O que seria de nossas vidas se não houvesse coragem para ousar, para arriscar, para tentar coisas novas ou para ser diferente?
Hoje é comemorado o dia da coragem e eu resolvi escrever sobre o que é ter coragem para ser diferente.
Ter coragem não é para todos. muito pelo contrário, é para poucos. Os corajosos, geralmente, são criticados por assumir riscos, por modificar o método de como as coisas são feitas, por arriscar um tudo ou nada, ou, simplesmente, por ser diferente.
Correm riscos, mudam a forma de fazer algo, quebram a cara ou, de repente, atingem o sucesso! E, no fim das contas, ninguém reconhece o ato de coragem. Simplesmente falam: foi sorte!
Quando a festa é boa, a ressaca chega de forma proporcional. Muita bebida, muita comida e a conta chega no dia seguinte.
Inchaço no corpo, dor de cabeça e calo nos pés são os primeiros sintomas. A sensação de que um caminhão passou por cima do nosso corpo. E a vontade de levantar da cama não existe.
As lembranças da noite anterior aparecem como um filme, os risos surgem, os micos são lembrados e nada da ressaca melhorar. Só mesmo dormindo para acordar no dia seguinte.
O bom mesmo é encontrar alguém para resenhar até o assunto acabar.
Quem acredita que viemos para essa vida por acaso, pode estar bem enganado. Muitas vezes, podemos dizer que vivemos para resgatar relações com pessoas.
Nem sempre agimos direito ou somos totalmente honestos. Pelas leis de Deus, precisamos arcar com nossas ações, sustentar as consequências e resolver os problemas.
Em casos mais complicados, precisamos reiniciar uma vida para termos a tranquilidade de que zeramos os nossos mal feitos e estarmos aptos a seguir em frente.
Carma é a lei da ação e reação. É, por exemplo, quando passamos por um grande sofrimento e não entendemos os motivos. Mas, na verdade, viemos sentir na pele o mesmo que fizemos com outras pessoas.
Prefiro não pagar, principalmente, se não há a lembrança daquilo que fizemos.
Hoje é dia de comemorar a carteira assinada, os direitos trabalhistas e os horários regulamentados de trabalho.
Hoje é dia de agradecer o trabalho que temos, e chefe que Deus nos deu, ou não!!!!!! E eu falo isso por não tenho mais chefe. E eu não sei o que é melhor para nós: se um chefe tipo bruxa ou o super bonzinho!
O que eu sei é que hoje eu não trabalho. Fico de pernas para o ar, com os pés tomando um ventinho e deixando o tempo passar.
Por mais que uma mãe dê o mesmo tipo de educação aos seus filhos, eles nunca serão iguais. Os filhos crescem em um mesmo ambiente, com as mesmas regras mas, não seguem o mesmo caminho.
Cada um tem objetivos diferentes e seguem por caminhos distintos. Pensam de formas divergentes, agem como se não se conhecessem ou até mesmo, de forma proposital para demonstrar as diferenças. Estabelecem prioridades e seguem em frente.
Enquanto uns vão pelo caminho da lei, outros seguem os caminhos tortos, enquanto uns são de direita, outros são totalmente comunistas, uns são preocupados com a cultura e a aparência e outros são largados por aí…
Nada disso importa. O que realmente importa é a união, a confiança e o senso de respeitoà família, não acham?!
Hoje é dia de aniversário da minha bebê. Ela que me deu muito trabalho pois chorava sem parar. Ela que me ensinou a ser mãe. Ela que me mostrou o caminho do amor incondicional. Ela que ainda testa o limite da paciência.
Há 21 anos conheci a maternidade pela primeira vez. Me surpreendi com a força interior que eu possuía para defender a cria de qualquer situação de perigo.
Não imaginava, nem em sonho, o tamanho da felicidade que sentiria ao vê-la alcançar a maioridade e, tambem, a maturidade.
Com ela eu aprendi a aceitar as diferenças entre as pessoas, a reconhecer defeitos e qualidades de cada um e a não criar expectativas sobre como as pessoas devem ser.
Parabéns, minha bebê, pelo seu dia! Seja muito feliz!
A parte mais difícil de uma festa é a composição da lista de convidados. É humanamente impossível contemplar todos os conhecidos em uma festa. Sempre precisamos estabelecer a linha de corte que delimita aqueles que irão ou não irão ao evento.
Eu confesso que é muito sofrido quando tenho que escolher os convidados e cortar pessoas queridas que eu gostaria que estivessem presentes. Mas, a vida é cheia de escolhas, né?
Procuro agregar grupos inteiros, criar uma ramificação de amigos para que a festa seja interativa agradável. Em cada situação, a depender do tamanho do evento, grupos de pessoas podem ser incluídos ou excluídos. E vida que segue!
E peço desculpas por aqueles que ficaram de fora de algum dos meus eventos, viu?!
É claro que no ambiente profissional precisamos ter um pouco mais de formalidade no tratamento com as pessoas. A grande maioria delas não pertence a nossa classe de amigos e, por isso, não podemos agir da mesma forma como se estivéssemos acompanhados do grupo da escola.
Mas, me pergunto muitas vezes, se realmente é necessário um nível tão alto de formalidade em algumas redes sociais que, por elas mesmas, já demonstram a simplicidade e o cotidiano.
Compreendo perfeitamente a formalidade nos e-mails. Eles substituíram as correspondências internas das empresas. Mas nas mensagens instantâneas, realmente eu não consigo entender.
Qual a diferença entre dar um Bom dia ou, simplesmente, um oi, tudo bem? Vejo ambos como cumprimentos amistosos. Mas, nem todos pensam assim…