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Caixas e fios desencapados

23 dez

De acordo com o Pastor Cláudio Duarte existe uma grande diferença entre homens e mulheres. Eu não tenho dúvidas de que as colocações dele são bem reais.

Um homem só consegue falar de um único assunto por vez. A cabeça deles é formada por diversas caixas e, cada uma delas, se refere a um assunto diferente. Eles não conseguem abrir várias caixas ao mesmo tempo e nem resolver várias questões concomitante.

Já as mulheres não possuem caixas. As cabeças delas são cheias de fios, todos desencapados e em curto circuito. Podemos falar e fazer mil coisas ao mesmo tempo. Já estamos acostumadas a responder mensagens, enquanto falamos ao telefone no viva voz e realizarmos notas mentais da lista de mercado a ser feito. Simples assim.

As mulheres mudam de assunto como quem muda de roupa, enquanto os homens levam um tempo para sair de um assunto e entrar no outro. Precisam inclusive de uma caixa do nada para fazerem a limpeza diária da cabeça.

Pura verdade!

Bjs

Nanda

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A INCRÍVEL GERAÇÃO DE MULHERES QUE FOI CRIADA PARA SER TUDO O QUE UM HOMEM NÃO QUER

9 mar

Li esse texto e resolvi compartilhar com vocês.

“Às vezes me flagro imaginando um homem hipotético que descreva assim a mulher dos seus sonhos:

“Ela tem que trabalhar e estudar muito, ter uma caixa de e-mails sempre lotada. Os pés devem ter calos e bolhas porque ela anda muito com sapatos de salto, pra lá e pra cá. Ela deve ser independente e fazer o que ela bem entende com o próprio salário: comprar uma bolsa cara, doar para um projeto social, fazer uma viagem sozinha pelo leste europeu. Precisa dirigir bem e entender de imposto de renda. Cozinhar? Não precisa! Tem um certo charme em errar até no arroz. Não precisa ser sarada, porque não dá tempo de fazer tudo o que ela faz e malhar.

Mas acima de tudo: “ela tem que ser segura de si e não querer depender de mim, nem de ninguém.”

Pois é. Ainda não ouvi esse discurso de nenhum homem. Nem mesmo parte dele. Vai ver que é por isso que estou solteira aqui, na luta.

O fato é que eu venho pensando nisso. Na incrível dissonância entre a criação que nós, meninas e jovens mulheres, recebemos e a expectativa da maioria dos meninos, jovens homens,  homens e velhos homens.

O que nossos pais esperam de nós? O que nós esperamos de nós? E o que eles esperam de nós?

Somos a geração que foi criada para ganhar o mundo. Incentivadas a estudar, trabalhar, viajar e, acima de tudo, construir a nossa independência. Os poucos bolos que fiz na vida nunca fizeram os olhos da minha mãe brilhar como as provas com notas 10. Os dias em que me arrumei de forma impecável para sair nunca estamparam no rosto do meu pai um sorriso orgulhoso como o que ele deu quando entrei no mestrado. Quando resolvi fazer um breve curso de noções de gastronomia meus pais acharam bacana. Mas quando resolvi fazer um breve curso de língua e civilização francesa na Sorbonne eles inflaram o peito como pombos.

Não tivemos aula de corte e costura. Não aprendemos a rechear um lagarto. Não nos chamaram pra trocar fralda de um priminho. Não nos explicaram a diferença entre alvejante e água sanitária. Exatamente como aconteceu com os meninos da nossa geração.

Mas nos ensinaram esportes. Nos fizeram aprender inglês. Aprender a dirigir. Aprender a construir um bom currículo. A trabalhar sem medo e a investir nosso dinheiro.  Exatamente como aconteceu com os meninos da nossa geração.

Mas, escuta, alguém  lembrou de avisar os tais meninos que nós seríamos assim? Que nós disputaríamos as vagas de emprego com eles? Que nós iríamos querer jantar fora, ao invés de preparar o jantar? Que nós iríamos gostar de cerveja, whisky, futebol e UFC? Que a gente não ia ter saco pra ficar dando muita satisfação? Que nós seríamos criadas para encontrar a felicidade na liberdade e o pavor na submissão?

Aí, a gente, com nossa camisa social que amassou no fim do dia, nossa bolsa pesada, celular apitando os 26 novos e-mails, amigas nos esperando para jantar, carro sem lavar, 4 reuniões marcadas para amanhã, se pergunta “que raio de cara vai me querer?”.

“Talvez se eu fosse mais delicada… Não falasse palavrão. Não tivesse subordinados. Não dirigisse sozinha à noite sem medo. Talvez se eu aparentasse fragilidade. Talvez se dissesse que não me importo em lavar cuecas. Talvez…”

Mas não. Essas não somos nós. Nós queremos um companheiro, lado a lado, de igual pra igual. Muitas de nós sonham com filhos. Mas não só com eles. Nós queremos fazer um risoto. Mas vamos querer morrer se ganharmos um liquidificador de aniversário. Nós queremos contar como foi nosso dia. Mas não vamos admitir que alguém questione nossa rotina.

O fato é: quem foi educado para nos querer? Quem é seguro o bastante para amar uma mulher que voa? Quem está disposto a nos fazer querer pousar ao seu lado no fim do dia? Quem entende que deitar no seu peito é nossa forma de pedir colo? E que às vezes nós vamos precisar do seu colo e às vezes só vamos querer companhia pra um vinho? Que somos a geração da parceria e não da dependência?

E não estou aqui, num discurso inflamado, culpando os homens. Não. A culpa não é exatamente deles. É da sociedade como um todo. Da criação equivocada. Da imagem que ainda é vendida da mulher. Dos pais que criam filhas para o mundo, mas querem noras que vivam em função da família.

No fim das contas a gente não é nada do que o inconsciente coletivo espera de uma mulher. E o melhor: nem queremos ser. Que fique claro, nós não vamos andar para trás. Então vai ser essa mentalidade que vai ter que andar para frente. Nós já nos abrimos pra ganhar o mundo. Agora é o mundo tem que se virar pra ganhar a gente de volta.”

Autoria: Ruth Manus

Bjs

Nanda

Homens fortes x homens fracos

25 jan

Recebi esse texto por aí e quis comoartilhá-lo com vocês pois considerei a mensagem final, a mais pura realidade.

“Homens de 18 anos pilotavam caças spitfire para defender Londres, que era bombardeada por pilotos da Luftwaffe, de 19 anos.

Com a guerra milhões morreram e os que sobreviveram voltaram para casa e tiveram que trabalhar duro para reconstruir seus países, tiveram filhos e envelheceram.

Comiam o que tinha pra comer.

Economizavam o que podiam e cuidavam e suas famílias.

Hoje a adolescência vai até os 35 anos.

Muitas crises.

Mundo cruel.

Muitas decisões.

Muita pressão.

Tudo o que fora construído, até hoje, está errado.

Caras de 30 anos tomam toddynho, fazem depilação, usam óleos especiais na barba – desenhada. Praticam Tai Chi Chuan ou treinam Muay Thay.

Não vestem couro, mas cânhamo.

Depois de uma semana árdua de trabalho, de 6 horas com 2 de almoço – digitando em teclados ergonômicos, ou projetando maçanetas menos estressantes para o mundo moderno, ou traduzindo poemas húngaros, ou atualizando blogs, reúnem-se com amigos, igualmente estressados em bares modernos – com ar condicionado, com mesas posicionadas segundo feng chui, ao som de gemidos de baleias ou de gaivotas imperiais de Vancouver ou de uma cachoeira de alguma serra que ninguém conhece.

Discutem problemas modernos. Para os quais têm todas as soluções. São delfins, gente que faltava para o mundo melhorar. Pena que chegaram tarde,.

Pedem suflê de mandioquinha com alho poró, com traços de curry e framboesa selvagem – e harmonizam-na com caipirinha de aguardente de alecrim, com mixed de saquê e vinho crianza catalão, com adoçante natural destilado da casca da mini-jaca colombiana.

Finalizam com uma taça de café gourmet gelado (descafeinado, é claro), aromatizado com favas de baunilha de madagascar e raspas de limão siciliano – curtido no vapor de madeira verde (reciclada) da margem esquerda do rio Loire, cortada na primeira semana do outono.

O fim da night sarau de haicais nas ruínas de uma antiga fábrica ou em um terreno baldio, ou então a performance de algum grande diretor revolucionário desconhecido nu (por ser incompreendido e perseguido pela mídia/crítica burguesa pró-Temer e pró -Trump) que pinta o corpo de idosas igualmente nuas com tinta ecológica elaborada com pigmentos de terra trazida da Córsega, tendo ao fundo fotos – em preto e branco – de um fotógrafo cego – que não tem seu olhar moldado pelas convenções.

Chega em casa – liga a TV – coloca no canal alemão – embora não saiba sequer o presente do infinitivo do verbo Sein. Dorme com camiseta de campanha israelense (comprada de um turco numa viagem a Madrid) e meias pucket – uma de cada cor. Acorda de madrugada – toma água aromatizada, come meio polenguinho, e volta pra cama, mas não consegue dormir – indignado com a operação Lava Jato ou com a crise – orquestrada – na Venezuela.

Sofre, acorda com olheiras, toma um toddynho, pensa em chamar o Uber. Desiste, vai de bike. No caminho recebe a ligação da mãe. Chora e pede pra passar na casa dela depois do trabalho, pra comer peras e par que assistam juntos star trek.

Esse mundo é maravilhoso?”

(Anônimo)

“Tempos difíceis criam homens fortes. Homens fortes criam tempos fáceis. Tempos fáceis criam homens fracos. Homens fracos criam tempos difíceis. ”

(Anônimo)

Bjs

Nanda

Todo mundo é um pouco doido

5 set

Ninguém nesse mundo é totalmente correto ou perfeito. Cada um, com sua forma de vida, precisa de momentos para sair da linha e se perder em suas loucuras.

Mesmo aquelas pessoas , exemplos de família, perfeccionistas e cobradoras de si mesmas necessitam de momentos de falta de lucidez, de perda da razão e do raciocínio lógico.

A loucura é inerente ao ser humano normal. Não existe alguém que seja 100% perfeito, totalmente correto sem aproveitar seus momentos de uma “lucidez louca”.

Transgredir as regras, desrespeitar as leis e ter a liberdade testada nos seus limites é o oxigênio de vida para os homens e mulheres. É preciso errar para saber onde e como acertar.

Bjs

Nanda

A maldade do ser humano

8 set

Fico cada dia mais admirada com as maldades do mundo e dos seres humanos. São histórias tão cabeludas que ouvimos nos jornais que é até difícil de acreditar como a humanidade ainda tem um futuro.

Como pode uma briga entre crianças de apenas nove anos resultar em morte? Uma inocente brincadeira de bolinha de papel… Uma vida se foi, e outras também se foram pois a culpa e o remorso não perdoaram.

Como pode uma criança inocente morrer envenenada com um achocolatado por causa da briga entre dois loucos? Será que o mais louco não mediu as consequências do seu ato? E essa mãe e esse pai desesperados?

Como pode meninas serem estupradas por grupos de homens como se fossem objetos ou não tivessem vontade ou direito de escolha? 

Como pode filhos matarem seus pais pelo direito à herança ou por birra ou pela educação que deixaram de ter?

Voltamos a idade da pedra, vivemos em uma selva, cada um por si e salve-se quem puder!

Bjs

Nanda 

Falta de romantismo

4 ago

imageNão estou escrevendo sobre conto de fadas ou mocinhas de novelas. É claro que vivo no mundo real. Aliás, sou uma pessoa bem prática e objetiva. Mas, não nego que me surpreendo com a falta de romantismo dos dias de hoje.

Cavalheiros são homens em extinção. O envio de cartões, flores, chocolates e mimos são gestos raros e, muitas vezes considerados antiquados. O jogo funciona com cada um no seu quadrado, pensando nos seus interesses e em suas prioridades.image

Por mais pé no chão que eu seja ainda me surpreendo com a falta de casais admirando a lua ou contando as estrelas ou, simplesmente trocando juras de amor admirando qualquer paisagem.

imageAcho que dá para ficar um pouco saudosa dos tempos dos poemas e cartinhas de amor. O que será dessa nova geração?

Bjs

Nanda

Família se arrumando

24 abr

imageVamos sair…

Duas horas antes a mãe começa o processo de arrumação. Escolhe as roupas de cada um, verifica se todas estão passadas, arruma a sua bolsa e imagina todo o seu make up. E o marido está assistindo um filminho na TV.

Uma hora e meia antes e é hora de por as crianças no banho. Arruma uma, arruma outra. Ouve a reclamação de uma por causa da roupa, escuta a outra reclamando por causa do cabelo. Resolve todos os problemas e deixa as meninas duas princesas. E o marido continua assistindo o seu filminho na TV.

Quarenta e cinco minutos antes e ela entra no banho, seca o cabelo e começa a se maquiar. Nesse meio tempo uma das meninas se sujou tomando suco. E lá vai ela ver se dá para salvar a roupa da pequena. Ufa! Deu certo. Tudo resolvido e ela volta a se maquiar. Agora o marido resolveu entrar no banho.

Maquiagem é um negócio que demora. E o cabelo também. Mas, vamos ao vestido… Quando ela vai se olhar no espelho o marido grita: ainda não está pronta? Faz duas horas que você começou a se arrumar e ainda não terminou. Haja paciência! E ela pega o primeiro sapato que encontra, esquece de passar perfume e fica pensando: “Quem é mesmo que tem que ter muita paciência por aqui?!”

Homens são todos iguais….

Bjs

Nanda

Quando será que os homens vão entender a TPM das mulheres?

24 set

imageTem gente que diz que o “Tempo para matar” das mulheres é um período para enlouquecer a cabeça dos homens. Ou que ficamos mais enlouquecidas apenas para atingi-los. Mas, na verdade, não é nada disso.

A nossa tensão pré- menstrual é um período no qual os nossos hormônios fogem ao nosso controle e, portanto, ficamos um tanto quanto mais sensíveis a todos os tipos de imagesentimentos. Podemos ficar mais eufóricas, mais tristes, mais rabugentas, mais angustiadas, mais antipáticas, mais ranzinzas, mais chatas, mais choronas, mais incompreensíveis, etc. Ou, tudo junto ao mesmo tempo!

Não tem chá de camomila, suco de maracujá ou calmante que resolva os nossos problemas. Eles, simplesmente, se transformam em gigantes irresolvíveis, em dramas incontestáveis, sem soluções e maiores que o de qualquer pessoa. Nos sentimos como se carregássemos o peso do mundo nas nossas costas e, claro, ninguém nos ajuda. Nesse momento, todos os membros da família são as piores pessoas do mundoooooo.

imagePara reverter a situação???? Só esperar o ciclo passar. Mas, para não piorar a situação, que tal um pouco de cafuné, denguinho, palavras carinhosas e um olhar compreensivo dizendo que estamos sempre com a razão? Ah! Um chocolate tambem ajuda a amenizar a tensão.

Bjs

Nanda

Teorema da Mulher x Problema

14 ago

imageAlguns dizem que a mulher é o sexo frágil, outros dizem que é a causa de todos os males. Seja como for, a maioria dos Homens não vive sem nós, mulheres.

Estava refletindo sobre o seguinte teorema que recebi:

1) Para encontrar uma mulher é preciso de tempo e dinheiro:

Mulher=Tempo x Dinheiro

2) Tempo é dinheiro:

Tempo = Dinheiro

3) Então:

Mulher = (Dinheiro)²

4) Dinheiro é a raiz de todos os problemas. Logo:
_________
Dinheiro =V Problemas

5) resumindo:
_________
Mulher = ( V Problemas) ²

Mulher = Problemas

image.

E, dentre todas as hipóteses, a única em que eu realmente concordo é que tempo é dinheiro. Pelo menos, o meu tempo vale muitoooooo dinheiro!

Sobre as demais hipóteses, discordo totalmente. Não é necessário image<atempo e nem dinheiro para se encontrar uma mulher. Mesmo nos locais mais esdrúxulos existe a possibilidade do cupido nos flechar. E a criatividade e o romantismo superam toda a falta de dinheiro. Não existe programa melhor que um filme a dois comendo pipocas.

Agora, falar que dinheiro é a raiz de todos os problemas é um grande exagero. O dinheiro é a solução para a grande maioria deles. Excluindo a nossa saúde, o amor e a amizade, todo o resto se resolve com o dinheiro. Então, problema mesmo é a falta dele!

E, para resumir, se mulher fosse mesmo um grande problema na vida de um homem, não existiriam tantos casamentos e recasamentos! Aquele que pensa dessa forma é um grande babaca que não merece a mulher que tem!!!!!

Bjs

Nanda

Mala masculina

8 jul

imageJá falei da dificuldade em preparar uma mala para viagem mas, esqueci de especificar que nem todas as malas são feitas da mesma forma. A maioria das malas dos homens é feita de um jeito muito mais simples.

Normalmente, eles contam o número de dias que ficarão viajando e colocam uma meia, uma cueca e uma camisa polo para cada dia. Acrescentam uma calça jeans para cada cinco dias e um traje para eventos sociais. Vão calçados com um sapatênis e levam um sapato social e um outro tênis.

Os mais organizados ou aqueles que tem ajuda feminina levam uma necessaire com sabonete, escova de dente, creme dental, pente, barbeador e perfume. Outros já pensam que isso não é coisa de homem.

Jamais eles lembram de levar sunga, pijamas, sandálias, remédios, shampoos, condicionadores, protetores solar, hidratantes ou qualquer coisa parecida.

Não é à toa que a mala deles é tão simples, leve e fácil de ser organizada.

Bjs

Nanda

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