Fim de semana prolongado

3 set

Quem não gosta de um feriado longo para colocar os pés para cima e descansar um pouquinho?

Hoje começa um fim de semana desses. O feriado é somente na terça-feira mas, quem nunca “enforcou” uma segunda-feira para ampliar o fim de semana?

Eu desejo a todos que relaxem, que aproveitem, que descansem, que viajem, que coloquem os pés para o ar, que recuperem a energia.

Enquanto não conseguimos viajar e curtir as férias com segurança, vamos aproveitar o que podemos!

Bjs

Nanda

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Sintonia na educação

2 set

A educação de um filho é um processo longo e penoso para os pais. Cada filho é de um jeito, cada rebeldia é tratada de uma forma, cada dia é um aprendizado.

Pai e mãe precisam estar bem sintonizados para não perderem a força, precisam combinar suas ações e tudo o que estiver relacionado à educação de uma criança.

Não adianta dizer não e depois voltar atrás, não adianta o pai ser durão e a mãe passar a mão na cabeça, não adianta um ser o vilão e o outro ser mocinho.

Tanto a criança quanto o adolescente testam seus pais para descobrirem até onde podem ir, o que podem fazer, quais riscos devem correr. Esse é o normal e cabe a nós, pais, estabelecer limites, ditar as regras e cobrar que sejam cumpridas.

Bjs

Nanda

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Quando entrar setembro

1 set

Todo início do mês de setembro eu me sinto nostálgica e as lembranças da época de escola aparecem com toda força.

Era comum o Marista, minha escola, tocar a música Sol de Primavera, de Beto Guedes, na hora do recreio.

“Quando entrar setembro

E a boa nova andar nos campos

Quero ver brotar o perdão

Onde a gente plantou

Juntos outra vez

Já sonhamos juntos

Semeando as canções no vento

Quero ver crescer nossa voz

No que falta sonhar

Já choramos muito

Muitos se perderam no caminho

Mesmo assim não custa inventar

Uma nova canção

Que venha nos trazer

Sol de primavera

Abre as janelas do meu peito

A lição sabemos de cor

Só nos resta aprender”

E que setembro chegue iluminando as nossas vidas, com a promessa das flores e do calor do verão!

Bjs

Nanda

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Casos de família

31 ago

Toda família tem seus “causos” a serem contados. Sempre tem a velha rabugenta, a fofoqueira, o bon vivant, a trambiqueira, o trabalhador exemplar, o esnobe e… por aí vai!

Cada um vive de um jeito, tem as suas prioridades e uma forma de pensar. Quando se juntam para as comemorações e eventos familiares tudo se transforma em festa.

O teor alcoólico sobe, confissões são feitas, promessas de amores eternos e de mais convívio. Abraços, danças e mil brincadeiras deixam o ambiente nostálgico e cheio de união.

Mas, basta alguém tocar em um assunto que não deve para tudo desandar. O diamante era vidro, se quebrou, o amor era pouco e se acabou, e todo mundo vira família novamente!

Bjs

Nanda

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Efeitos da pandemia

30 ago

A pandemia nos trouxe uma nova realidade e forma de viver. Aprendemos a passar mais tempo em casa, a conviver menos com os amigos e a resguardar a nossa saúde.

Porém, outros efeitos inesperados surgiram. Era esperado que passássemos por uma crise econômica e houvesse uma depressão no consumo. Porém, as pessoas desataram a comprar, a investir em melhorias para a casa e bens pessoais.

O resultado é que as indústrias não estavam preparadas para esse aumento de consumo e estão trabalhando acima de suas capacidades. A matéria prima está em falta, o transporte está mais lento, a qualidade deixando a desejar.

Vamos ver como o mundo se comportará no próximo ano pois 2020 e 2021 estão sendo bem estranhos. Não acham?

Bjs

Nanda

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Pai e mãe, ouro de mina

27 ago

Só quem é pai ou mãe sabe dar o devido valor aos seus próprios pais. Conselhos que eles nos deram no passado, e eram considerados bobos e sem fundamentos por nós, passam a fazer total sentido quando olhamos a vida por um outro ângulo.

Eu mesma já disse a minhas filhas que muitas das minhas palavras podem não fazer sentido para elas, nesse momento mas, que no futuro, elas se lembrarão e reconhecerão a importância do que disse.

Pai e mãe enchem os filhos com aqueles ensinamentos “chatos” como: abaixe a tampa do vaso sanitário, mastigue de boca fechada, diga obrigada, por favor e com licença, não esqueça de dar bom dia às pessoas, etc. E os filhos fingem que não escutam, que não ligam, que não obedecem.

Só reconhecem, no futuro, que aqueles ensinamentos foram responsáveis pelo adulto que se tornou.

Pai e mãe, ouro de mina… Quem será que discorda?!

Bjs

Nanda

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Crescer

26 ago

Quem disse que crescer não dói, não sabe de nada. O crescimento de uma criança dói na alma dela. Exige rupturas com o passado, com a criança que foi e faz alianças com a dúvida de quem será no futuro.

A adolescência é a comprovação da fase de incertezas e definições de uma pessoa. Ela deixa de ser criança e reconhece o mundo de fantasias em que vivia e passa a não saber quem é, quem será e o que gostaria de ser.

Alguns passam pela fase com mais tranquilidade que outros. Alguns transgridem mais, testando os limites de até onde podem ir. Alguns se perdem em um poço de incertezas e podem até não se recuperar.

Cabe a nós, adultos, um período de muita paciência e sabedoria para lidar com as questões e comportamentos dos jovens adolescentes. E que Deus nos ajude!

Bjs

Nanda

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Querer não é poder

25 ago

O mal das gerações mais novas é achar que tudo podem, que todos os seus desejos são realizados, que não precisam de esforço para as suas conquistas.

Já nascem se achando reis e rainhas, cheios de serviçais para os seus desejos. Desconhecem a importância de querer muito alguma coisa, de sonhar com uma conquista e do sabor de uma vitória.

Esses jovens ainda precisam aprender que nem sempre o querer significa ter, que a vida é feita de derrotas e vitórias e que a felicidade independe do ter.

Precisam entender que o esforço nos leva a resultados, que nada adianta querer se não colocar a mão na massa para poder ter, que a ação nos leva à realização dos sonhos.

Querer por querer não vai a nenhum lugar, que o sucesso não brota do nada.

Quando será que irão aprender?

Bjs

Nanda

#nandabahia #nandabahia74 #nandabahia.com #jovens #querernaoepoder

Meu filho, você não merece nada

24 ago

Escrito por Eliane Brum – http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI247981-15230,00-MEU+FILHO+VOCE+NAO+MERECE+NADA.html

“A crença de que a felicidade é um direito tem tornado despreparada a geração mais preparada.

Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.

Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.

Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.

Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.

Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.

É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?

Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.

Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.

Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.

A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.

Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.

Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.

Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.

Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.

O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.

Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.

Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.

Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.

Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.”

Bjs

Nanda

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Puxa-saco

23 ago

E como diz a música…

“ Lá vem / O cordão dos puxa-saco dando viva aos seus maiorais.

Quem está na frente é passado para trás.

E o cordão dos puxa-saco cada vez aumenta mais.

Vossa Excelência, Vossa Eminência

Quanta referência nos cordões eleitorais!

Mas se o “Doutor” cai do galho e vai pro chão

A turma logo evolui de opinião.

E o cordão dos puxa-saco cada vez aumenta mais.”

Quem tem paciência para puxa-saquismo?! Eu nãooooooo!

Bjs

Nanda

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