Arquivo | Mulher RSS feed for this section

Halloween

31 out
Doces ou Travessuras?!
Definitivamente a comemoração dessa data não faz parte das tradições do nosso país. Não encontramos casas decoradas com caveiras, aranhas e monstros e não temos crianças batendo na porta pedindo doces.
A data do não passa desapercebida pois as escolas de inglês e colégios internacionais fazem questão de comemorar e estimular o costume americano.
De qualquer forma, quero desejar um feliz dia das bruxas para vocês, afinal de contas, todas nós, mulheres, somos um pouco bruxas!
Bjs
Nanda

A cozinheira foi embora

23 out
Depois de anos, a cozinheira foi embora. E agora?
A nossa primeira reação é de desespero. O que vou fazer? Não sei cozinhar nenhum arroz. Vou passar fome…
Em seguida, racionalizamos e repetimos para nós mesmos que as pessoas não são substituíveis mas, os cargos são. Então, dessa forma, seguimos em frente com as nossas vidas. 
Algumas entrevistas e nova cozinheira contratada. 
O momento agora é de respirar fundo, levantar a cabeça e começar o novo treinamento para mostrar como a família gosta de tudo. 
Me deixem ir que o dia já começou…
Bjs
Nanda

A difícil tarefa de emagrecer

18 out
Quando somos bem jovens nem precisamos nos preocupar com o peso. Gastamos mais calorias do que ingerimos e o corpo está sempre em forma. Mas, à medida que vamos ganhando mais idade, as coisas ficam muitooooooo mais difíceis.
Ainda me lembro da época que meu apelido era Olívia Palito. É claro que eu não gostava mas, a preocupação com o corpo, naquele momento, era nenhuma. Podia comer todas as guloseimas e chocolates que eu quisesse e não fazia diferença. Minha mãe se preocupava com a minha magreza. Já euzinha, não estava nem aí para aquela preocupação.
Com os vinte, trinta e quarenta anos as coisas mudam de figura. O corpo já ganhou formas e curvas, principalmente depois das duas filhotas. Não há corpo em forma se não existir a dedicação com a malhação e a restrição à gula. Hoje, penso duas vezes se quero um brigadeiro ou se deixo de ir à academia. Qualquer deslize pode ser fatal para a balança. E a recuperação do peso ideal é sempre um processo muito penoso.
O verão está aí e os biquínis já estão saltando da gaveta. Não quero nenhuma sobrinha inconveniente aparecendo. Então, let’s go e boca fechada. Dieta já!
Bjs
Nanda

Feminismo

3 out

Li esse texto e achei fantástico.

“Semana passada fui dar aula sobre assédio sexual num curso de pós graduação em São Paulo. Cheguei na sala, composta predominantemente por advogados, e perguntei “Quem aqui se considera feminista?”. Silêncio. Uma moça levanta timidamente o braço. Dois ou três caras fazem comentários baixinho e riem.

Disse “Ok. Vou fazer duas leituras rápidas para vocês”. Continuei.

“Dicionário Houaiss da língua portuguesa: FEMINISMO: teoria que sustenta a igualdade política, social e econômica de ambos os sexos.

Dicionário Jurídico da Professora Maria Helena Diniz: FEMINISMO: movimento que busca equiparar a mulher ao homem no que atina aos direitos, emancipando-a jurídica, econômica e sexualmente.”

Esperei um pouquinho e mudei a pergunta “Quem aqui pode me dizer que NÃO se considera feminista?”. Ninguém levantou a mão.

Pois é. Tenho a sensação de que 99% do mundo não entendeu até agora o que é feminismo. Porque se as pessoas entendessem, quase todo mundo teria orgulho de se dizer feminista. E o melhor: dizer “eu não sou feminista” seria considerado algo mais feio do que dizer “eu não gosto de filhote de golden”.

Não vou perder tempo aqui dizendo que feministas não são mulheres que não se depilam, não usam soutien e não transam. Primeiro porque ser feminista não tem a ver com ser mulher, tem a ver com ser humano. Segundo porque nunca entendi que raio que os pelos têm a ver com posicionamentos ideológicos. Terceiro porque soutien serve para sustentar peitos, não para sustentar ideias. E quarto porque eu já vi gente deixar de transar por causa da igreja, por causa de promessa, por falta de opção, por infecção ginecológica, problemas de ereção… Mas por feminismo nunca vi. Alguém já viu?

Enfim. Acho que ser feminista não é bom ou ruim. Ser feminista é necessário. Uma vez ouvi uma amiga dizer “a mulher que diz que nunca foi discriminada é apenas uma mulher muito distraída”. É simples assim. Não precisamos ir até o Oriente Médio. Não precisamos ir até tribos africanas. Não precisamos ir ao sertão do nordeste. Não precisamos ir até a periferia de São Paulo. Não precisamos sair dos nossos bairros. O machismo que limita, que agride, que marginaliza, que ofende, que diminui, mora ao lado, dorme por perto.

E agora, quem poderá nos defender? O feminismo. O mesmo feminismo que nos tornou civilmente capazes e independentes perante a lei. O mesmo feminismo que nos possibilitou votarmos e sermos votadas. O mesmo feminismo que segue lutando diariamente por uma sociedade mais justa para mulheres, homens, mães, pais, filhas, filhos, trabalhadoras e trabalhadores.

No século XIX, as brilhantes irmãs Brontë escreviam através de pseudônimos masculinos por saberem que suas obras não seriam aceitas na sociedade se soubessem que as autoras eram mulheres. Se não fosse o feminismo eu provavelmente também não estaria escrevendo aqui neste momento. Pelo menos não como Ruth.

Nós precisamos falar sobre feminismo. Com nossos amigos, nossos pais, nossos filhos, grandes ou pequenos. É hora de falar sobre igualdade entre meninos e meninas. É hora de falar que meninas podem jogar bola e ter carrinhos e que meninos podem cuidar de bonecas. Quem não quer ter um filho feminista? Quem não quer que eles vivam num mundo de igualdade, no qual nem meninos nem meninas sejam massacrados pela truculência do machismo?

Nesse domingo, o tema da redação do Enem foi a violência contra a mulher. Milhões de jovens tiveram que parar para pensar sobre isso. Que avanço lindo. Pensar é sempre o primeiro passo. Perceber que a questão existe, que o tema não é antiquado e que, infelizmente, as questões de gênero estão muito longe de serem superadas. A violência persiste, a discriminação no ambiente de trabalho persiste, a desigualdade salarial persiste, a discriminação com as tarefas domésticas persiste, as pequenas (e não menos graves) agressões machistas do dia a dia persistem. Então a luta tem que persistir.

O feminismo não é de esquerda nem de direita. Não é só para mulheres nem é só para homens. Não é ameaça. Não é um estranho. Mas perceba que quando você trata os feministas na terceira pessoa do plural, excluindo-se deste rol, você está afirmando não fazer parte do grupo que prega a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres. Pense bem de que lado você quer estar.

Se você percebeu que é feminista, fique tranquilo. Nós não contaremos para ninguém. Mas, sabe? Se eu fosse você, eu sairia contando para todo mundo. Porque ser feminista é lindo, é importante, é sinal da inteligência e da decência de qualquer ser humano. Como diz o lindo livrinho da nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie (leiam, ele é pequenino e indispensável): Sejamos todos feministas. E o mundo será melhor a cada dia. Pode apostar.”

(Ruth Manus)

Serve para uma boa reflexão. Sempre fui e sou uma feminista!

Bjs

Nanda

Lacrando a boca

12 set

Quando chega essa época do ano, muitas pessoas começam a pensar no projeto verão. Se enganam imaginando que vão conseguir o corpo sarado para desfilar de biquíni em apenas três meses.

Eu nunca me iludi nesse aspecto e, sempre investi no projeto do ano todo. Acredito que desfilar bem em um biquíni faz parte de um cuidado diário com a saúde que envolve, não somente a malhação mas, tambem, uma alimentação saudável e cuidados com a pele.

O problema é quando fugimos muito da rotina durante o ano e desandamos a meta do peso do nosso corpo. As pessoas dizem que estou ótima mas, me incomodo com meio quilo a mais, que seja. Confio na minha balança e no meu senso crítico.

Então, aproveitando o projeto verão da maioria, digo que é hora de lacrar a boca e encarar a dieta para voltar ao meu peso favorito já! E lá se vão 20 anos sem medidas alteradas!

Bjs

Nanda

Violência contra a mulher

16 ago

Basta prestar um pouco de atenção às notícias atuais para concluirmos que o mundo está muito longe de se tornar igual. Estamos horrorizados com a quantidade de mulheres assassinadas por seus parceiros, por ciúmes ou sentimentos de posse e nos calamos diante de tal situação.

Quando será que nós, mulheres, vamos viver a tal igualdade dos sexos? Quando ganharemos os mesmos salários e teremos as mesmas oportunidades? Quando deixaremos de ter medo dos nossos companheiros e viveremos uma vida segura e em paz?

Não podemos mais aceitar situações como as ocorridas com Marielle Franco ou Tatiane Spitzner. Não tem mais cabimento, em pleno século vinte e um que essas situações ocorram sem uma punição à altura do fato. Os homens precisam aceitar que somos iguais e fim de papo.

Abaixo a violência contra a mulher!

Bjs

Nanda

Meninas em compras

14 ago

Existe uma grande diferença entre meninas e meninos no Shopping Center. Enquanto eles vão direto ao ponto: cortar cabelo, tomar um café ou comprar algo que precisam, elas fazem exatamente o oposto: olham vitrines e se preocupam com um único item da agenda “o que ocorrer”!

As meninas sempre precisam de algo novo no armário, ou porque os que têm estão fora de moda, ou porque ganharam um peso extra e os antigos já não estão vestindo bem ou, simplesmente, porque é da natureza da mulher a busca incessante por novidades no armário.

Costumo pedir a minhas filhas que listem aquilo que precisam e foquem naqueles itens enquanto estão no momento compras mas, nunca consigo. Elas até tentam mas as tentações e novidades que surgem em cada vitrine põem a lista para o final das prioridades.

Costumo dizer que fazer compras com o marido do lado é um exercício de paciência já que teremos que lidar com o mau humor e cara feia do dito cujo todo o tempo.

Bjs

Nanda

%d blogueiros gostam disto: