Que bom que vivemos em um país onde somos livres para expor nossos pensamentos e ideias, onde podemos discutir livremente as nossas opiniões políticas.Será mesmo?
Não foi o que eu vi durante o último período eleitoral. Vi a intolerância aflorada, a impaciência à flor da pele e um discurso repetitivo com tentativas de convencimento das opiniões alheias.
Vi a direita e a esquerda se olharem com ódio e como inimigos mortais. Vi pessoas normais quase se transformarem em guerrilheiros com discursos inacreditáveis pelo simples fato de não aceitar que seu candidato não venceu nas urnas.
Vi jovens ultrapassarem limites nos calores das discussões, ainda inexperientes nos seus poucos anos de vida e arcando com responsabilidades que ainda não lhes cabiam.
Vi jovens sendo manipulados enquanto aprendiam e adquiriam conhecimento. Vi repórter deixando a imparcialidade de lado e tomando partido quando não deviam.
Vi escolas com partido quando elas deveriam ser apenas escolas para ensinar o que de fato aconteceu no mundo e estimular os debates e o desenvolvimento do senso crítico dos estudantes. Mas, nunca, definir de que lado eles deveriam se posicionar.
Enfim… vi uma democracia meio torta, meio bamba, meio falsa…
Que nosso país melhore!
Bjs
Nanda
Tem gente que olha para a vida do outro e diz: “Como ele tem sorte?”
Vejo muitas discussões sobre a escola ter ou não ter partido, sobre a universidade ter ou não ter cotas, sobre o ensino ter as matérias unificadas ou diferenciadas em função das áreas de preferência de cada um e não concordo com nenhum dos extremos.
Olhei cada questão da prova de linguagem do Enem e posso resumir que a nossa educação está mesmo uma tristeza.
O ano passou voando. Já estamos em novembro. Mais um pouco e já é Natal!
Estou cansada de ouvir: “mãe, cadê minha bolsa?”, “cadê as chaves do meu carro?”, “cadê a minha pesquisa que eu deixei aqui?”
Intolerância é a palavra-chave do momento. Seja ela racial, religiosa, sexual ou política, não importa….
De repente somos surpreendidas com a evolução das nossas filhas. Percebemos que elas cresceram e que estamos envelhecendo.
Conheço pessoas que se acham o centro do mundo e, quando, por acaso, deixam de estar em evidência, perdem a compostura.