Sede do saber

13 jun

Nanda

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Tenho sede….. Necessito aprender, conhecer, descobrir o mundo.

Não consigo entender como existem pessoas acomodadas que se contentam com o básico, não procuram explorar o mundo e expandir os seus conhecimentos.

Tenho sede e não é de água. Quero aprender cada dia mais!

Bjs

Nanda

Dia dos namorados

12 jun

amorEm comemoração ao dia dos namorados e ao amor sem fim, dedico meu post aos apaixonados e à união das famílias. A Oração das Famílias, escrita pelo padre Zezinho traduz em palavras o verdadeiro sentido do amor, união e harmonia entre um casal.

Oração Pela Família
(Padre Zezinho)amor2

“Que nenhuma família comece em qualquer de repente
Que nenhuma família termine por falta de amor
Que o casal seja um para o outro de corpo e de mente
E que nada no mundo separe um casal sonhador!

Que nenhuma família se abrigue debaixo da ponte
Que ninguém interfira no lar e na vida dos dois
Que ninguém os obrigue a viver sem nenhum horizonte
Que eles vivam do ontem, do hoje em função de um depois!

Que a família comece e termine sabendo onde vai
E que o homem carregue nos ombros a graça de um pai
Que a mulher seja um céu de ternura, aconchego e calor
E que os filhos conheçam a força que brota do amor!

amor4Abençoa, Senhor, as famílias! Amém!
Abençoa, Senhor, a minha também (bis)

Que marido e mulher tenham força de amar sem medida
Que ninguém vá dormir sem pedir ou sem dar seu perdão
Que as crianças aprendam no colo, o sentido da vida
Que a família celebre a partilha do abraço e do pão!

Que marido e mulher não se traiam, nem traiam seus filhos!
Que o ciúme não mate a certeza do amor entre os dois!
Que no seu firmamento a estrela que tem maior brilho,
seja a firme esperança de um céu aqui mesmo e depois!

Que a família comece e termine sabendo onde vai
E que o homem carregue nos ombros a graça de um pai
Que a mulher seja um céu de ternura, aconchego e calor
E que os filhos conheçam a força que brota do amor!

Abençoa, Senhor, as famílias! Amém!
Abençoa, Senhor, a minha também (bis)

Feliz dia dos namorados a todos vocês!amor3

Bjs

Nanda

Arrumação de malas

11 jun

mala5Toda viagem é a mesma coisa. Se pudesse colocava o closet inteiro dentro da mala mas…. temos que fazer escolhas e elas não são fáceis.

Sol, chuva, frio, calor, ambientes formais e informais, esportivos ou à rigor. Tudo precisa ser levado em consideração na hora da organização, principalmente, se estaremos todos os dias acompanhados das mesmas pessoas e poderemos repetir alguns trajes ou não.

O detalhe estratégico é formar kits que possam combinar entre si e formar novas produções, assim, economizaremos espaço e peso na bagagem, possibilitando, quem sabe, trazer umas comprinhas no vazio economizado!!!!mala6

Depois da escolha dos kits e acessório vem a etapa da arrumação e, reconheço que sou péssima nesse quesito. Nunca sei se os sapatos devem estar por cima ou por baixa, se as calças ficam estendidas ou dobradas, rsrsrsrs.

Ó Deus, me proteja!

Bjs

Nanda

Impostos

10 jun

impostos2Para quem não sabe, nós, brasileiros, trabalhamos até o dia 31 de maio para pagar impostos. Somente a partir de 01 de junho começamos a produzir para o nosso próprio sustento.

Não sabiam??????

Pois saibam que cinco meses por ano de produção do nosso trabalho servem apenas para pagarmos todos os impostos devidos ao Governo do nosso país. Haja imposto, heim?!

E o que temos de retorno? Temos a segurança de poder andar pelas ruas sem nos preocuparmos com assalto, sequestro, bala perdida ou outros crimes bárbaros que acontecem diariamente por aí.

Temos a educação à nossa disposição de forma gratuita e com qualidade para que nossos filhos estejam aptos a se preparar e concorrer com o mercado futuro.impostos

Temos uma saúde eficiente para cuidar de nossas crianças e idosos sem lista de espera, sem erros médicos e com padrão de qualidade mundial.

Temos transporte público e mobilidade urbana disponível para nos proporcionar uma melhor qualidade de vida e fácil acesso às oportunidades de lazer.

Temos tanto a agradecer pelo que o Governo nos oferece em troca aos cinco meses de trabalho que lhe proporcionamos que choramos de emoção (ou será que choramos de raiva pelo papel de palhaço que fazemos?)!!!!!!

Bjs

Nanda

Geladeira vazia

7 jun

geladeiraNem bem completa um mês que fiz as compras mensais da casa, as meninas já começam a gritar que a casa está pura e não tem nada na geladeira ou na despensa.

Sinceramente, não tenho paciência para gastar o meu tempo em supermercados ou feiras. Tenho muito mais o que fazer. Gostaria muito que nossa comida fosse transformada em cápsulas para simplificar todo o nosso trabalho.

Já facilitei muito a minha vida e utilizo os serviços on line para as compras de mês e entrega de frutas e verduras semanais. Adoro essa comodidade! Mas, ainda assim, tenho que gastar uns minutinhos na frente do computador para repor os produtos da geladeira e fazer as meninas pararem de reclamar.

Ai como eu gostaria de me alimentar de luz e vento!!!!!

Bjs

Nanda

Imitando a mamãe

6 jun

filhasComo não dar risada quando você chega em casa e encontra as filhotas vestidas de você?

É claro que a primeira reação é aquela bronca: “Que bagunça é essa?” Mas, em seguida, analisando melhor a situação, você vê aquelas duas princesas vestidas de você e…. não tem como não achar graça.

Já vi várias vezes as meninas experimentando minhas roupas, andando para lá e para cá com meus sapatos de salto, completamente maquiadas e imitando todo o meu jeito de falar.

Kkkkkkk!!!!! Pude me ver!filhas2

Já vi, inclusive, elas dando broncas nas bonecas, exatamente igual como faço com elas. É claro que intervi e disse: “Não faça isso com minha netinha!” Ser avó é bom nessas horas.

A verdade é que, por mais bagunça que elas façam, sei que vou sentir falta disso um dia.

Bjs

Nanda

Meu filho, você não merece nada

5 jun

felicidade

Li esse texto e me encantei. Achei que devia compartilhar com vocês pois acredito que todos devam ler e refletir.

“Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.

Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.

Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.emburrada

Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.

Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.

É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?

Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.

Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.

choroBasta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.

A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.

Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.

Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.

Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.

Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.

O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.

Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.

Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.

Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.

Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.” (ELIANE BRUM)

Bjs

Nanda

Friozinho gostoso

4 jun

sono

Quem nunca acordou, todo enrolado no lençol ou no edredon, ainda no escuro, viu a chuva lá fora e voltou a dormir?

Tem coisa mais gostosa do que ficar embaixo da coberta em uma noite chuvosa, curtindo um soninho delicioso?

Quantas vezes o despertador tocou, abri os olhos, vi tudo escuro, ouvi a chuva lá fora e pensei: vou voltar a dormir mais um pouquinho!

Melhor ainda quando o frio é tão gostoso que nem precisamos ligar o ar condicionado. Eta que me deu uma vontade de voltar para a cama de novo!!!!!!

Bjs

Nanda

Mês de Maio

3 jun

nossa senhoraLá se foi o mês de maio….

Para muitos, o mês das noivas e dos casamentos. Daí, tanta procura pelas datas disponíveis para realizações de casamentos nas Igrejas.

Para a grande maioria, maio é o mês das mães. Sempre lembramos daquela que nos colocou no mundo, nos amamentou, nos educou, nos ensinou um pouco da vida e, nos encheu de amor e carinho.

Mas, não podemos esquecer que maio é o mês de Maria, mãe de todas as mães e de todos nós. Devemos sempre lembrar daquela que foi a mãe de Jesus Cristo, a Nossa Senhora, a quem pedimos socorro nos nossos momentos de desespero.

Enfim… o mês se foi, o meio do ano chegou, São João está batendo na porta e, daqui a pouco o Natal está chegando.

Bjs

Nanda

Fofoca

31 maio

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Quem já brincou de telefone sem fio sabe muito bem que nunca conseguimos chegar ao final da brincadeira com as mesmas palavras utilizadas no início.

O mesmo acontece na vida real com as fofocas e disse me disse. Essa coisa de falar sobre a vida de alguém é muito perigoso pois, podemos, mesmo sem querer, comprometer a reputação daquela pessoa.

O disse me disse se espalha rapidamente e é ampliado e distorcido de acordo com o entendimento e a vontade daqueles que repetem o assunto.fofoca2

Muitas vezes podemos colocar pessoas em situações muito difíceis e, até mesmo, comprometedoras em função de comentários maldosos e desnecessários repetidos por aí.

Pensem nisso!

Bjs

Nanda