É verão e o sol e o mar já estão nos convidando a desfrutá-los. É hora de ligar o modo férias e iniciar o carregamento da nossa bateria do nosso corpo. É hora de diminuir a velocidade, relaxar o corpo e a mente e gozar de um pouco de liberdade.
Férias, para mim, é sinônimo de liberdade, de pouca roupa, de pés descalços, e sete domingos na semana e da taça de champanhe sempre cheia.
Hoje eu dou início ao meu modo férias. Falar de trabalho só em caso de urgência. Resolver problemas, só se forem casos de morte iminente. De outra forma, vamos adiar tudo para fevereiro, quando eu voltarei à ativa novamente.
Então, vou ali curtir o meu verão! Boas férias a todos!
Haja paciência para aguentar o “mimimi” dos dias de hoje. A sociedade faz críticas sobre tudo e sobre todos. Não existe um padrão perfeito a seguir. Não existe um único caminho a ser tomado.
Se somos casais heterossexuais, já somos considerados preconceituosos, se somos mulheres feministas, também somos preconceituosas, se somos brancos, já nos tornamos racistas involuntariamente, se somos estáveis economicamente, já somos preconceituosos com os menos favorecidos.
Isso me cansa, me tira do sério, me deixa sem paciência. Transforma a vida em uma chatice sem igual. Sou daquele tipo de pessoa que acredita na ambição e na meritocracia. E, sinceramente, aqueles que se sentem ameaçados, que lutem…
Não entendo como pode existir gente que não luta por seus objetivos, que se contenta com pouco, que não tem gana de mais.
Não estou falando que as pessoas devem ser usurárias ou gananciosas ao extremo. Mas, a mediocridade me tira do sério.
Vejo muita gente com uma inteligência superior à média do mundo. Mas, na hora H de colocar o plano de vida em desenvolvimento, deixam a desejar. Se contentam com o básico, preferem a lei do menor esforço e jogam no lixo um talento nato para as realizações.
Tenho certeza que irão se arrepender no futuro mas, até lá, já terão desperdiçado um precioso tempo de vida.
Está decretado o fim da dieta. Começou o período das confraternizações de fim de ano. É hora de encontrar os amigos, de festejar, de fazer amigo secreto e de assassinar a dieta.
Eu sei que o coronavírus está aí para nos atormentar e boicotar os nossos planos. Nada de aglomerações e festas. Nada de riscos com algo tão sério como a nossa saúde. Mas, quem não vai cometer nenhum deslize que levante a mão.
A família quer se encontrar, quer se abraçar, os amigos querem se ver e resenhar. Não aguentamos mais a clausura do afastamento social. Desejamos celebrar o fim do 2020, ano tão marcante e inesquecível, e desejar a chegada de um novo ano bem diferente.
Ainda me lembro de quando eu, aos 14 anos, me decidi em seguir a profissão de engenheira civil. Causei muita surpresa em meus familiares por ter escolhido uma carreira tão masculina, em um mundo extremamente machista.
Não desisti da minha ideia nem por um minuto, ao longo de minha vida. E não tive nenhum lapso de arrependimento. Estava certa e segura do que queria para o meu futuro.
Trabalhei em diversas áreas da construção civil: orçamento, planejamento, execução de obras, fiscalização de obras, viabilidade de empreendimentos, controle de qualidade, na gestão integrada de empresas, na gestão de projetos e, por aí vai. Experimentei de tudo um pouco, trabalhei em grandes empresas, em pequenas, também, em shopping Center, no Governo Estadual, em obras públicas e privadas e até me aventurei no ramo empresarial, onde me encontrei.
Hoje, vejo claramente que, não seria realizada se não fosse engenheira civil. A matemática e a física desenvolvem o nosso raciocínio e nos prepara para todos os obstáculos da vida.
Não sou dessas mães que deixam suas filhas à toa pela madrugada. Não consigo ficar tranquila sabendo que a minha “bebê” está na rua, bebendo com amigos, sem saber como ela irá voltar.
Não confio em deixá-la à mercê das caronas dos amigos, que também beberam ou sujeita ao bom caráter de um motorista de aplicativo. É claro que não estou generalizando mas, são notícias que ouvimos por aí.
Então eu prefiro me transformar na motorista da madrugada. Levo, pego, levo para outro lugar. Durmo e coloco o relógio para despertar e, passeio pelas ruas em busca da filhota.
Quem me conhece sabe o quanto sou exigente com a organização. Gosto das coisas bem arrumadas e nos seus devidos lugares. E me incomoda muito a bagunça que as pessoas fazem.
No trabalho, sou igualzinha. Não suporto quando as tarefas ficam sem finalização ou quando não existe um responsável para cada etapa do trabalho.
Eu mesma me considero a chata da empresa. Fluxograma é o retrato de cada etapa de trabalho de uma empresa. Detalha como é o funcionamento do trabalho e quem são os responsáveis por cada etapa. Dessa forma fica mais fácil para encontrarmos os erros dos processos, de quem é a responsabilidade e quais são os treinamentos necessários para a melhoria contínua da empresa.
Por que não manter os objetos arrumados em degradê de cores e cada item em seu devido lugar se dessa forma não perdemos tempo na procura?
Desde que o mundo é mundo cada dia é único. Não há repetição, não há mesmice ou rotina. Não há monotonia.
O pôr do sol é um exemplo claro de beleza única da natureza. Sou encantada por este evento e me ponho admirá-lo diariamente.
Sou abençoada por viver em um local bem à frente de onde o sol se põe. Amo chegar em casa e admirar o evento sem pressa e com a humildade necessária para o momento. Me dedico a fotografar e posso afirmar que não existe igualdade entre os dias. Cada pôr do sol acontece de uma forma diferente. Mas, a beleza é a mesma.
Sabe aquele dia que você tem uma agenda lotada, cheia de atividades agendadas e, de repente, tudo vira de pernas para o ar? Pois é, são as surpresas que os filhos nos fazem.
Nada como chegar de uma noitada com o maridão e encontrar a filha caçula morrendo de dor, estatelada no chão. Sozinha em casa, resolveu correr e pular para gastar energia.
Resultado: toda a agenda cancelada e o dia gasto em hospital, super protegida contra o Covid. A marca da máscara de proteção ainda não saiu do meu rosto. E o gesso no pé dela vai durar uns longos dias.