Em um ambiente profissional devemos seguir várias regras para que possamos ser respeitados e valorizados no mercado. E não adianta dizer que o mundo evoluiu, que não existe preconceito pois as coisas não são bem assim.
Primeiramente, devemos saber falar com as pessoas. Essa mania de chamar todo mundo de bem, amor, querida, irmão não existe no mundo comercial. Ninguém é amor de ninguém, nem irmão de alguém. Então, nada de mandar cheiro ou beijinhos tambem.
O comportamento no WhatsApp é um capítulo à parte. Para quem tem preguiça de escrever e gosta de mandar áudio, muito cuidado. Esse é um hábito que só deve ser utilizado com pessoas mais íntimas. Em conversas profissionais devemos evitar. E a foto do perfil é livre desde que o WhatsApp seja totalmente pessoal. Quando o utilizamos para intermediar alguns negócios devemos evitar as camisetas sem manga, as fotos sem camisa e aquelas poses super sensuais. Guarde isso para quem quer ver.
Com essas dicas, as chances de você ser mais bem reconhecido e respeitado são muito maiores.
Não é de hoje que surgem doenças que dizimam parte da população mundial. É claro que nós nunca vivemos uma para contar história e estamos vivendo agora. Não sabemos o que vai acontecer, como conseguiremos combater o vírus mas, precisamos seguir em frente.
Entre 1333 e 1351 a peste bulbônica, também chamada de peste negra, matou aproximadamente 50 milhões de pessoas entre a Ásia e a Europa.
Entre 1817 e 1824 a cólera matou centenas de milhares de mortos pelo mundo.
Entre 1850 e 1950 a tuberculose matou um bilhão de pessoas pelo mundo. Essa doença já matava há mais de 7.000 anos atrás e ainda mata até hoje.
Entre 1896 e 1980 a varíola matou 300 milhões de pessoas e aterrorizou a vida de figuras importantes por mais de 3 mil anos.
Já a gripe espanhola, entre 1918 e 1919 matou 20 milhões de pessoas não só na Espanha, mas em todo o mundo, inclusive um presidente brasileiro.
O tifo matou 3 milhões entre 1918 e 1922.
A febre amarela causou epidemia entre a África e as Américas entre 1960 e 1962 e fez 30mil mortos.
O sarampo tem 6 milhões de mortos e a malária tem 3 milhões de mortos e seguem matando.
E tudo isso sem falar na Aids que já matou mais de 22 milhões de pessoas desde 1981.
E agora é a vez do coronavírus. Vamos nos prevenir. Ele vai matar muita gente. Mas a sociedade vai sobreviver!
A vida segue em frente. Essa é uma lição que aprendemos diariamente seja com as experiências ruins e que desejamos esquecer ou até mesmo com as boas lembranças, quando gostaríamos que o tempo não passasse.
Porem, em algum momento de nossas vidas, o passado pode bater em nossa porta, nos chamar de volta a reviver momentos ou viver aquelas experiências que deixamos de viver.
Isso pode acontecer em simples pensamentos ou em reencontros com pessoas queridas, com amigos de infância, com gente que fez parte da nossa história e mora nos nossos corações.
O mundo parou. Não temos escolas, não temos consumidores nas ruas, não temos vida normal!
A economia está afundando e o que será de nós? O dólar ultrapassou todos os limites, a bolsa despencou, empresas estão falindo, o desemprego será alto.
Como calcularemos todo o prejuízo? Como colaremos todos os cacos? Como resgataremos toda a nossa dignidade?
Tem dias que estou legal e super de bom humor mas, outros estou meio assim…
Não escolhemos com que tipo de pessoas iremos lidar diariamente na vida cotidiana. A cada momento nos deparamos com gente de todo o tipo, as pessoas que pensam positivo e olham sempre o lado bom da vida e o oposto, aqueles que pensam no pior sempre.
Sou uma pessoa otimista, olho sempre o lado bom de cada situação e procuro não sofrer antes do tempo. Acredito que somente os perus morrem na véspera.
Como sou bem racional, quando me deparo com um grande problema, procuro olhar no horizonte e enxergar as possíveis soluções.
Porem, tambem lidamos com pessoas negativas, que só enxergam problemas e tudo o que há de ruim. Lidar com o pessimismo é o fim da picada. Tenho zero paciência para esse tipo de gente. Mas, não temos poder de escolha para tudo nessa vida, né?!
Para mim o número treze é como um outro qualquer. Não tenho nenhuma superstição. A sexta-feira treze é igualzinha à doze ou à quatorze, tanto faz!
Não tenho medo de gato preto. Até acho os bichinhos bem bonitinhos. Não me preocupo se passo por baixo de escada ou se entro em algum lugar com o pé esquerdo.
E para quem é supersticioso o melhor é ficar em casa 🏠 no dia de hoje.
Quantas vezes nós já tomamos um “porre” na vida? É claro que eu acho que beber além da conta é uma coisa normal. Faz bem e relaxa as pessoas. Mas, e quando isso se transforma em rotina?
Não sou adepta a nenhum tipo de vício. Sempre gostei de uma tacinha de vinho oi espumante e não nego que já extrapolei os limites algumas vezes mas, jamais provei outros tipos de substâncias viciantes.
Sempre odiei o cigarro e sequer me aproximava de quem fumasse. A maconha não era motivo de curiosidade para mim e nunca quis prová-la. Das pílulas e do pó eu não permiti sequer o mínimo de aproximação com quem fizesse uso. Podem até me chamar de careta mas, essa sempre fui eu.
Eu não acho que precisamos de incentivo para sermos felizes ou darmos risadas. Naturalmente somos pessoas melhore e autênticos!
Pense em uma pessoa planejada. Sou eu. Gosto de tudo arrumadinho, na planilha mesmo. Quando alguma coisa foge do controle fico enlouquecida.
Mas, quem disse que não é bom enlouquecer de vez em quando? Que não é bom que as coisas aconteçam por acaso, tipo assim: bem de repente?
Adoro também quando recebo convites inesperados e tudo flui maravilhosamente bem. Do mesmo jeito, gosto de acordar e convidar pessoas para um almoço ou jantar sem nenhum tipo de cerimônia e os eventos são incríveis.
Bobas são as pessoas que se fecham ao acaso e não deixam a vida mostrar que o inesperado é belo. E viva quem vive leve e solto vivendo cada segundo proporcionado pelo mundo!
Desde que me casei sempre jurei que não teria cachorro em casa. Acho que bicho dá um trabalho enorme e tudo o que eu não queria era ter trabalho.
As meninas começaram a fazer pressão para terem um animal de estimação mas eu continuava durona. Até que um belo dia fui surpreendida por uma bolinha de algodão chegando em casa.
Odiei! Mas ele era lindo! E continua lindo! Recebeu logo o nome de Bidu em homenagem às filhotas.
Pensem em um trabalhão!!!! Foram quase dois anos de adestrador para ele se adaptar a nossa rotina. O que compensa é o carinho e o apego que ele tem por nós!