Todo casamento feliz precisa que haja respeito e harmonia. Tem que existir uma definição clara do espaço de cada um. Afinal de contas, cada um tem seus gostos, preferências e prioridades.
É claro que cada um tem a sua rotina diária, cheia de atividades e compromissos. Muitas vezes, já chegamos em casa, à noite, sem energia nem para sorrir, quanto mais para conversar, mas, só a companhia já tem um efeito restaurador.
De vez em quando é maravilhoso quando um ou outro viaja e dá um respiro no relacionamento. A saudade aperta e a vontade de reencontrar só cresce.
Então, recomendo o seguinte; aproveitem as férias, se espalhem na cama, vá dormir na hora que quiser e acorde da mesma forma, seja dona do controle remoto da TV e coma brigadeiro quente na panela.
Depois de uma certa idade, a perda de peso passa a ser uma luta diária. Engordamos apenas com o pensar nas guloseimas.
Nos sacrificamos durante a semana, intensificamos a malhação, deixamos de comer o que mais gostamos e o ponteiro da balança não desce.
Quando chega o fim de semana, jogamos fora todo o nosso trabalho e enfiamos o pé na jaca. Resultado: voltamos à estaca zero e temos que começar tudo novamente.
Sou engenheira civil e tenho muito orgulho da minha profissão. Posso até não ser mais tão atuante na engenharia mas, todo o estudo, durante a faculdade, desenvolveu o meu raciocínio lógico e o meu senso de gestão.
Hoje é o dia internacional das mulheres engenheiras e aproveito para estimular todas as mulheres a se aventurarem pelo ramo da engenharia. O preconceito masculino é coisa do passado e vocês serão bem recebidas no campo profissional.
A minha escolha aconteceu ainda na adolescência. Não lembro de ter me imaginado atuando em outra profissão. E, confesso que nunca me senti preterida pelo fato de ser mulher.
Vi esse texto e resolvi compartilhar com vocês pois me identifico totalmente.
“Acho estranho quando me perguntam como eu dou conta de tudo.
A resposta é simples, sem graça.
Eu não dou. Não dou mesmo.
Seleciono prioridades, foco no que dá, varro o resto para debaixo do tapete.
No dia seguinte levanto a beiradinha do tapete, retiro umas coisas, escondo outras. Se hoje o jantar foi o chinês “okesoboro”
amanhã um almoço fresquinho é a missão número um. Meu tapete nunca fica vazio. Nunca.
Aliás, tem dias que entulho tanta coisa lá debaixo, que derruba o que tiver em cima. Brigo com o mundo, choro um pouquinho, me sinto a mais desequilibrada das mulheres, espero pelo dia seguinte.
Mas há manhãs em que acordo cheia de amor próprio. Dou risada deste auê todo. Ignoro o tapete já pau a pau com o Monte Everest, e vou bela e formosa (cansada e de piranha no cabelo) tomar um banho demorado.
Algumas tardes viro a revolucionária do tapete. Brota no corpo uma energia que sabe-se lá da onde veio (provavelmente do brigadeiro de colher que comi escondido 3 noites atrás).
E lá vou eu disposta a colocar tudo em dia. E não é que eu quase consigo? Se não fosse pelo quase… E é assim. Frustrante, alegre, desesperador, feliz. Um eterno varre, esconde, esvazia.
Não se deixe enganar, tem sempre um tapete.
Na casa de algumas ele fica mais visível, logo na sala. Já outras preferem usar o do corredor. Mas ele está lá. Tem que estar.
Se não a gente enlouquece.
Por trás destas imagens, existe uma mulher comum. De carne, Osso, querendo emagrecer no mínimo 3kg.
Com dias bons pra caramba, no estilo: “A vida é bela, poderia ter 7 filhos, viver numa casinha de sapê, e ser feliz para
sempre”. E com dias de “quem sou, onde estou, quem são estas pessoas?”
O denominador comum é o amor, que quando colocado na balança quebra o ponteiro. Vira o jogo. Não dá nem chance. O coração é invadido por gratidão. E com lágrimas nos olhos agradecemos por tudo. Até mesmo pelo tapete.
Quem nunca sentiu aquela câimbra enlouquecedora na panturrilha, logo ao acordar?
Acho que sou a rainha das câimbras. Já procurei saber os motivos mas, não me encaixo em nenhum perfil.
A última câimbra que tive foi na barriga e eu nem acreditei que seria possível. Uma dor infernal! E o pior é que a dor demora de passar pois a região é difícil para alongarmos.
Como prevenção, devemos manter boa hidratação e alimentação balanceada incluindo carboidratos, cálcio e potássio.
Desejo que nenhum de vocês tenham câimbra na barriga de jeito nenhum.
É claro que eu acho que todos os dias são nossos. Afinal de contas, matamos um leão por dia para sobreviver e viver.
Mas, não sou femista a ponto de me excluir das comemorações. Sou feminista sim, apoio a igualdade de direitos e deveres entre homens e mulheres. E sou totalmente contra o femismo, que coloca as mulheres em posição de superioridade.
O feminismo não deixa de lado a elegância masculina e o galanteio. Quem não gosta de ser cortejada, bem cuidada e valorizada?
Cada um com suas qualidades e características e juntos formamos uma boa equipe, não acham?!