Ainda aprendi na escola que o Brasil foi descoberto pelos portugueses por pura sorte. Mas, não é mais dessa forma que se ensina atualmente. A orientação é que o Brasil já era conhecido e foi invadido.
De lá para cá, muita coisa evoluiu mas, não podemos esquecer que a primeira população, alem dos negros e índios escravizados foram malfeitores, condenados e assassinos portugueses.
Como resultado, temos um país onde tudo se resolve com jeitinho e onde os interesses pessoais se sobrepõem ao coletivo.
De qualquer forma, este é o meu país, minha pátria amada e idolatrada!
Toda viagem representa uma montanha de trabalho antes da data e, mais um tanto, no retorno. Me canso tanto com os preparativos que, quando entro no avião, eu apago completamente.
No retorno, o mesmo acontece. Encontro uma pilha de papeis na minha mesa de trabalho, problemas para resolver em casa e pendências para resolver.
Até a vida voltar ao normal, demora mais ou menos, uma semana. E se houver “jet lag”, a coisa só piora.
Não é fácil o convívio entre gerações diferentes. Os mais velhos se acham mais experientes e donos da razão. Já os mais novos tem a agilidade e energia e querem tudo para ontem, além de não gostarem de seguir regras.
O melhor dos mundos é quando existe o equilíbrio entre todos para conciliar tecnologia e experiência, energia e conhecimento, vivacidade e maturidade.
Após a guerra, as pessoas precisaram arregaçar as mangas e, por isso, foram chamados de baby boomer(nascidos de 1946 a 1964).
Em seguida, a geração X (nascidos de 1965 a 1980) viveu as dificuldades financeiras e se destacaram pelo sucesso conseguido.
Logo depois, a geração Y (nascidos de 1981 a 1984), tambem chamada de millenials, ou, para os mais íntimos, a geração que não deu certo. Eles foram mimados pelos pais e esqueceram de crescer.
Já a geração Z (nascidos de 1985 a 2010), totalmente internética e tecnológica. Está mudando a forma de trabalhar e o significado de sucesso, além de serem ativistas e defensores de classes. Por isso, tantos conflitos com as gerações anteriores.
Por último, a geração Alpha (nascidos após 2010), está mudando a forma de relacionamento entre as pessoas e o mundo e não ficam off-line nunca.
Não tem nada melhor, no mundo, do que estar em nossa casa. Deixar os problemas de lado e ficar de pés para o ar.
Não lembro a última vez que passei uma tarde, deitada no sofá, assistindo filme na TV ou lendo um bom livro, comendo brigadeiro de panela, com ar condicionado ligado e debaixo do edredom.
A casa da gente é o nosso refúgio, nosso lugar sagrado, onde só recebemos quem queremos, quem nos quer bem, a quem temos apreço.
Gosto da minha casa de qualquer jeito: quando ela está arrumada, desarrumada (quase nunca!), cheirosa, suja, completinha ou em reforma…
Férias à trabalho é algo maravilhoso. Conseguimos conciliar o trabalho com o lazer e ampliar o nosso conhecimento e cultura.
Visitar outros locais é uma forma de aprender a viver melhor. Conhecendo outras culturas, podemos avaliar a nossa forma de viver e melhorar sempre.
Gosto da simplicidade da vida dos europeus. Fazem tudo andando e conseguem se manter magros e jovens. Mas tambem gosto da exuberância da arquitetura árabe. E da praticidade dos americanos.
Ou seja, o bom é conhecer e explorar cada característica e adotar o equilíbrio entre elas.
É muito comum em um ambiente de trabalho lidarmos com pessoas de personalidades diferentes, e fazer o ambiente de trabalho dar certo é uma missão quase impossível!
O trabalho maior de um gestor está em ser um pouco psicólogo e entender os egos e as vaidades e resolver conflitos entre as pessoas.
Tem gente que é carente e precisa de carinho; alguns são desatentos e precisam ser corrigidos todo o tempo; outros são teimosos e querem tudo do seu jeito; e outros tambem, necessitam de elogios a todo momento.
Egos e vaidades fazem parte da personalidade de um ser humano. Uns tem mais que outros e, por isso, geram conflitos.
O importante é o gestor ter sabedoria para conhecer as particularidades de cada um e “puxar ou soltar a corda” de acordo com as necessidades da empresa para que o equilíbrio permaneça.