Tag Archives: sentimentos

Intensidade de sentimentos

23 ago

Ainda bem que somos diferentes uns dos outros e encaramos a vida de formas completamente distintas. A maneira como lidamos com os nossos sentimentos varia de pessoa para pessoa, de signo para signo, de situação para situação…

Alguns são práticos e diretos, objetivos e bem racionais. Outros são emotivos, sentimentais, prolixos e cheios de mimimi! Alguns levam a vida saboreando os seus momentos, de forma leve e sem muitas expectativas, outros a carregam como um peso nas costas, querendo planejar cada segundo.

No fim das contas, acredito que o que mais importa é o equilíbrio emocional de cada um para lidar com seus sentimentos, com suas emoções e com os obstáculos da vida. Nada acontece por acaso, e muito menos sem o esforço e a determinação para se conseguir o que deseja.

Bjs

Nanda

Definições

15 dez

Encontrei este texto por aí e não resisti a compartilhar com vocês pois as definições não poderiam ser mais claras, simplificados e verdadeiras.

“Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.

Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.

Angústia é um nó apertado bem no meio do sossego.

Preocupação é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento.

Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer, mas acha que devia querer outra coisa.

Certeza é quando a idéia cansa de procurar e pára.

Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.

Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que não exista.

Vergonha é um pano preto que você quer para se cobrir naquela hora.

Ansiedade é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja.

Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.

Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar um recado.

Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.

Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.

Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.

Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta aos outros.

Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente, mas geralmente não podia.

Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.

Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.

Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.

Paixão é quando, apesar da palavra “perigo”, o desejo chega e entra.

Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado.

Não… Amor é um exagero… também não.

Um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego? Talvez porque não tenha sentido, talvez porque não tenha explicação.

Esse negócio de amor, não sei explicar…” (Mário Prata)

Bjs

Nanda

Guardando os sentimentos

5 out

Os sentimentos de uma pessoa são os maiores tesouros que elas, ou melhor, nós podemos ter. De nada adianta tê-los e senti-los sem que possamos vivê-los e dividi-los com as outras pessoas.

Quando crianças sabemos lidar com nossos sentimentos da forma mais pura e sincera. Externamos, choramos e gritamos ao menor sinal de fome, dor ou medo. Os nossos pais se encarregam de nos ensinar a conter esses impulsos para que sejamos capazes de viver em sociedade.

Ainda na adolescência, começamos a conhecer sentimentos mais profundos e que mexem diretamente com os nossos corações. Descobrimos paixões, amores e desilusões que marcam nossas vidas e nos preparam para que sejamos adultos mais maduros e seguros. Já nessa fase, os corações partidos e a dor pelas paixões não vividas ou mal resolvidas nos mostram que nem tudo pode ser da forma que desejarmos.

Na fase adulta, encontramos amores que achamos que serão eternos, temos muitos desamores e decepções e, também, conhecemos um novo tipo de amor, aquele que é incondicional pelos nossos filhos. Esse último nos leva até a esquecer qualquer dificuldade nos amores de um casal.

Mas, e quando chega à terceira idade? O que acontece com os corações já vividos e cheios de experiência porém, sem tanto tempo para esperanças futuras? Dizem que o amor não tem idade e, eu mesma, já vi alguns casais se reencontrarem após os 80 anos de idade. E voltaram a viver amores felizes tanto quanto eram quando adolescentes.

É claro que não precisamos deixar para depois o que podemos viver agora. Quanto antes o amor entrar nos nossos corações mais felicidade e gosto pela vida teremos!

Viva o amor!

Bjs

Nanda

Sentimentos by Fernanda – Um turbilhão

12 abr

sentimentos

Não me bastou o desafio para falar de saudade. Quis demonstrar a forma que penso ou até mesmo que sinto os mais importantes dos sentimentos.

Tentei explicar a saudade, o amor, a felicidade e a saudade da forma mais simples que consigo ver. Afinal de contas, sentir falta, ser feliz, amar ou ser amigo são sentimentos bons que demonstram o tipo de caráter de uma pessoa.

Porém, podemos sentir muito mais. A depender da situação, sentimos raiva, tristeza, orgulho, compaixão, piedade, bondade, alegria, melancolia, ansiedade, angústia, lealdade e muito mais. Cada um de uma única vez ou, quem sabe, tudo junto e bem misturado?

Quem bem pode exemplicar essa Montanha russa de sentimentos é a mulher durante o período da TPM. Ou melhor, o homem que está ao seu lado nesse período!

Quanto a mim, prefiro ser assim: um turbilhão de sentimentos, um poço de emoções, um furacão de atitudes do que me deixar influenciar pela indiferença, pela mesmice, pela falta de gosto ou pelo nada.

Essa sou eu!

Bjs

Fernanda

Sentimentos by Fernanda – A saudade

8 abr

saudade

O que é ter ou sentir saudade?

Essa é uma palavra tipicamente da língua portuguesa e, de acordo com o dicionário significa recordação nostálgica e suave de pessoas ou coisas distantes ou de coisas passadas.

Sinto saudade da minha infância, do meu tempo de escola, dos meus amigos do colégio, das brincadeiras.

Quando estou viajando sinto saudade da convivência com minhas filhas, do carinho do marido, da presença e do conforto dos meus pais.

Sentimos saudades daquilo a que estamos acostumados e nos faz falta. Do conforto do lar, das boas coisas, das lembranças boas.

Tentei diferenciar a saudade boa daquela que nos faz sofrer e cheguei a conclusão que: A dor a gente vive, a saudade a gente convive mas, a lembrança, a gente revive.

Portanto, a lembrança (saudade muito boa) nos faz reviver, remoçar, recordar e querer viver mais!

E vocês, querem lembrar de que?

Bjs

Nanda

%d blogueiros gostam disto: