Quando temos um time com um bom ataque já é meio caminho andado para a vitória. Quando jogamos na loteria também já é maior a possibilidade de ganho com relação àqueles que nem jogam.
O problema está no ataque desnecessário de pessoas que vivem armadas, que se acham as melhores, que sabem tudo e desvalorizam a opinião e o conhecimento dos outros.
Gente que vive na arrogância e na prepotência e, se acham os super poderosos e melhores do mundo. Deixam de brilhar pois se incomodam com o brilho alheio.
O respeito ao gosto e as prioridades de cada um é essencial para a paz e harmonia no coletivo. Não podemos querer que todos tenham os mesmos gostos e se contentem com as mesmas migalhas.
Guardo a minha armadura em casa e abro espaço para a escuta. De onde menos eu espero, eu aprendo, me atualizo e cresço.
Quando a gente chega de viagem o mundo real desaba na nossa cabeça. Todos os problemas surgem, as pendências se acumulam e o nosso ritmo ainda não voltou ao normal.
Estamos com aquele terrível “jet lag” e temos sono quando não deveríamos ter, e ficamos acordados quando deveríamos dormir. A situação mais que perfeita para atrapalhar ainda mais o nosso retorno à rotina.
Basta uns dias fora para que os papéis se acumulem, as reuniões sejam intermináveis e as mensagens e telefonemas sejam exaustivos. Todos querem falar com a gente para resolver o que nós deixamos para trás.
Não é fácil viajar e mudar de fuso horário e não sentir nenhum desconforto. Trocar o dia pela noite não é nada tranquilo.
Saímos pela manhã, viajamos o dia inteiro e chegamos ao destino pela manhã. E o corpo, sem descanso, fica em frangalhos.
No retorno, o mesmo acontece, ficamos em “jet lag” por mais de uma semana até que o ritmo se normalize. O dia fica improdutivo e com um sono interminável. Já a noite passa a ser dia e a energia flui.
Só dando tempo ao tempo para que tudo se normalize.
Mãe é aquela que será sempre única em sua vida. Carregamos o filho por nove meses na barriga, amamentamos, cuidamos e renunciamos por nossa vida própria para fazê-lo crescer.
Tentamos transmitir os ensinamentos sobre a vida, a educação, os bons modos, o bom senso e o senso de caráter. Ensinamos como é a vida na sociedade.
Mostramos os caminhos corretos e corrigimos os desvios de conduta que possam ocorrer. Sonhamos que se tornem adultos realizados e felizes.
Entendemos que as pessoas são diferentes, que possuem formas de vida diversas e, prioridades distintas. (Eita que encontrei três sinônimos!!!)
Também temos ritmos diferentes. Enquanto uns resolvem um mundo de problemas, outros preferem refletir, discutir e avaliar sem nem pensar em colocar a mão na massa.
Dizem por aí que sou como um trator. É para fazer? Eu já fiz! Penso logo que não devemos deixar para depois o que podemos fazer hoje. Mas tenho um grande defeito: zero paciência para quem quer discutir muito e não consegui colocar nada para andar.
Dizem que a palavra é prata mas o silêncio é ouro. E eu acredito piamente nessa verdade.
O poder da oratória é maravilhoso. Conseguimos nos expressar e argumentar sobre as nossas opiniões e desejos. Mas, e quando a palavra deixa de ser escutada? E quando é necessário gritar?
Prefiro muito mais me silenciar e mostrar a minha indiferença sobre a situação ou, até mesmo, sobre a pessoa.
Hoje é o dia do silêncio e, sobre muitos assuntos, prefiro me calar.
Me pergunto porque as pessoas se irritam com coisas tão pequenas, que não merecem a nossa atenção ou sequer alguma importância.
Parece uma diversão brigar com as pessoas para fazer valer a sua opinião. Eu me importo mais em ser feliz, mesmo sem ter razão.
Respeito a forma de ser de cada um e as prioridades. Entendo que as formas de vida são bem diferentes. Mas não tolero você desfazer de alguém, simplesmente para se colocar como melhor. É muita presunção, não acham?