No século passado as crianças eram educadas de forma mais rígida e com muitas regras mais. Sabiam os seus lugares na família e todas tinham responsabilidades dentro de casa.
Nos tempos de hoje, a educação seguiu um novo rumo. Nem mesmo simples palmadas, que nunca fizeram mal, podem ser aplicadas como corretivo. Tudo é baseado em muita conversa e orientação.
O problema é que nem todos os pais possuem uma pitada de psicologia em sua forma de ser ou dedicam mais tempo ao convívio familiar. E o resultado pode ser desastroso.
Sou adepta do meio termo entre a rigidez e a boa conversa. Regras são estabelecidas e devem ser cumpridas, responsabilidades são compartilhadas e a harmonia e confiança são fundamentais para um bom convívio.
Mas, que uma boa palmada de vez em quando faz falta, ah isso faz!!!!
Bjs
Nanda
Começou tudo novamente…
Nos meus bons tempos de “mais novinha” tinha uma energia interminável. Podia sair todas as noites, chegar tarde, acordar cedo no dia seguinte e, ainda assim, me sentia pronta para a farra a qualquer momento.
Vai ser difícil para a minha geração que estava acostumada a ver e a chamar a bondosa senhora Irmã Dulce, agora canonizada de Santa Dulce dos Pobres.
Não sou e nunca fui baladeira. Mas sempre gostei de uma farrinha. Ainda hoje gosto de sair e me divertir. A grande diferença, após o passar dos anos é que ficamos mais seletivos e passamos a selecionar mais os lugares para onde vamos.
Meu Deus!!!!! O tempo está passando tão rápido, parece que está em uma velocidade muito maior que o habitual. Quem pode segurar os relógios aí?
Parabéns a todos os professores!
Já não tenho mais crianças em casa. Já não lembro mais o que é ter brinquedos espalhados pelo chão, nem aquele choro sem motivo.
Armário de mulher é sempre igual… ops!!! Nem sempre…
Ô fase difícil é essa adolescência. São contestadores, donos da verdade e desafiadores dos limites. Se acham adultos como se já tivessem toda a experiência do mundo.