A Bahia é o estado que demonstra ter maior resistência às dificuldades. E hoje é o dia para comemorar essa super resistência.
O que seria do Brasil se não fosse a independência da Bahia? De que adiantaria um país “livre” se as tropas invasoras ainda estavam por aqui, dominando tudo?
Tivemos o trabalho de expulsar definitivamente os invasores, quase um ano depois do país ser considerado independente. Mas, será que o Brasil sabe disso tão bem quanto os baianos?
O sarcasmo é uma figura de linguagem que consiste em falar o oposto do real significado. Geralmente, com a intenção de criticar ou ridicularizar alguém. Ou seja, é uma ironia só que bem mais ácida.
Precisamos estar bem atentos para captar quando uma pessoa está dizendo o oposto do que realmente quer dizer.
Também é preciso ter muito cuidado para não ser mal interpretado ou ser entendido com agressivo e mal educado.
No tom de brincadeira pode ser bem utilizado para deixar a conversa mais leve. Só não pode ser exagerado para não passar do ponto.
Eu prefiro quando as pessoas são diretas e sem nenhum tipo de sarcasmo. E vocês?
“Todos os anos eu crio metas para alcançar e me avalio trimestralmente para saber se estou no caminho certo.
Este ano eu quero exercitar a virtude da paciência em suas mais variadas formas.
A paciência para o trânsito em filas intermináveis.
A paciência para lidar com pessoas ignorantes.
A paciência para conviver com pessoas em sintonias diferentes.
A paciência para administrar prioridades diferentes no ambiente familiar e no trabalho.
A paciência para entender melhor aqueles que insistem em testar meus limites.
A paciência para evitar discussões desnecessárias e desavenças.
A paciência para contar até 1.000 antes de explodir e conseguir não explodir.
A paciência para entender que as pessoas são diferentes.
A paciência para eu mesma me suportar.
Como será que eu vou me comportar?”
Ou melhor, como será que me comportei? Bem, como todos sabem, sou ariana e a paciência não é o forte do meu signo. Posso garantir que a maturidade me deixou mais tranquila, ops… menos estressada mas, ainda estou anos luz do que gostaria de ser. Esse semestre eu perdi as contas de quantas vezes eu perdi o prumo. Mas a cada situação estressante procurei respirar e me equilibrar novamente. Confesso que o ano está cheio de desafios, maiores do que imaginei mas, tenho certeza que vou superar.
E me arrisco a dizer que de zero a dez, eu estou na casa 6. Será que melhoro?
Ontem foi dado a largada e hoje, num passe de mágica, o semestre acaba. O tempo está voando e mal conseguimos colocar em prática tudo o que queremos fazer.
Ate completarmos quinze anos de idade, o tempo leva uma eternidade para passar. Contamos os dias e os minutos para alcançarmos a maioridade.
Logo depois da maioridade, a correria diária nos venda os olhos e mal vemos o tempo passar. Piscou e já somos trintões bem vividos. Nessa altura da vida, constituímos família, criamos os filhos e resolvemos todos os problemas do mundo.
Respiramos e somos quarentões, filhos crescidos, vida estabelecida e começa a hora de curtir. Damos uma volta e já somos os cinquentões, com os filhos criados, objetivos vencidos e a sensação de metade da vida cumprida.
E vamos encerrar por aqui pois ainda não sei como a história termina.
Se avexe não Amanhã pode acontecer tudo, inclusive nada Se avexe não A lagarta rasteja até o dia em que cria asas Se avexe não Que a burrinha da felicidade nunca se atrasa Se avexe não Amanhã ela para na porta da sua casa
Se avexe não Toda caminhada começa no primeiro passo A natureza não tem pressa, segue seu compasso Inexoravelmente chega lá Se avexe não Observe quem vai subindo a ladeira Seja princesa ou seja lavadeira Pra ir mais alto, vai ter que suar
Tem muita gente nesse mundo que não gosta de trabalhar. Sente preguiça e desânimo. Não possui nenhuma ambição ou vontade de crescer na vida.
Acredita que veio ao mundo para deixar o tempo passar, sem objetivos maiores e sem foco no futuro.
Acreditam que o trabalho é uma exploração e que malditos são os exploradores. Acho até que apoiam a revolução comunista em que a receita deva ser dividida igualmente para todos.
Mas, a vida não é assim. O trabalho enobrece as pessoas e possibilita o crescimento e o sucesso delas. Confesso que não tenho tolerância com quem não gosta de trabalhar.
A noite de São João é uma festa típica do Nordeste. Aproveitamos o friozinho do inverno e fazemos uma fogueira para ajudar a esquentar. Fazemos uma porção de comidas gostosas e vamos comemorar.
A mesa fica repleta de guloseimas: bolo de milho, de carimã (eu amo!), de aimpim, canjica, milho assado ou cozido, pamonha e amendoim cozido. Tudo regado a sabores variados de licores.
A música é um convite à dança. O forró é perfeito para dançarmos agarradinhos. E o romance está no ar. As crianças soltam fogos de artifício e traques de massa. E as casas são e efetuadas com bandeirolas.
Ainda me lembro do meu último ano de escola. Estudava feito louca e me dedicava ao meu propósito de entrar para a faculdade de engenharia.
Mas não esquecia em nenhum minuto que aquele era o último ano e queria aproveitar cada segundo. Festas, encontros, risadas e tempo com os amigos.
Hoje vejo a minha caçula passando pelo mesmo momento. Dúvida entre as festas e os amigos e os horários de estudo. Mas sei que ela está fazendo um bom trabalho. É que seu futuro será lindo!
Este mês está um verdadeiro deleite para aqueles que amam as mini férias dos feriadões. Juntou o feriado de Corpus Christi no dia 19 e o feriado nordestino de São João, no dia 24.
Tudo isso envolvido por um fim de semana e dias imprensados, sem nenhuma utilidade, que acabaram enforcados, como diz o povo.
Resumindo, são seis dias de mini férias para curtir com a família ou com amigos. Uns aproveitam para descansar em casa, outros preferem viajar ou cair na farra.
Então, qualquer que seja a escolha vamos aproveitar!
Quando um adolescente finaliza o ensino médio e resolve entrar na faculdade um mundo novo se inicia. E, se esse novo mundo for em uma cidade, estado ou país distante dos pais, se transforma em um mundo mais novo ainda.
Não é porque o jovem completa 18 anos que ele tem capacidade de se jogar ao mundo dos leões e sobreviver. Ainda são muito inexperientes e frágeis para encarar o mundo sozinhos sem o apoio da família.
Muitos ainda não sabem se cuidar, quanto mais mais cuidar de uma casa e das suas próprias vidas. Mas, se não encararem essa dificuldade, quando será o melhor momento?
Vivendo esse dilema se é a hora certa ou não para abrir mão do ninho cheio. Mas de uma coisa eu tenho certeza, estarei sempre perto para apoiar no desenvolvimento das pequenas (não mais pequenas) pelo mundo afora.