Arquivo | agosto, 2018

Quando me Tornei Invisível

3 ago

Vi esse texto e achei que devia compartilhar com você. É de cortar o coração!

“Já não sei em que datas estamos, nesta casa não há folhinhas, e na minha memória tudo está revolto. As coisas antigas foram desaparecendo.E eu também fui apagando sem que ninguém se desse conta.

Quando a família cresceu, trocaram-me de quarto. Depois, passaram-me para outro menor ainda acompanhada das minhas netas, agora ocupo o anexo, no quintal de trás.

Prometeram-me mudar o vidro partido da janela, mas esqueceram-se. E nas noites, que por ali sopra um ventinho gelado aumentam mais as minhas dores reumáticas.

Um dia à tarde dei conta que a minha voz desapareceu. Quando falo, os meus filhos e netos não me respondem. Conversam sem olhar para mim, como se eu não estivessem com eles. Ás vezes digo algo, acreditando que apreciarão os meus conselhos, mas não me olham, nem me respondem, então retiro-me para o meu canto, antes de terminar a caneca de café. Faço isso para que compreendam que estou triste e para que me venham procurar e me peçam perdão…

Mas ninguém vem . No dia seguinte disse lhes:

– Quando eu morrer, então sim vocês irão sentir a minha falta.

E meu neto perguntou:

– Estás viva avó? ( rindo)

Estive três dias a chorar no meu quarto, até que numa certa manhã, um dos netos entrou para guardar umas coisas velhas. Nem bom dia me deu , foi então que me convenci de que sou invisível.

Uma vez os netos vieram dizer-me que iriamos passear ao campo. Fiquei muito feliz, fazia tanto tempo que não saía!

Fui a primeira a levantar, quis arrumar as coisas com calma, afinal nós velhos somos mais lentos, assim arranjei-me a tempo de não atrasá-los. Em pouco tempo, todos entravam e saíam correndo da casa, atirando bolas e brinquedos para o carro.

Eu já estava pronta e muito alegre, parei na porta e fiquei à espera. Quando se foram embora, compreendi que eu não estava convidada, talvez porque não cabia no carro. Senti que o coração encolhia e o queixo tremia, como alguém que tinha vontade de chorar. Eu os entendo, são jovens, riem, sonham, se abraçam, se beijam e eu e eu…. Antes beijava os meus netos, adorava tê-los nos braços, como se fossem meus. E até cantava canções de embalar que tinha esquecido. Mas um dia…

Um dia a minha neta que acabava de ter um bébé me disse que não era bom que os velhos beijassem os bébés por questões de saúde. Desde então, não me aproximo mais deles, tenho tanto medo de contagia-los! Eu não tenho magoa deles , eu perdoo a todos , porque que culpa têm eles, de que eu tenha me tornado invisível?”

Texto original – ” El dia que me volvi invisible ”

Autora-Silvia Castillejon Peral

Bjs

Nanda

Decoração de casa

2 ago

Quando pensamos em casa nova não imaginamos o trabalhão que teremos pela frente. Para ficar tudo bonito e de acordo com o nosso gosto é preciso muita dedicação.

A decoração de uma casa não se resume à escolha do piso, revestimentos e cor da pintura. Cada detalhe fará parte do nosso dia a dia e, quanto mais de acordo com nossos gostos, melhor.

São tantos os detalhes que a ajuda de um profissional da área pode ajudar bastante. Detalhes do forro de gesso e da iluminação, com certeza, fazem a diferença. Sistema de áudio, vídeo, internet e automação podem parecer frescura mas facilitam a vida e deixam o convívio mais agradável.

Os objetos de decoração, móveis e cortinas são a cereja do bolo. Eles embelezam o ambiente, proporcionam a definição da personalidade da casa e traduzem o estilo de vida dos seus donos.

Não nego que o trabalho é difícil mas, por outro lado, tudo é muito saboroso. Difícil é conciliar com os gostos do marido e encontrar um meio termo para tudo.

Bjs

Nanda

Reunião de escola dos filhos

1 ago

Um grupo de mães se reúne sobre a mediação de um coordenador na escola. Hora de discutir assuntos relacionados à educação dos nossos filhos.

Ouvimos a avaliação quantitativa e, também, qualitativa da turma. Não apenas o desempenho das notas mas, também, sobre o comportamento e disciplina dos adolescentes.

Nem sempre estamos preparadas para ouvir o que ouvimos. Em algumas situações, nos surpreendemos com algumas observações e questionamos se aqueles comentários estão mesmo relacionados aos nossos filhos.

Eu costumo dizer que nós, mães, precisamos abrir as nossas cabeças para as modernidades atuais e acompanhar de perto o comportamento dos jovens, seus costumes e preferências. Só assim podemos entendê-los e ajudá-los a se tornarem adultos melhores.

Bjs

Nanda