Sempre gostei da minha privacidade e de cuidar das minhas coisas com bastante cuidado. Nunca emprestei roupas e acessórios para as amigas pois, sabia que qualquer descuido delas iria afetar a nossa amizade.
Mas, minhas filhas cresceram e, aqui estou eu pagando a minha língua. Nós três calçamos o mesmo número de sapato e, usamos praticamente o mesmo manequim.
O meu armário, que sempre foi só meu, agora está compartilhado e, lá se foi a minha privacidade. Quando vejo nas fotos e postagens delas, estão usando minhas bolsas, sapatos e, até mesmo, roupas.
Quem é multifunção, como eu, sabe bem como é a dificuldade em dar conta de tantas atividades durante o dia. Nem sempre os fins de semana são feitos para o descanso.
Gosto de aproveitar os sábados para colocar a casa do meu jeito. É o dia perfeito para conferir se todas as saboneteiras estão completas, se tem cheirinho de ambiente em todos os cômodos, se os armários estão organizados, se tudo está bem limpo, se a geladeira está limpa e organizada.
Tambem é o dia de conferir as finanças, de organizar os comprovantes de contas pagas e os arquivos de computador, de preparar a agenda da semana seguinte.
Um dos ditados populares que mais demonstram a sabedoria do mundo é exatamente esse: quem não aprende no amor, aprende com a dor.
Vejo pessoas que não conseguiram absorver os ensinamentos dos pais e, quando adultos, precisam “bater a cabeça”, “quebrar a cara”, errar e errar muitas vezes, com sofrimento, até aprender.
O problema é quando essas pessoas resolvem persistir no erro, não aprendem com as experiências vividas ou conselhos recebidos.
O dia de finados nos remete ao passado e às lembranças daqueles que fizeram parte de nossa história e dos nossos corações.
Não vivo me alimentando de lembranças mas, em um dia como o de hoje não podemos deixar de lembrar da minha avó e dos meus avôs (um eu nem conheci), de alguns amigos que partiram muito cedo, de tios e tias que participaram de minha educação.
Não sabemos ao certo o que acontece no pós vida mas, temos as certezas que as lembranças daqueles que passaram pelas nossas vidas são eternas!
Quem acha que ter um cãozinho em casa não dá trabalho está muito enganado. Os Pets são como filhos e merecem todo o carinho e atenção que pudermos dar.
Eu não queria saber de nenhum bichinho de estimação mas, fui vencida pelas minhas filhas e meu marido. Quando eu dei por mim, Bidu já estava aqui em casa e todo apegado a mim.
Se é para cuidar de um cãozinho, tem que ser de corpo e alma, né? Ô cachorrinho que dá trabalho.
Já são quase sete anos de convivência e podemos contabilizar uma pequena fortuna em cirurgia dos olhos, remédios para alergia, banhos, visitas ao veterinário e uma lista interminável de produtos e acessórios.
O bebezinho teve professor particular por mais de um ano para aprender a obedecer aos nossos comandos e a fazer as necessidades em um local determinado.
O banho semanal tem direito a shampoo de criança, hidratação e escovação dos pelos, gravatinha e perfume. As visitas ao veterinário são constantes pois ele precisa retirar o tártaro dos dentes para não ficar de mau hálito e cuidar da pele sensível e rosada de um maltês.
Para completar, o cachorrinho é alérgico e precisa tomar remédio diário para não criar áreas sensíveis na pele.
Eu nem vou falar mais nada para não assustar aqueles que querem ter um cãozinho!
Há os que preferem cerveja, os cervejeiros. Há os que preferem cachaça, os cachaceiros. Há os que preferem champanhe, como eu, somos os champagnheiros!!!!
Hoje, dia 28 de outubro é considerado o dia mundial do champagne. Então, vamos comemorar!
É claro que o champagne tem o seu valor mas, eu não sou tão exigente assim. Para mim, um bom espumante tem o seu lugar. O importante é que seja um bom espumante e seja Brut. O moscatel não faz a minha cabeça. Não gosto de bebida doce.
Quem não lembra do dia em que fizemos as provas do vestibular?
Achei que nunca mais teria a mesma sensação, aquele frio na barriga, medo e nervoso.
É claro que eu não estou me preparando para fazer uma nova faculdade. Sou muito satisfeita com a profissão que escolhi. Mas, vivo a tensão de ter uma filha vestibulanda.
A ansiedade é a mesma, a expectativa, também. Vestibular de filha é como se fosse nosso.
Juro que não consigo entender a curiosidade das pessoas sobre a vida das celebridades. O que a vida financeira e amorosa dos famosos pode nos interessar ou acrescentar em nossas vidas?
São diversas revistas e sites de fofoca que sobrevivem pesquisando a intimidade dos artistas. Expõem os fatos mais cabeludos sem o menor pudor para ganharem visibilidade e audiência.
Sou bem resistente a me interessar pela vida particular de quem não é meu amigo. Se alguém ficou loira, engordou ou foi traída pelo marido, realmente, não me interessa. Procuro pensar que a minha vida não interessa a eles então, porque a vida deles interessaria a mim?