Plano de vida

6 fev

Sou uma pessoa extremamente planejada e procuro levar a minha vida de forma bem organizada. Gostei quando vi essa foto e resolvi escrever.

1. Faça o que é certo, não o que é fácil. O nome disso é ética.

Geralmente, aquilo que é mais fácil não corresponde ao melhor para a gente, menos ainda ao que é correto. Portanto, devemos procurar agir com consciência e exercer o nosso melhor.

2. Para realizar coisas grandes, comece pelas pequenas. O nome disso é planejamento.

Devemos sempre pensar grande, planejar bem o nosso futuro, buscar nossas vitórias mas, não devemos esquecer que a vida é feita de etapas e que cada passo é um grande avanço.

3. Aprenda a dizer não. O nome disso é foco.

Não podemos desviar a nossa atenção daquilo que realmente importa. Avaliar os pedidos que chegam até nós e saber dizer não é uma virtude necessária.

4. Parou de ventar, comece a remar. O nome disso é garra.

Na hora da dificuldade precisamos buscar forças para seguir em frente. Vencer os obstáculos trará um sabor especial à nossa vitória.

5. Não tenha medo de errar, nem de rir dos seus erros. O nome disso é criatividade.

Cometer erros faz parte do nosso aprendizado. São eles que nos transformam em pessoas melhores.

6. Sua melhor desculpa não pode ser mais forte que seu desejo. O nome disso é vontade.

A vontade em fazer ou construir algo deve tão forte que nada e nem ninguém poderá nos deter.

7. Não basta ter iniciativa. Também é preciso ter “acabativa”. O nome disso é efetividade.

Eu, como típica ariana, crio, penso e inicio as coisas. Mas, cadê a paciência para concluí-las? A conclusão delas é muito importante para a realização pessoal.

8. Se você acha que o tempo voa, trate de ser o piloto. O nome disso é produtividade.

Tempo é uma questão de prioridade. Devemos gerenciá-lo a nosso favor.

9. Desafie-se um pouco mais a cada dia. O nome disso é superação.

Não se acomode com o básico. O desafio é o combustível da vida.

10. Para todo “game over” existe um “play again”. O nome disso é vida.

O recomeço é o segredo de tudo.. Vida nova sempre!

Bjs

Nanda

Os onze mandamentos do Sr. Fernando Quagliato

5 fev

Vi essas dicas pela internet e resolvi compartilhar. São dicas preciosas para qualquer empresário.

“ 1. Só investir com dinheiro próprio ou com subsídio muito grande. A juros de mercado, nunca.

2. Manter liquidez para não vender por precisão, só por opinião.

3. Se o governo tem culpa, mas quem quebra é você, o consolo é pouco. Procure soluções, e não culpados.

4. Produza mais o que você produz bem. Quem tem coelho, café, milho e romã, acaba desperdiçando esforços. A diversificação é um perigo. O pato voa, nada e anda. E não faz nenhuma das coisas bem feita.

5. O negócio precisa prestar. O mais eficiente produtor de rapé, desapareceu faz tempo. O bom negócio pode ser mal administrado e ainda assim dar dinheiro. O mau negócio não adianta ser bem administrado porque não dá dinheiro.

6. Em princípio, todo produtor pode utilizar melhor seu equipamento – do trator a terra.

7. A terra, como reserva de valor, é obsoleta. Compre terra pelo valor de uso ou arrende. E, se comprar, sempre com recursos próprios.

8. Fique de olho no mercado. 10% a menos na hora de comprar e 10% a mais na hora de vender. Em dez anos é uma fazenda nova.

9. Se você perder o sono por causa de uma operação especulativa, desfaça a operação. O negócio presta só se você puder dormir à noite.

10. Nunca tente vender no pico ou comprar no fundo do poço. Só os mentirosos conseguem isso.

11. Não é só com novas aquisições de máquinas e mão de obra que uma empresa tem sucesso, mas sim com um melhor aproveitamento do que nela existe. “

Bjs

Nanda

Iemanjá

2 fev

Dia dois de fevereiro é dia de festa no mar…

Eu e o mar temos uma ligação muito forte e inexplicável. Só sei que nos amamos e nos atraímos. Não vivo sem ele.

Desde o primeiro momento, após o despertar, olho para o horizonte e vejo aquela imensa quantidade de água. Ainda me surpreendo!

O banho de mar, debaixo do nosso sol escaldante me energiza. A água salgada faz bem ao meu corpo e à minha alma também.

Hoje, é o dia de Yemanjá, a rainha das águas. A ela todo o meu respeito. O Rio Vermelho deve estar lindoooo.

Bjs

Nanda

Dia de montanha-russa

1 fev

Adorooooooooooooo!!!!!!!!

Não entendo quem não gosta de sentir a sensação de arrepio quando estamos em uma montanha-russa. Até parece um pouco com o ritmo normal da vida, cheio de altos e baixos.

As subidas geram momentos de suspense, quando não sabemos o que está para acontecer. Retrata os momentos de ansiedade das nossas vidas e o nosso jogo de cintura para lidar com as surpresas da vida.

Já as descidas geram momentos de pânico, para alguns ou de adrenalina, para outros. A emoção está à flor da pele e a sensação é bem parecida com a de quem está vivendo um grande problema ou até, de uma grande paixão.

Me divirto nas montanhas-russas, ainda mais quando estou ao lado da família. Sinto borboletas na barriga e me deixo ser levada pelas sensações. Entro no ritmo de sobe e desce e aproveito o momento.

E quando acaba, tenho gosto de quero mais. Me deixa viver minha aventura nessa montanha-russa!!!!!!!!

Bjs

Nanda

Admiração

31 jan

Vários sentimentos envolvem um casal. Tudo começa pela atração, quando o olhar não consegue ser desviado. A paixão toma conta da vida dos dois e as borboletas na barriga não se cansam de voar.

Com o tempo outros sentimentos surgem, tais como: o amor, a admiração e a amizade. Todos eles se complementam e justificam a união duradoura do casal. Mas, e quando falta um deles? Como sobreviver?

Muitos relacionamentos sobrevivem por longos anos mesmo na falta da paixão ou do amor. Mas, para mim, a admiração é o principal dos sentimentos. Quando admiramos uma pessoa pelo que ela é, pela sua trajetória de vida ou pelo que ela representa para nós, criamos raízes profundas nas nossas relações.

Porém, se a admiração se for… Se deixarmos de olhar aquela pessoa com o brilho nos nossos olhos, não existirá força que salve a união. Então, que a admiração seja cuidada com os gestos atenciosos e gentis todos os dias.

Bjs

Nanda

O que é do homem o bicho não come

30 jan

Dizem os mais velhos que “o que é do homem o bicho não come”. Esse é um ditado muito apropriado quando desejamos muito alguma coisa e precisamos acalmar a nossa ansiedade.

Já aprendi que não adianta “colocarmos o carro na frente dos bois” pois, somente “o peru morre de véspera”. Além do mais, devemos “abanar o nosso carvão molhado” e resolver nossos problemas da melhor forma possível.

Calma e sensatez para resolver as dificuldades que a vida nos traz e a certeza de que o que tem que ser será. Afinal de contas, nosso destino foi traçado na maternidade.

Querer e não poder, desejar e não conseguir, enfim… Tudo acontece no momento certo. E não adianta desespero pois o que tem que ser, será!

Bjs

Nanda

Frio x calor nas férias

29 jan

Gosto do frio e gosto do calor. Cada um tem seu dia, hora e lugar. E nessas férias consegui agradar todos os gostos. Férias de verão à beira mar e férias de inverno em pleno verão.

Dureza é fazer o corpo se acostumar a uma mudança tão brusca de temperatura. De repente, temos que empacotar o corpo que antes estava tão acostumado à quase nudez.

A cor da pele morena, curtida pelo sol também se queixa do frio repentino. Nem todo o creme do mundo consegue hidratar e acalmar o ressecamento da pele.

E o nariz que logo reclama da mudança de temperatura. Snif para cá e para lá todo o tempo.

Mas, vamos deixar de conversa fiada e curtir as férias que Deus me deu.

Bjs

Nanda

A semana foi assim…

26 jan

A minha semana foi assim…

Bjs

Nanda

Homens fortes x homens fracos

25 jan

Recebi esse texto por aí e quis comoartilhá-lo com vocês pois considerei a mensagem final, a mais pura realidade.

“Homens de 18 anos pilotavam caças spitfire para defender Londres, que era bombardeada por pilotos da Luftwaffe, de 19 anos.

Com a guerra milhões morreram e os que sobreviveram voltaram para casa e tiveram que trabalhar duro para reconstruir seus países, tiveram filhos e envelheceram.

Comiam o que tinha pra comer.

Economizavam o que podiam e cuidavam e suas famílias.

Hoje a adolescência vai até os 35 anos.

Muitas crises.

Mundo cruel.

Muitas decisões.

Muita pressão.

Tudo o que fora construído, até hoje, está errado.

Caras de 30 anos tomam toddynho, fazem depilação, usam óleos especiais na barba – desenhada. Praticam Tai Chi Chuan ou treinam Muay Thay.

Não vestem couro, mas cânhamo.

Depois de uma semana árdua de trabalho, de 6 horas com 2 de almoço – digitando em teclados ergonômicos, ou projetando maçanetas menos estressantes para o mundo moderno, ou traduzindo poemas húngaros, ou atualizando blogs, reúnem-se com amigos, igualmente estressados em bares modernos – com ar condicionado, com mesas posicionadas segundo feng chui, ao som de gemidos de baleias ou de gaivotas imperiais de Vancouver ou de uma cachoeira de alguma serra que ninguém conhece.

Discutem problemas modernos. Para os quais têm todas as soluções. São delfins, gente que faltava para o mundo melhorar. Pena que chegaram tarde,.

Pedem suflê de mandioquinha com alho poró, com traços de curry e framboesa selvagem – e harmonizam-na com caipirinha de aguardente de alecrim, com mixed de saquê e vinho crianza catalão, com adoçante natural destilado da casca da mini-jaca colombiana.

Finalizam com uma taça de café gourmet gelado (descafeinado, é claro), aromatizado com favas de baunilha de madagascar e raspas de limão siciliano – curtido no vapor de madeira verde (reciclada) da margem esquerda do rio Loire, cortada na primeira semana do outono.

O fim da night sarau de haicais nas ruínas de uma antiga fábrica ou em um terreno baldio, ou então a performance de algum grande diretor revolucionário desconhecido nu (por ser incompreendido e perseguido pela mídia/crítica burguesa pró-Temer e pró -Trump) que pinta o corpo de idosas igualmente nuas com tinta ecológica elaborada com pigmentos de terra trazida da Córsega, tendo ao fundo fotos – em preto e branco – de um fotógrafo cego – que não tem seu olhar moldado pelas convenções.

Chega em casa – liga a TV – coloca no canal alemão – embora não saiba sequer o presente do infinitivo do verbo Sein. Dorme com camiseta de campanha israelense (comprada de um turco numa viagem a Madrid) e meias pucket – uma de cada cor. Acorda de madrugada – toma água aromatizada, come meio polenguinho, e volta pra cama, mas não consegue dormir – indignado com a operação Lava Jato ou com a crise – orquestrada – na Venezuela.

Sofre, acorda com olheiras, toma um toddynho, pensa em chamar o Uber. Desiste, vai de bike. No caminho recebe a ligação da mãe. Chora e pede pra passar na casa dela depois do trabalho, pra comer peras e par que assistam juntos star trek.

Esse mundo é maravilhoso?”

(Anônimo)

“Tempos difíceis criam homens fortes. Homens fortes criam tempos fáceis. Tempos fáceis criam homens fracos. Homens fracos criam tempos difíceis. ”

(Anônimo)

Bjs

Nanda

Sem maquiagem

24 jan

A vida corrida na cidade grande faz com que estejamos arrumadas e prontos para tudo que possa acontecer. Mal acordo e um corretivo de olheiras já é aplicado nos olhos. Me sinto nua sem ele.

Depois da academia e de um banho revigorante, toda a maquiagem é distribuída e assim permaneço o dia inteiro. Pronta para o mundo.

Mas, quando chega o verão, tudo muda. O sol nos deixa mais bonita e toda a maquiagem pode ser dispensada. Passamos os dias com a cara lavada e a beleza mais natural.

Estou aproveitando meu momento de cara limpa, relembrando os bons tempos de adolescente e curtindo a praticidade de sair do jeito que acordei.

Vamos ver até quando isso vai durar!

Bjs

Nanda