Noção, bom senso e limites são qualidades raras nos dias de hoje. Cada dia mais eu conheço gente sem esses atributos. O que será que está acontecendo?!
Pessoas que só se preocupam consigo mesmas, que não se importam com os sentimentos e bem estar dos outros e olham apenas para seus umbigos.
Como conviver com uma sociedade assim onde amigos e vizinhos invadem o nosso direito, extrapolando por demais o direito deles?
Gostaria muito que noção é bom senso fossem matérias a serem estudadas na escola mas, infelizmente, não é!
Devo mesmo ser algum tipo de extraterrestre mas, não acho que a solução para a educação do nosso país seja uma política de cotas. Não acredito que a inteligência deva ser segregada dessa forma.
Também não concordo que erros do passado sejam apagados criando-se um novo tipo de discriminação. Sempre acreditei que todos são iguais e merecem direitos iguais.
Sou adepta de uma política de qualidade para todos de modo que as oportunidades sejam as mesmas. Não importa cor, raça, credo, sexo, gênero ou cultura. Se todos tiverem uma boa educação básica, fundamental e de ensino médio já estarão preparados para a competição de mercado.
Também não acredito que a Universidade é para todos. Prefiro crer que as atividades técnicas e administrativas deveriam ser mais bem recompensadas e valorizadas para que as pessoas pudessem entrar no mercado de trabalho bem mais cedo. Deixaria o nível superior para aqueles que realmente possuem vocação, dedicação e capacidade científica.
Enfim, teríamos uma pirâmide laboral bem distribuída, e a qualidade de vida para as pessoas de todas as faixas dessa pirâmide estaria garantida, bem como o sucesso e a valorização do trabalho de cada um.
Quem disse que existe uma fórmula mágica para aprendermos a educar os filhos não sabe nada sobre o assunto. Cada família é única, cada filho tem a sua própria personalidade e os discursos que funcionam com um não dizem nada ao outro.
Algumas famílias são mais exigentes de disciplina, outras nem tanto mas, no fim das contas, todos os pais querem o melhor para seus filhos, que eles sejam pessoas de caráter, boa índole e tenham sucesso e felicidade ao longo da vida.
O detalhe está em como conduzir a educação de cada filho de forma que eles atinjam o resultado esperado. Como agir? Como exigir? Como dar liberdade na medida certa? Essas questões não possuem uma única resposta. Para cada filho, uma medida diferente.
Até mesmo porque, com personalidades diferentes, temos ações e reações completamente distintas e o que funcionará com um, não significa que terá resultado com outro.
Enfim… não existe fórmula ideal. Cada um faça por tentativa e erro!
Sou ariana e, consequentemente, uma pessoa muito planejada e organizada. Detesto quando tenho que readequar os meus planos em função de algum contratempo.
E, justamente por esse motivo, me coloco no lugar de muitas pessoas que, por causa da pandemia, tiveram seus sonhos interrompidos.
O que fazer? Chorar? Berrar? Espernear?
A todos do mundo só restou a resignação e o replanejamento dos planos. O adiamento dos sonhos e, em alguns casos, o cancelamento de muitos deles.
Quantos alunos deixaram de ter a sua festa de formatura? Quantos casais deixaram de ter suas festas de casamento? Quantos aniversários deixaram de ser comemorados? Quantas famílias perderam seus entes queridos? Quantos trabalhadores perderam seus empregos? Quantos empresários faliram suas empresas?
Estou em uma fase bem sensível da minha vida. Acredito que o distanciamento social tem me levado a várias reflexões e um grande esforço para manter a sanidade mental.
Confesso que aproveitei um pouco do meu tempo para fugir dos livros e filmes “cabeças “ e mergulhei bem fundo no universo adolescente.
Assisti vários filmes que me encantaram e me levaram a um mundo imaginário e, (por que não?) nostálgico. Comecei por toda a saga Crepúsculo e imaginei a história de amor de Edward e Bela. Assisti 365 dias e saboreei a Síndrome de Estocolmo de um Deus Grego e uma mulher comum, também vi a Barraca do Beijo e o amor adolescente de Noah e Elle e já espero ansiosamente pelo segundo filme, me encantei com Para todos os garotos que já amei e sonhei com a época de adolescência que já vivi, também vi a relação turbulenta e abusiva de Hardin e Tessa em After.
Não me contive apenas com os filmes e li todos os livros das histórias relatadas. A imaginação viaja muito mais quando lemos o conteúdo do livro do que com um simples filme.
Vamos ver o que ainda consigo ler e assistir por esses tempos!
O beijo é algo tão bom que dois dias foram dedicados a sua homenagem. Não basta comemorarmos no dia 13/4 e devemos celebrar novamente no dia 06/7.
Existe beijo de todo o tipo: selinho, beijo na testa, beijo na bochecha, beijo no ar, beijo técnico, beijo de língua e, o meu preferido, o beijo de amor.
Não há quem consiga descrever a sensação maravilhosa de beijar e ser beijada, principalmente, quando há sentimento envolvido.
As borboletas voam pela barriga, os pelos do corpo se eletrizam, as pernas ficam bambas e tudo ao redor desaparece. Ficamos entregues ao momento e ao sentimento.
Nada de sol, de mar ou piscina. Nenhum resquício da minha estação favorita, o verão! Gosto de calor, de temperaturas altas, de suor na pele.
Já cansei de escrever e repetir que não nasci para viver no frio. Viagens para lugares com baixas temperaturas devem ser rápidas e com os dias contados. Não gosto de viver como uma cebola, cheia de camadas de roupas.
Nasci para brilhar junto com o sol e, confesso que o inverno me deixa meio sem energia. O ânimo se desfaz quando eu acordo, abro a varanda e vejo o céu cinzento. Se está chovendo ou ventando a minha vontade é voltar para baixo do edredom.
Enfim, só me resta esperar o tempo passar e o sol voltar a brilhar na minha cidade. E, claro, sem pandemia ou quarentena!
A Independência da Bahia foi um movimento iniciado bem antes da independência do Brasil e concluído quase uma ano após o fato, em 2 de julho de 1823.
A motivação da guerra foi a união da Bahia na unidade nacional brasileira. De um lado estavam as cortes portuguesas defendendo a manutenção da província como colônia, e do outro, brasileiros, liberais, conservadores, monarquistas e até republicanos se unem, no interesse comum de uma união, que só termina com a própria Independência do Brasil.
A guerra pela independência da Bahia foi antecedida pela expulsão dos portugueses de Pernambuco e pelas reações ao Dia do Fico e iniciou-se bem antes que a independência brasileira ao custo de muitas vidas e batalhas por terra e mar.
Suas principais batalhas foram a de Pirajá, liderada pelo General Pedro Labatut, contratado por D. Pedro I para lutar em favor da independência do Brasil, e o bloqueio do Porto, comandado pelo inglês Thomas Cochrane, impedindo o abastecimento de alimentos e reforços aos portugueses, forçando-os a se retirarem do Brasil.
Todo ano é a mesma coisa, o prazo vai chegando ao fim e o desespero toma conta de mim. Como colocar no papel todos os rendimentos, despesas, bens e investimentos com calma e serenidade.
Acho um trabalho árduo e sem lógica.
A verdade é que estamos acostumados a deixar tudo para a última hora mesmo quando essa hora é adiada por alguns meses.
Bom, esse ano já foi! Agora é relaxar antes de começar a pensar no próximo.
Quem viveu nos anos 80/90 vai entender bem a diferença do período em que vivemos hoje. O meu resumo de tudo é que o mundo “encaretou” e está cheio de mimimi.
Quando poderemos ver uma abertura como foi a da novela Tieta ou do Fantástico nos dias de hoje? Nunquinha!!!!
E os programas dos Trapalhões com suas piadas homofóbicas e racistas?
Ou o seriado Armação Ilimitada querendo bagunçar o modelo ideal de família?
Ou os costumeiros “topless” das famosas modelos na praia? Sem falar nos curtíssimos biquínis fio dental e asa delta.
Aquele foi o momento mais transparente do que podemos chamar de liberdade de expressão. Ninguém tinha medo de falar exatamente o que pensava. Isso nos dias de hoje é um grande engodo.
Onde foi que nos perdemos? Quando deixamos de encarar a vida de forma simples e complicamos tudo? De onde buscamos tanto pudor e hipocrisia? Fica a pergunta…