer dizer Independência da Bahia. Não conhecem a verdadeira história do Brasil.
Dom Pedro I decretou a independência do Brasil em 7 de setembro de 1822 mas, as tropas portuguesas se concentraram na Bahia. Ou seja, nada de independência de verdade.
Somente em 2 de julho de 1823 os baianos, após muitas batalhas, conseguiram expulsá-los daqui.
E, para o nosso maior orgulho, tivemos três heroínas que muito contribuíram para essa vitória: Maria Quitéria, Maria Filipa e Joana Angélica.
Lá vem o feriado no dia de quinta-feira. O que fazer?
Um ditado da minha época diz que relaxar e gozar é o melhor a ser feito!
Na Bahia, onde vivemos o eterno verão, tudo vira motivo para o lazer. Não existe a mínima possibilidade de alguém querer discutir algo importante no dia seguinte ao feriado, seja ele véspera de fim de semana.
A ideia é emendar e transformar tudo em um momento só de descanso. Férias estendidas já!
Seguindo a tradição de me avaliar trimestralmente sobre as metas que eu traço em cada início de ano… Como será que me comportei?
“Serenidade:
“Este ano eu quero paz no meu coração!”
Quero serenidade para só falar quando for necessário.
Quero serenidade para tomar as decisões mais acertadas.
Quero serenidade para escolher e seguir os melhores caminhos.
Quero serenidade para pedir desculpas após o meu erro.
Quero serenidade para reconhecer minhas fraquezas.
Quero serenidade para aprender com as pessoas.
Quero serenidade para entender a forma de ser de cada um.
Quero serenidade para não me desesperar com as situações difíceis.
Quero serenidade para evoluir o meu espírito.
Quero serenidade para me tornar uma pessoa melhor.”
Serenidade é o meu nome neste ano. Não compro briga com ninguém. Quero paz no coração. Penso antes de falar. Espero a noite para acalmar os ânimos. Penso e repenso antes de agir. Quero ter humildade para reconhecer as minhas falhas e buscar a minha evolução.
É claro que tive meus deslizes sim. E foram muitos. Mas também, eita ano difícil! Estou sendo testada de todas as formas. Inclusive daquelas que eu nem imaginava! Mas, no geral, acho que vou me sair bem.
Eu confesso que sou uma observadora do comportamento dos jovens do momento. Admiro muito a evolução do comportamento mas, confesso que ainda me espanto com alguns.
A paquera acontece de uma forma muito diferente que na minha época. O gostoso era o olho no olho, o dançar de rosto colado, os bilhetinhos, as gracinhas faladas, o fiu fiu…
Hoje a paquera começa no direct do Instagram, depois evolui para o WhatsApp e começa a evolução de toda uma nomenclatura: desde o conversante, ficante casual , ficante sério, ficando fixo até o namoro, que já é praticamente um casamento.
Eles ficam e fingem que nem se conhecem durante o dia. Para começar um namoro existe toda a formalização de um pedido. O negócio ficou bem rígido com as formalidades.
E eu me pergunto, como será melhor? A paquera de antes ou a de hoje?