Crianças crescendo

8 ago

Desde o nascimento, cada dia é um novo dia para as crianças. Vivem, adquirem experiência e novos aprendizados, e crescem.

Não deixam de crescer nem por um minuto sequer. Aprendem a andar, falar, correr e sobem degraus e superam dificuldades.

O problema é que o crescimento transforma e, a cada novo dia surpresas vão surgindo. Um dia a roupa está comprida e no outro, a calça já está “cotó”! Em um dia o sapato ainda está folgado e no dia seguinte, ele não entra mais no pé.

Ainda lembro quando comprei sapatos novos e lindos para o batizado da minha caçula e, no dia tão esperado, eles sequer entraram nos pés da minha princesa. Imagina o desespero!

Quando temos dois filhos do mesmo sexo, podemos aproveitar melhor e passar os objetos usados e que já não cabem mais de um filho para o outro. Fazemos um melhor uso do nosso dinheiro. Afinal de contas, os itens de vestuário infantil são muito caros.

Bjs

Nanda

Mesa de doces

7 ago

Adoro estar presente em festinhas infantis. Me divirto no ambiente e me delicio com as guloseimas. Espero ansiosamente pela hora dos parabéns para poder comer uns docinhos.

Só que , ultimamente, tenho ficado horrorizada com esse momento tão delicioso. Tenho observado um avanço de pessoas na mesa dos doces como se fosse a última ceia. Gente mal educada que não se lembra do próximo ou das regras de boas maneiras.

Vejo vários mulheres enlouquecidas, jogando as dietas para o alto e comendo quantos docinhos a barriga couber. Muitas saem com as mãos cheias e, até mesmo, as bolsas com uma reserva para o dia seguinte.

Em menos de cinco minutos não sobra nenhum docinho para aqueles que, educadamente, esperaram a confusão diminuir. E onde fica a educação doméstica? Quais os ensinamentos que desejamos passar para os nossos filhos?

A ansiedade é tanta que elas não conseguem nem esperar a hora de ir embora para receberem as lembranças. Será que isso é mesmo coisa de mãe?

Bjs

Nanda

Homem é bicho frouxo

6 ago

Fico imaginando como seria um homem grávido e na hora do parto. Como seria a reação às contrações, a agulhada para a anestesia e, principalmente, as dores do pós parto.

Não conheço um só homem corajoso na hora da dor e da doença. Geralmente, eles são mais manhosos, cheios de dengo e de frescuras. Transformam doenças simples em momentos “terminais”!

Um simples resfriado e a vida se acaba. Vão direto para baixo do edredom e esperam que todos cuidem dele como enfermeiros e um doente no leito da morte.

Uma simples gripe e já acham que se não tomarem antibiótico, vão partir dessa para melhor.

Não sou dramática e não tenho paciência com exageros. Cuido com carinho e muito amor mas, que os homens são frouxos para dor, ah! são!!!!

Bjs

Nanda

Quando me Tornei Invisível

3 ago

Vi esse texto e achei que devia compartilhar com você. É de cortar o coração!

“Já não sei em que datas estamos, nesta casa não há folhinhas, e na minha memória tudo está revolto. As coisas antigas foram desaparecendo.E eu também fui apagando sem que ninguém se desse conta.

Quando a família cresceu, trocaram-me de quarto. Depois, passaram-me para outro menor ainda acompanhada das minhas netas, agora ocupo o anexo, no quintal de trás.

Prometeram-me mudar o vidro partido da janela, mas esqueceram-se. E nas noites, que por ali sopra um ventinho gelado aumentam mais as minhas dores reumáticas.

Um dia à tarde dei conta que a minha voz desapareceu. Quando falo, os meus filhos e netos não me respondem. Conversam sem olhar para mim, como se eu não estivessem com eles. Ás vezes digo algo, acreditando que apreciarão os meus conselhos, mas não me olham, nem me respondem, então retiro-me para o meu canto, antes de terminar a caneca de café. Faço isso para que compreendam que estou triste e para que me venham procurar e me peçam perdão…

Mas ninguém vem . No dia seguinte disse lhes:

– Quando eu morrer, então sim vocês irão sentir a minha falta.

E meu neto perguntou:

– Estás viva avó? ( rindo)

Estive três dias a chorar no meu quarto, até que numa certa manhã, um dos netos entrou para guardar umas coisas velhas. Nem bom dia me deu , foi então que me convenci de que sou invisível.

Uma vez os netos vieram dizer-me que iriamos passear ao campo. Fiquei muito feliz, fazia tanto tempo que não saía!

Fui a primeira a levantar, quis arrumar as coisas com calma, afinal nós velhos somos mais lentos, assim arranjei-me a tempo de não atrasá-los. Em pouco tempo, todos entravam e saíam correndo da casa, atirando bolas e brinquedos para o carro.

Eu já estava pronta e muito alegre, parei na porta e fiquei à espera. Quando se foram embora, compreendi que eu não estava convidada, talvez porque não cabia no carro. Senti que o coração encolhia e o queixo tremia, como alguém que tinha vontade de chorar. Eu os entendo, são jovens, riem, sonham, se abraçam, se beijam e eu e eu…. Antes beijava os meus netos, adorava tê-los nos braços, como se fossem meus. E até cantava canções de embalar que tinha esquecido. Mas um dia…

Um dia a minha neta que acabava de ter um bébé me disse que não era bom que os velhos beijassem os bébés por questões de saúde. Desde então, não me aproximo mais deles, tenho tanto medo de contagia-los! Eu não tenho magoa deles , eu perdoo a todos , porque que culpa têm eles, de que eu tenha me tornado invisível?”

Texto original – ” El dia que me volvi invisible ”

Autora-Silvia Castillejon Peral

Bjs

Nanda

Decoração de casa

2 ago

Quando pensamos em casa nova não imaginamos o trabalhão que teremos pela frente. Para ficar tudo bonito e de acordo com o nosso gosto é preciso muita dedicação.

A decoração de uma casa não se resume à escolha do piso, revestimentos e cor da pintura. Cada detalhe fará parte do nosso dia a dia e, quanto mais de acordo com nossos gostos, melhor.

São tantos os detalhes que a ajuda de um profissional da área pode ajudar bastante. Detalhes do forro de gesso e da iluminação, com certeza, fazem a diferença. Sistema de áudio, vídeo, internet e automação podem parecer frescura mas facilitam a vida e deixam o convívio mais agradável.

Os objetos de decoração, móveis e cortinas são a cereja do bolo. Eles embelezam o ambiente, proporcionam a definição da personalidade da casa e traduzem o estilo de vida dos seus donos.

Não nego que o trabalho é difícil mas, por outro lado, tudo é muito saboroso. Difícil é conciliar com os gostos do marido e encontrar um meio termo para tudo.

Bjs

Nanda

Reunião de escola dos filhos

1 ago

Um grupo de mães se reúne sobre a mediação de um coordenador na escola. Hora de discutir assuntos relacionados à educação dos nossos filhos.

Ouvimos a avaliação quantitativa e, também, qualitativa da turma. Não apenas o desempenho das notas mas, também, sobre o comportamento e disciplina dos adolescentes.

Nem sempre estamos preparadas para ouvir o que ouvimos. Em algumas situações, nos surpreendemos com algumas observações e questionamos se aqueles comentários estão mesmo relacionados aos nossos filhos.

Eu costumo dizer que nós, mães, precisamos abrir as nossas cabeças para as modernidades atuais e acompanhar de perto o comportamento dos jovens, seus costumes e preferências. Só assim podemos entendê-los e ajudá-los a se tornarem adultos melhores.

Bjs

Nanda

Debaixo do edredom

31 jul

Quem não gosta de dormir debaixo de um edredom bem macio, em um quarto escurinho e bem frio??? Eu amoooooo!

Adoro fazer um ritual antes do meu sono reparador. Não adianta que não consigo dormir em uma cama bagunçada, com lençóis descoordenados, sem combinação. Sou capaz de ter insônia à noite inteira.

Gosto de uma cama bem linda, daquelas que vemos nas revistas de decoração e nas novelas da TV. Edredom, saias, rendas e babados fazem parte das minhas escolhas. O tipo do lençol também importa e muito. Quanto mais fios, melhor!

Tudo deve estar lindo para que a hora de deitar esteja ligada diretamente ao prazer e relaxamento que terei. Entro debaixo do edredom e só saio de lá na manhã seguinte, totalmente relaxada e pronta para mais um dia de labuta.

Bjs

Nanda

Colegas de escola

30 jul

Dizem que os amigos da época de escola são para a vida inteira. Podem ser considerados como bem verdadeiros já que a amizade é construída em um momento em que ainda não somos ninguém e não existe outro interesse que não o da simples amizade.

Reencontrar esses amigos traz de volta o sentimento de nostalgia, da época de adolescência, dos anos que já ficaram para trás.

Poder encontrar, abraçar e comemorar com pessoas que não encontramos no nosso cotidiano rejuvenesce a nossa alma e nos transforma. Paramos para refletir sobre quem fomos um dia e em quem nos tornamos.

Agradeço todos os dias por poder ainda estar junto de amigos conquistados durante uma vida inteira. Obrigada pelos nossos encontros! Amo todos vocês!

Bjs

Nanda

Cada um com sua loucura

27 jul

Dizem que todos nós somos loucos, cada um a seu jeito. Afinal de contas, se formos muito certinhos, a vida perde seus encantos.

Eu não sou mesmo normal. Tenho cá as minhas loucuras e manias. Há quem me ame assim. Há também aqueles que me detestam. Pensam que eu me importo? Nem um pouquinho!

Quem me conhece sabe que vivo buscando a perfeição. Gosto de tudo muito organizado e me sinto agoniada quando vejo as coisas fora do lugar. Até um manual de arrumação da casa eu já escrevi. Cada coisa no seu lugar e tudo organizado pelo degradê das cores.

Sou apaixonada pelos supérfluos da vida. Gosto de perfumes e jamais consigo usar uma única fragrância. Sou louca por maquiagem e, não sou fiel a marcas ou cores. Posso estar com batom vermelho em um dia, vinho no outro ou até nude, vez em quando.

Bolsas, sapatos e óculos são os meus pontos fracos. Nada de apego a um único fiel escudeiro. O lema sempre é variar!

Qual a loucura de vocês?

Bjs

Nanda

Dia das avós

26 jul

Ser pai e mãe já é muito bom. Imagino que ser avó e avô deve ser melhor ainda. Amor de avó é incondicional, totalmente doado, puro e intenso.

Imagino como deve ser bom cuidar dos netos, rir e fazer graça, fazer dengo e vontades, sem a preocupação e desgaste de ter a obrigação de educar.

Lembro de como eu achava e ainda acho bom ter avó. Elas eram meu porto seguro, para o colo de quem eu corria quando estava em apuros ou quando meus pais brigavam comigo. Era o dengo de quem eu procurava para a realização das minhas vontades.

Dia na casa da vovó era sinônimo de comilança. Todos os doces que eu gostava estavam à minha espera e disposição. Me empanturrava com tantas guloseimas.

Desejo um Feliz Dia a todas as vovós!

Bjs

Nanda