O mundo é feito de diversidade e seremos muito mais felizes se aprendermos a conviver com as diferenças.
Amo o vermelho, tanto nas unhas, no batom, nas roupas e até em enfeites da casa. Os demais preferem os tons de bege, ou como eu costumo dizer: cor de nada com nada.
Amo me expor, falar, dar opinião, palestrar, estar no centro das atenções. Já outros são mais reclusos, bichos do mato, querem até ser invisíveis.
No fim, o que importa é que um não pode modificar a forma do outro ser e ambos devem respeitar as personalidades de cada um. Se a vida for levada dessa forma tudo fica mais leve.
Acabou o carnaval, fevereiro se foi, o ano começou. Eu até já desejei feliz ano novo de novo!
Agora é hora de arrumar a casa, de organizar armários e gavetas, de jogar as tralhas fora. Momento perfeito para arrumar os espaços para o ano que está começando, abrir a casa e o coração para boas energias.
Gosto de renovar o estilo de viver e de me vestir, vamos redecorar a casa, doar as peças que não usamos mais, levar aquelas para o conserto para que ainda possamos aproveitar.
É hora de renovar, de reciclar, de reusar! Vamos lá!
Será que quando nós éramos adolescentes agíamos da mesma forma que os jovens de hoje?
Não há limite, não há o bastante, nunca fazemos o suficiente para agradá-los. Eles querem sempre mais e estão eternamente insatisfeitos.
Como estamos criando nossos filhos se não conseguimos estabelecer simples limites? Como eles se tornarão adultos insaciáveis e seguirão suas vidas? Frustrados? Depressivos?
Como podemos prepará-los para as dificuldades da vida para que enfrentem as dificuldades e não sofram quando não atingirem seus objetivos? Fica a questão!
Definitivamente, não existe uma receita ideal para a educação de um filho. Tudo vai depender do ambiente familiar, das prioridades, das experiências dos pais e das personalidades de cada filho.
Recomendo que cada um tome conta de sua vida, dos seus filhos, avalie suas atitudes e exerça a educação dos filhos da forma que melhor lhe convier.
Não dá para fazer críticas e julgamentos pois a vida é um círculo e aquilo que fazemos aqui pode não trazer os resultados esperados no futuro.
Desde que eu me entendo por gente passei por muitas fases na minha vida profissional. Fui estudante, fui estagiária, fui recém formada e cheguei a chefe.
Ao longo de minha trajetória aprendi que preciso ter muita serenidade para liderar uma equipe. Tive chefes de vários jeitos: uns inesquecíveis, grandes professores e até se tornaram amigos; outros não tão maravilhosos, autoritários e que agradeço pela vida ter me afastado deles.
De todos eu aprendi um pouco e colhi ensinamentos. As principais lições são: que não preciso gritar para conseguir o que quero, que não preciso lembrar que sou eu quem manda para que minha equipe siga as minhas ordens, que não preciso ser carrasca para que minha equipe se lembre de mim.
Um líder de verdade não encontra culpados, ele é o responsável se algo dá errado, divide os louros de uma vitória com sua equipe e não esconde os fatos e os números pois trabalha sempre com a verdade.
Segundo o dicionário, histrionismo é a maneira de agir da pessoa histérica, definida pelo excesso de comportamentos exagerados, como os de um palhaço, na tentativa de se tornar o centro das atenções.
Tem gente que não suporta ficar no anonimato, sem ser notado ou reconhecido por suas ações. Necessita de espaço e de público para aplaudir (ou não!) os seus atos e apresentações.
Muitas vezes, os espetáculos são por motivos fúteis e sem nexo. Não traduzem nem um pouco de maturidade ou de conexão com a vida real.
Pessoas histriônicas não percebem mas, cansam a beleza e esgotam a paciência das pessoas comuns. E não percebem que um dia a vida se voltará contra elas.
Gosto de tudo o que é simples, inclusive de simplificar a vida.
Sou adepta do planejamento para a execução de ações e da criação de processos para que todas as etapas de um trabalho fiquem bem definidas.
Mas não compreendo quando os processos complicam a vida das pessoas no lugar de facilitar. Os processos são elaborados para determinar responsáveis e rastrear culpados por erros. Não devem, jamais, alongar prazos e complicar a solução de problemas.
O grande exemplo são os processos de trabalho dos governos que complicam a vida dos cidadãos, esticam os prazos até Deus sabe quando e nem sempre resolvem as questões.