E nada de festa. E nada de amigos. E nada de balada.
Um novo jeito de comemorar aniversário…
A quarentena está nos ensinando muita coisa , inclusive a priorizarmos a saúde, a família e as coisas mais importantes da vida.
Não é hora para festas, não há espaço para comemorações, não há motivo para reuniões de amigos. As festas ficarão para depois e que o próximo ano seja mais propício a compensarmos toda a falta de eventos deste ano.
“A sua imagem de jovem guerreiro, montado no cavalo branco e enfrentando um terrível dragão, obviamente reporta às várias lendas que narram esse feito extraordinário. A maioria delas diz que uma pequena cidade era atacada periodicamente pelo animal, que habitava um lago próximo e fazia dezenas de vítimas com seu hálito de fogo. Para que a população inteira não fosse destruída pelo dragão, a cidade lhe oferecia vítimas jovens, sorteadas a cada ataque.
Certo dia, chegou a vez da filha do rei, que foi levada pelo soberano em prantos à margem do lago. De repente, apareceu o jovem guerreiro e matou o dragão, salvando a princesa. Ou melhor, não o matou, mas o transformou em dócil cordeirinho, que foi levado pela jovem numa corrente para dentro da cidade. Ali, o valoroso herói informou que vinha da Capadócia, chamava-se Jorge e acabara com o mal em nome de Jesus Cristo, levando a comunidade inteira à conversão.
O significado seria que o dragão (o demônio) simbolizaria a idolatria destruída com as armas da Fé. Já a donzela que o santo defendeu, representaria a província da qual ele extirpou as heresias. Diz a tradição que as manchas apresentadas pela lua representam o milagroso santo e sua espada pronto para defender aqueles que buscam sua ajuda.”
Dizem que já não fazem mais homens como antigamente. Isso é verdade! Os homens estão mais modernos e mais de acordo com os tempos atuais.
Aquele romantismo de tirar o chapéu, beijo na mão, puxar a cadeira para a dama sentar e abrir a porta do carro já não existe mais.
As flores e chocolates ainda resistem um pouco mais de tempo às modernidades e urgências do momento. O cuidado deixou de existir, o romance e a sedução se tornaram efêmeros.
Os poemas… ah! Os poemas! Quem ainda faz poemas para a amada? A poesia se tornou chata e ninguém mais quer ler.
O mundo mudou e o romantismo deixou de existir. Será?
O mundo parou. As fábricas pararam, as lojas fecharam, os shoppings lacraram as suas portas também.
Nada de teatro, cinema, shows e festas. Onde estão os amigos e a família?
Os empresários colocaram as mãos na cabeça, ajoelharam no milho e rezaram para surgir uma luz no fim do túnel. O que fazer? Como pagar as contas?
E os profissionais autônomos? Como sobreviver? Ficando em casa…
Tão fácil falar quando se fica em casa e o salário cai na conta no dia certo no fim do mês. Tão fácil falar para ficar em casa quando não precisa perder o sono pensando em como pagar as contas.
E quando tudo isso passar? Como vamos juntar os cacos e curar as feridas? Tudo isso somado ao luto e as lágrimas pelos mortos.
A quarentena está sendo um período de aprendizado para cada um de nós. O mundo parou e o isolamento social nos obrigou a mudarmos a forma de ser.
Este período tem sido propício para a reflexão sobre as nossas prioridades e modo de vida.
Para muitos está sendo um período de autoconhecimento, de maior convívio com o marido e filhos, de reencontro com as nossas essências.
Também aproveitamos para conhecer mais da nossa própria casa, para desenvolver novas habilidades, para descobrir que somos capazes de muito mais coisas que nem desconfiávamos.
Com certeza, após esse mergulho no interior de nossas almas sairemos pessoas melhores, mais pacientes, mais maduras e fazedoras de um mundo melhor! Assim espero…
Não adianta esquerdistas e direitistas discutirem suas visões de mundo e sobre a importância do dinheiro. Isso é fato e ninguém pode modificar. É claro que as prioridades das pessoas mudam e o que elas fazem com o dinheiro que ganham é problema de cada um.
Uns dão menos importância, escolhem ter mais tempo livre, gastar apenas nas coisas essenciais e viver a vida de bem, sem grande ambições.
Há aqueles que ainda acreditam que o dinheiro deveria ser repartido de forma igual, sem premiar os que mais se esforçam, se esquecendo que se assim for, todos se acomodarão e a miséria será padrão para todos.
Outros criam objetivos e pensam em crescer na vida, trabalhar mais e, consequentemente, ganhar mais. Esses não podem ser demonizados por suas prioridades de vida somente por terem ânsia de uma vida melhor.
A forma como cada um lida com o dinheiro também é única, afinal de contas, as prioridades não são as mesmas e as necessidades, também não. O que satisfaz a um não satisfaz a outro.
Acredito na liberdade que cada um tem em gastar o seu dinheiro da forma que achar melhor. A consciência em ajudar o próximo não depende do dinheiro, depende do caráter e da índole e isso não muda.
Não nego que Áries é o meu signo favorito do zodíaco. Sou uma ariana nata, com todas as características típicas.
Arianos são impulsivos e tomam atitudes sem pensar. Falam o que pensam e são super sinceros. Não tem paciência para enrolação e são diretos e objetivos.
Os arianos não conseguem ficar parados e desenvolvem acessos de raiva facilmente. Mas, por outro lado, esquecem rapidamente e não guardam nenhum rancor.
São pessoas bem decididas é que não tem medo de correr riscos. Geralmente, não gostam de brigas mas, também não fogem delas.
Quem nunca se arrependeu de alguma bobagem feita? Os erros servem como aprendizado e crescimento. Amadurecemos com as nossas escolhas e seguimos o rumo da vida.
O problema é quando as pessoas não aprendem com seus erros e continuam errando e errando. Aí não tem arrependimento que resolva.
Tem um ditado que diz que devemos nos arrepender apenas daquilo que fizemos e nunca, daquilo que deixamos de fazer. E eu, particularmente concordo. Como podemos nos arrepender daquilo que jamais fizemos ou arriscamos?