Hoje é comemorado o dia mundial da pizza. Para mim, não existe um só domingo que não seja dia de comer pizza. No meu caso, mesmo que seja apenas uma fatia mas, eu preciso prová-la.
Dentre os milhões de sabores possíveis, o meu favorito sempre foi e sempre será a pizza de marguerita. A mistura de queijo, tomate e manjericão é a melhor de todas. Dispenso tudo o que se refere a calabresa, pepperoni e lombinho.
Quanto mais leve e fininha, melhor. Pode até ter uma borda mais espessa mas, o que realmente importa é o recheio.
Para variar um pouquinho, aceito a mistura de frango com catupiry, ou berinjela ou ainda, presunto com abacaxi. E aquela com queijo e goiabada para sobremesa é de lamber os beiços.
Apesar de hoje ser o dia mundial da pizza, vou deixar para comê-la no domingo. A dieta agradece!!!
Quando trabalhamos em equipe temos a obrigação de entender todos os processos de trabalho da empresa. Não adianta fazer apenas a nossa parte. Devemos entender o propósito de cada setor, dos resultados que a empresa busca, e de como funciona a sequência de trabalhos até chegar a entrega final.
Para que essa comunicação entre as equipes aconteça de forma harmônica é preciso que os processos de trabalho estejam bem estabelecidos e que todos estejam bem conscientes da importância da sua produção.
Dessa forma, é importante a realização de treinamentos, de encontros para esclarecimentos, de alinhamentos de conceitos e, principalmente, de que todos compreendam a realidade e as necessidades da empresa em que trabalham.
Vejo pessoas brigando por bobagens. Vejo famílias se desfazendo. Vejo amigos se afastando por não tolerar a forma de ser dos amigos. Vejo um mundo de destruição e intolerância.
E me pergunto: qual o valor da vida? O que realmente importa para a nossa felicidade? O que merece a nossa atenção e o que vale a pena o nosso desgaste?
Aprendi a ser leve, a relevar as atitudes alheias, a não me importar com coisas pequenas, a brigar pelo que realmente me importa. E, principalmente, não fazer julgamentos sem ouvir todos os lados e entender os mais variados pontos de vista.
Como o mundo seria melhor se todos pensassem assim!
Eu realmente nasci para ser Índia. Amo andar descalça o tempo todo. A sensação de liberdade é maravilhosa.
Em casa, não costumo usar sandálias. Os pés precisam sentir o contato do chão, até mesmo para confirmar que a casa está limpa.
Basta eu sentar no trabalho para tirar os pés dos sapatos e me sentir eu mesma. Até pequenas distâncias, costumo esquecer as sandálias.
O problema está em quando eu viajo… muito tempo calçada, muitas caminhadas e o resultado é o pior possível: bolhas nos pés. Não consigo nem olhar como os meus pés estão machucados!!!!
Eu não sei vocês mas, penso que viagem em família deveria fazer parte de toda a educação doméstica. A interação entre pais e filhos, fora do ambiente do lar, faz com que a família se conheça melhor.
São nos momentos mais descontraídos que ouvimos histórias que aconteceram com os filhos que, jamais saberíamos na vida cotidiana. São risadas gostosas e divertidas que ouvimos e nos surpreendemos. São comportamentos inusitados que nos causam admiração.
Conversas gostosas durante as refeições, papo descontraído dentro do carro, micos que nos fazem gargalhar.
Amo conhecer minha família e desfrutar da intimidade em momentos inesquecíveis fora de casa.
Meu Deus!!!!! Pisquei os olhos e já estamos na segunda metade do ano. O tempo está voando e, se não prestarmos atenção, a vida passa e nem vamos perceber.
Ontem era reveillon e o verão para iniciar o ano. Ontem era carnaval e a folia animava a cidade. Ontem foi semana santa e nos reunimos com a família. Ontem foi meu aniversário de 25 anos e eu comemorei como se não houvesse amanhã. Ainda ontem mesmo foi São João e curtimos o friozinho ao lado da fogueira.
E hoje, já estamos em julho. Serão dois meses de trabalho intenso e sem nenhum feriado para relaxar. O segundo semestre sempre vem acompanhado de muito trabalho e muita correria. É hora de produzir em um ritmo mais forte do que antes.
Que venha a segunda etapa de 2024 cheia de sucesso!!!!
Muita gente não entende o que foi a independência da Bahia quase um ano após o Brasil ter declarado a sua própria independência.
É que as coisas não eram tão simples assim. Não bastava dizer que era independente, tinha que ser, de fato. E, mesmo após o sete de setembro, forças resistentes portuguesas estavam na Bahia.
E, diferente da forma pacífica que Dom Pedro declarou: Independência ou Morte, na Bahia houve muita guerra e muitas mortes. Existiram vários heróis e a sensação de dever cumprido, não só com a Bahia mas, com todo o país.
Quando chego de viagem a coisa que mais quero é tirar férias de dois dias e ficar de pés para o alto, pensando na vida, relaxando e tomando coragem para voltar à rotina.
Viajar é bom, nos faz sair dos problemas e oxigenar a mente. O problema é que, em viagens, os dias passam rápido demais para o volume de atividades que queremos fazer. Ou seja, ficamos exaustos de corpo e relaxados de mente.
Então, na volta, precisamos curar a dor de coluna e nas pernas, os calos nos pés, as cutículas, pele e cabelo ressecados e, inclusive, o resfriado e tosse que sempre aparecem com a baixa de imunidade.
Só depois dessa cura estaremos prontos para cair na real novamente!
Todos os anos eu estabeleço algumas metas e acompanho o meu desempenho sobre elas durante os trimestres. Já me avaliei com relação a: felicidade, família, amigos, conhecimento, saúde, trabalho, etc….
A cada trimestre me surpreendia com os resultados alcançados e, tambem, com os não alcançados.
Este ano de 2024 eu tenho uma única meta:
Ser uma pessoa melhor!
“Quero continuar o meu caminho do bem, crescendo profissionalmente e ajudando a melhorar a vida daqueles que me rodeiam.
Quero continuar a ajudar meus familiares no que for possível para que a união e harmonia da família sejam parte do nosso cotidiano.
Quero ter mais tempo livre para me encontrar com amigos e ter momentos de leveza, risadas e lazer.
Quero mais momentos de ócio e relaxamento da cabeça e do corpo para que possa tomar as decisões mais sábias e coerentes.
Quero participar de algum projeto social e me doar para aqueles mais necessitados.
E vamos ver se consigo evoluir e me tornar uma pessoa melhor!”
Me avaliando:
E chegamos ao final do primeiro semestre do ano… Como será que me comportei? Será que estou no caminho certo para cumprir o meu planejamento?
O meu foco no trabalho está intenso e tenho me desenvolvido bastante. A cada dia são novos os aprendizados com as situações, com os colegas e com os clientes. E desafios, tambem. Ainda me surpreendo com as atitudes de muitos.
Acredito que consegui transformar o ambiente de trabalho para que as pessoas se sintam mais à vontade. Tento ajudar todos aqueles que me rodeiam e, me sinto feliz em ver os resultados que estou obtendo. Empatia é importante mas, tenho plena consciência que nunca agradarei a todos.
Família sempre foi o meu lema e ter a família unida me faz muito bem. Pena que nem sempre as coisas acontecem como nos nossos sonhos! Divergências fazem parte da vida mas, a maneira como lidar com elas é que define como escolhemos viver.
Trabalhar menos, ter mais ócio e me dedicar mais aos amigos são prioridades que tenho conseguido equilibrar. Fins de semana de ócio para esvaziar a mente, festas e fim de semana com as amigas, encontros com amigos de escola e viagens fizeram parte da minha rotina e compensaram o estresse da rotina.
Neste semestre consegui ajudar o próximo com muitas doações e acolhimento. Mas, ainda não estou satisfeita. Eu quero mais!!!
Quem não conhece alguem atrapalhado, esquecido, atrasado ou desesperado porque perdeu algo? Eu conheço várias pessoas e, inclusive, convivo com alguns.
Enquanto eu e a minha filha mais velha somos extremamente organizadas, planejadas e cumpridoras de horários. Tenho a caçula e o marido que são exatamente o oposto.
Todos os dias eles saem atrasados para os compromissos, não sabem onde deixaram as chaves, a carteira, os óculos ou, simplesmente, tudo o que possuem.
Me impressiono com a capacidade que eles possuem em não encontrar nada, em não saber onde deixaram as coisas e esquecerem dos compromissos assumidos.
Não possuem agenda, não se utilizam de notas ou caderninhos para anotar suas prioridades e, consequentemente, são considerados atrapalhados e confusos.
Enfim… só não perdem a cabeça pois ela está bem grudada ao pescoço.