Os assuntos do coração nos deixam sempre melancólicos, melosos e reticentes. Jamais podemos afirmar que uma pessoa agiu da forma certa ou errada. São muitas as variáveis envolvidas e não cabe a nós, espectadores, julgar ou opinar.
Confesso que é difícil ver o sofrimento de duas pessoas que se gostam, se machucarem, se afastarem, se pirraçarem, dizerem coisas que não queriam umas às outras e seguirem sem nenhum tipo de acordo.
Quando o amor acaba, tudo se resolve por decreto. Não tem dúvidas, nem possibilidades. Mas, quando ele está ali, flutuando no meio dos dois, se mostrando todo o tempo, gritando que não vai embora, como agir?
Ainda mais quando estamos falando de jovens adolescentes, vivendo o auge da imaturidade, a necessidade de se afirmarem no mundo como pessoas fortes. Só nos resta adultos, vividos, orientar, observar, esperar e rezar para que tudo se ajeite!
Bjs
Nanda
Os filhos crescem e já se acham grandinhos demais para se aninhar no colo dos pais. Se esquecem que somos nós os mais preparados para acalentá-los nos momentos que necessitam de carinho e apoio.
Para o sucesso de qualquer relacionamento é importante existir a compreensão e o respeito entre o casal. É claro que tudo só importa se existir o amor.
Minha avó era mesmo uma sábia. Ela costumava dizer que quanto mais os filhos cresciam, mais trabalho eles davam. E eu não entendia isso muito bem pois achava que a liberdade de poder me livrar das fraldas e mamadeiras já seria o melhor dos mundos.
E lá se foi o mês mais bonito do ano… Nao é à toa que no mês de Maio é comemorado o dia das mulheres, é considerado o mês das noivas e o mês de Maria, Nossa Senhora.
A metade do ano está aí. O mês de junho está entrando e, junto com ele, o São João, feriado bem ampliado e coladinho com Corpus Christi e as férias escolares.
Não existe um período mais confuso na vida da gente que a fase da adolescência. Durante este tempo, ainda não somos adultos e nem somos mais crianças. Temos um mundo inteiro para descobrir e já queremos vivê-lo intensamente.
Depois de sessenta dias distante da academia, confesso que já contava os minutos para voltar a malhar.
Depois de um fim de semana enfiando o pé na jaca e o garfo na boca, além do básico levantamento de taça, não me resta outra alternativa que não seja a de lacrar a boca.
Sabe quando cansamos de fazer listas e listas de pendências, de coisas e coisas para fazer e que parece que não vai acabar nunca?!