No dia 02 de outubro é comemorado o dia do anjo da guarda. Eles são os anjos enviados por Deus, no nosso nascimento, para nos proteger durante a nossa vida.
É muito comum as crianças acreditarem e rezarem para seus anjos da guarda pedindo proteção. Eu continuo rezando até hoje. E vocês?
Confesso que não tenho paciência com pessoas que reclamam da vida e de tudo. Aquelas que enxergam o copo sempre meio vazio e acham defeitos em todo mundo.
Conheço gente que nunca está satisfeita, que nada basta e ninguém é bom o bastante. Isso me deixa meio entediada e sem assunto para conversar.
Gosto de olhar a vida pelo melhor ângulo, de valorizar as pessoas por suas atitudes e intenções. Gosto de ver que o copo está sempre quase cheio e que as boas oportunidades surgirão.
Quem já me conhece sabe que costumo me avaliar trimestralmente sobre todo o planejamento feito no início do ano.
“Como é de costume, gosto de me planejar e estabelecer metas para cumprir durante o ano. Vivo e respiro vencer desafios e atingir meus objetivos.
Não consigo deixar a vida me levar. Sou dessas que olha para o futuro e sabe bem o que espera dele. E corro atrás para fazer as coisas acontecerem.
Algumas metas são imprescindíveis na vida da gente como, por exemplo: a saúde, o trabalho, o lazer, a família e o equilíbrio pessoal.
Apesar deste ser um ano atípico é que nenhum planejamento funcionou bem, vamos lá!”
Saúde
“Desejo viver saudável e envelhecer bem. Isso significa estar de bem com o meu corpo, com o peso ideal (o mesmo desde que casei há 20 anos), sem dores, com disposição para a vida. A boa alimentação é uma necessidade. Deixar as “porcarias” de lado e me dedicar mais aos exercícios serão meu grande foco nesse ano. Chegar aos cinquenta (ainda está bem longe!) com carinha de trinta é tudo de bom! Que morram de inveja as inimigas!!!!!!”
Tudo ia muito bem até essa pandemia começar. Peso ok, saúde ok, foco ok, exercícios ok. Até comecei a lutar boxe 🥊 para estimular o corpo. Quarentena geral, paradeira geral. Nada ficou no lugar, sem exercícios, sem boxe, sem perspectivas, com medo!
Depois de um período inédito na minha vida, sem exercícios, já voltei à atividade novamente. Agora é hora de reestabelecer a rotina, dar uma enxugada no corpo e focar no verão!
A saúde continua intacta e isso já é uma grande vitória!
Meta: 70% cumprida.
Trabalho
“Já fiz muitas coisas na minha vida profissional e, nesse ano tenho mais um obstáculo a vencer. Transformar o meu novo desafio profissional em um sucesso. E vou conseguir. Não será fácil, tenho muito a trabalhar e a aprender mas, com dedicação e paciência sei que vou chegar lá!”
Quando eu pensei que o ano ia começar de verdade ele não começou. Muito pelo contrário, tudo parou, tudo fechou, todos ficaram em casa.
Impossível planejar o futuro. O lema passou a ser a sobrevivência. E consegui! Algumas noites sem dormir, planos e mais planos, definições de estratégias, medo e frio na barriga e … vamos sobreviver sim!
Não sabemos como a nossa economia se comportará apesar da projeção ser bem otimista.
Continuo acreditando que tudo dará certo!
Meta: 70% cumprida.
Lazer
“Todo mundo precisa de um momento de ócio, para colocar os pés para cima, ler um livro, assistir um filme, papear com amigos, beber um vinho (ou champagne!), ir às compras… Melhor ainda se puder fazer viagens, sair da rotina, ficar em bons hotéis, conhecer o mundo. Quero me permitir mais ócio, mais tempo com amigos, mais leituras e filmes, mais vida!”
Parece até piada mas, nada de ócio foi possível nesse momento. Amigos só virtualmente, viagens só pela internet, sair da rotina, bem isso é verdade, do quarto para sala e só. Me dediquei a um livro por dia e muitos filmes. O trabalho de home office consumiu boa parte do meu tempo.
Agora, tudo já está retornando ao novo normal. O trabalho tem consumido toda a minha energia. Enquanto não posso viajar, vou colocando a mão na massa.
E ainda tenho esperança e acredito que tudo vai passar.
Meta: 70% cumprida.
Família
“A harmonia familiar traz a paz necessária para que possamos estar conectados com os nossos objetivos. Procuro me afastar de brigas e confusões. Aprendi a tomar conta da minha vida e respeitar a forma de ser dos outros. Vi que não vale a pena tentarmos mudar a maneira de ser das pessoas para que elas atendam às nossas expectativas. Filhos, marido, pai, mãe, familiares e amigos devem conviver em harmonia respeitando as diferenças entre eles. Defeitos todos temos mas, as qualidades de cada um é o que realmente importa. Paz é o meu desejo!”
Taí uma meta que podemos considerar cumprida pelo ano inteiro. Essa quarentena uniu a família e nos fez aprender muito sobre sobrevivência. Gostei de ver as meninas assumindo responsabilidades, pude conhecer mais detalhes sobre a minha própria casa. Pudemos passar mais tempo juntos e nos conhecermos melhor. Treinamos a paciência e resignação por não podermos fazer aquilo a que estávamos acostumados. Só não tive coragem de me aventurar nos mistérios da cozinha. Talvez em uma outra vida!
Meta: 100% cumprida.
Equilíbrio pessoal
“Sempre fui uma pessoa decidida e procuro seguir a minha vida tomando as decisões que mais se adequem à minha forma de ser. Deixo a ansiedade de lado, aprendi que tudo só acontece na hora certa. Não adianta colocarmos o carro na frente dos bois pois, o resultado não será diferente. O equilíbrio da vida está em saber dosar o tempo de trabalho e os momentos de lazer e descanso para que o corpo e a mente estejam saudáveis. Esse é o meu lema!”
Nesse momento de tantas incertezas só mesmo tendo muito equilíbrio emocional para lidar com o inesperado, com o desconhecido. Tenho aproveitado a leitura para conseguir a calma que preciso para seguir em frente. A falta dos amigos e das viagens me tira do prumo mas, a respiração e poder olhar diariamente o mar me trazem de volta a serenidade que necessito.
No mundo tem gente de vários tipos. E não estou falando de cor, sexo ou religião. Prefiro abordar a forma de ser e pensar das pessoas.
A diversidade é a graça da vida mas, ainda me choco com diferenças tão “gritantes” em alguns momentos. A intolerância e impaciência das pessoas com os problemas pequenos me deixa de boca aberta.
Imagine um grupo de adolescentes fazendo barulho na madrugada. É claro que a situação não é agradável mas, nada que não se possa resolver através de conversa, de um pedido de silêncio, com educação. Porém, quando a pessoa resolve jogar dois ovos para tentar acabar a bagunça, ela perde completamente a razão.
De gente assim, que perde a cabeça e a razão, eu quero distância.
Quando somos adolescentes e começamos a beber, ainda não temos a noção do limite do nosso corpo e, fazemos muita besteira.
Ainda lembro de uma festa que dei em casa e, no dia seguinte, descobri que tinha xixi dentro de uma abóbora na geladeira.
Outro dia minha filha deu uma festinha e passou o dia seguinte limpando vômito em diversos pontos da casa. Eu não perdoei. Ela tinha que limpar para aprender a ter responsabilidade.
O que nos conforta é saber que essa fase passa e, em breve, eles ficarão muito mais responsáveis.
Quanto mais velho ficamos, passamos a ser menos tolerantes com a teimosia das pessoas. Principalmente, com aqueles que são “cabeça dura” e não estão dispostos a aprender.
Nunca fui uma pessoa teimosa ou cabeça dura. Sempre escutei os conselhos e experiências das pessoas que me rodeavam. Ouvia, refletia e decidia o que fazer.
Mas, conheço gente que, simplesmente, não escuta. Decide o que fazer sem nenhuma base científica e, claro, não atinge os resultados desejados.
Assistir ao documentário “O dilema das redes” foi muito esclarecedor é complicado, ao mesmo tempo. Quem imaginava que tudo funciona de uma maneira diferente da que nós imaginamos?
Achamos que a navegação na internet é um processo inteiramente calculado por nossa vontade mas, somos totalmente manipulados. Todos os nossos passos são rastreados e guiados. Eles sabem mais sobre nós do que nosso próprio conhecimento.
Precisamos encontrar o equilíbrio entre o mundo real e o mundo virtual para que possamos ter o domínio da influência da rede nas nossas vidas. Como conseguiremos essa proeza? Não sei. Mas, precisamos tentar. E assistam o documentário “O dilema das redes” na Netflix.
Nós conhecemos muito as datas comemorativas dos dias das mães, dos pais e dos avós mas, quase não ouvimos falar do dia dos filhos. A data de 23 de setembro foi destinada a comemorarmos o dia dos nossos bebês.
Filhos são aqueles que nos fazem felizes e a quem amamos incondicionalmente. Não importa o tipo de personalidade, a beleza ou a combinação de signos. Amamos cada um dos nossos filhos de forma única.
Dizem que não há realização na vida sem uma árvore plantada, um livro escrito e um filho gerado. Eu acredito plenamente nessa questão. Quem diz que não sente falta de ter tido um filho, não sabe de verdade qual o sentimento de ter um.
Feliz dia dos filhos de todos e, em especial, o dia das minhas filhas!
Que bom que temos um dia especial para comemorar com aqueles que nos fazem felizes. Não estou falando apenas dos amantes no sentido negativo da palavra mas, de todos os que amam e são amados.
Amor é o sentimento mais profundo que existe e feliz daquele que ama intensamente e tem o amor recíproco. É tão lindo quando duas almas gêmeas se encontram.
O segredo de perpetuar as uniões é demonstrar constantemente o quanto você ama aquela pessoa. O sentimento precisa ser cultivado e demonstrado para que esteja sempre vivo.
Desejo que todos comemorem o dia dos amantes, amando!
Já dizia a minha avó “quem não ouve sossega, ouve coitado”…
Fico admirada da sabedoria dos mais velhos. Eles realmente sabem das coisas. Os jovens se enganam quando deixam de escutar as experiências vividas pelos mais antigos. Um grande engano!
São teimosos, acham que sabem de tudo é que conhecem bastante da vida. Não gostam de ouvir críticas ou conselhos. E, muitas vezes, quebram a cara. Precisam apanhar para aprender aquilo que poderia ser evitado.
Sei que não adianta insistirmos pois eles só aprenderão com as próprias experiências. E a nós, resta nos conformarmos em assistir de camarote todo o processo.