Definitivamente não tenho mais crianças em casa. Minha caçula acaba de completar doze anos e já se comporta como uma adolescente.
Ainda lembro quando estava de barrigão, indo para o hospital ter a minha bebê. E quando chegamos em casa e ela, tão pequenina nos meus braços. E o cheirinho de bebê, mamando tão gostoso.
Hoje, já tão mocinha, o corpo já lembra uma mulher, a personalidade forte, decidida, sabe bem o que quer. Nem lembra mais aquela bebezinha que já foi um dia…
Feliz aniversário minha pequena grande menina!
Bjs
Nanda
Tem momentos de nossa vida que chegamos no limite do extra peso. Somos pegas de surpresa e quase queremos jogar a balança pela janela.
Vejo pessoas reclamando que não deram certo na vida, que não tem sorte, que não conseguem atingir seus objetivos. Mas, vamos fazer algumas análises…
Amo a minha profissão. Desde os quatorze anos já sabia que seria uma engenheira civil. Sempre gostei de desafios e de lidar com números.
Adoro quando o fim do mês de outubro vai chegando, o clima vai esquentando, o céu vai ficando mais azul e a energia do verão vai aparecendo.
No século passado as crianças eram educadas de forma mais rígida e com muitas regras mais. Sabiam os seus lugares na família e todas tinham responsabilidades dentro de casa.
Começou tudo novamente…
Nos meus bons tempos de “mais novinha” tinha uma energia interminável. Podia sair todas as noites, chegar tarde, acordar cedo no dia seguinte e, ainda assim, me sentia pronta para a farra a qualquer momento.
Vai ser difícil para a minha geração que estava acostumada a ver e a chamar a bondosa senhora Irmã Dulce, agora canonizada de Santa Dulce dos Pobres.
Não sou e nunca fui baladeira. Mas sempre gostei de uma farrinha. Ainda hoje gosto de sair e me divertir. A grande diferença, após o passar dos anos é que ficamos mais seletivos e passamos a selecionar mais os lugares para onde vamos.