Arquivo | março, 2017

Experiência gastronômica 

3 mar

Adoro experimentar novos sabores, variar os restaurantes, testar outros pratos. Já frequentei os mais variados restaurantes, de diversas especialidades e já tive grandes surpresas.

Mas, resolvi experimentar um especialista em comida internacional e molecular. Queria descobrir que tal de comida molecular é essa!

Simplesmente, AMEIIIIIIIII!!!!!!

Fica difícil explicar a concentração de tantos sabores em porções tão pequenas. Fica difícil entender como uma saborosa caipirinha pode estar contida em uma simples bolinha gelatinosa. Ou ainda, como o sabor de uma feijoada pode estar em um simples pãozinho.

Foram gostos, cheiros e sensações que me proporcionou uma noite gastronômica inesquecível. Recomendo a todos que não deixem de ir no Restaurante Poco Tapas em Curitiba. Podem conferir.

Bjs

Nanda

Vamos pegar no tranco

2 mar

Agora é pra valer. Não adianta espernear, gritar, chorar ou fugir. É hora de arregaçar as mangas, ligar os motores e começar a trabalhar.

Chega de férias e feriados, chega de maresia e preguiça. Força, foco e fé e vamos produzir!

O ano começou, o carnaval acabou e a vida continua.vamos trabalhar e suar a camisa pois o país está em crise. Sei que é difícil entrar no ritmo mas, precisamos tentar nem que seja pegando no tranco.

Bjs

Nanda

Resenha do carnaval

1 mar

Nesse ano, novamente, eu não brinquei. Quer dizer, não brinquei todos os dias, como uma foliã tradicional. Mas, fui na rua e consegui observar um pouquinho da folia antes de me retirar para umas mini-férias.

Ficou claro para mim que ninguém precisa mais beber e nem fumar maconha. Que a onda agora é o sorriso de quem se ama, principalmente, se for o sorriso do próprio pai. Será?

Tambem aprendi que a culpa de todos os problemas é do “ismo”. É um verdadeiro perigo o cachacismo, o mulherismo, o sem vergonhismo, o cervegismo, o solteirismo e o baladismo.

Verifiquei que a cura para a dor de cotovelo é botar um batom e uma roupa boa e curtir uma noite de patroa com muito beijo na boca e bem loka, loka, loka.

Tambem percebi que estavam divulgando o manual do sexo em plena avenida. Era um tal de “Me joga na cama, beija minha boca, Tira minha roupa, faz amor comigo e me deixa louca.” Se depois desse modo de fazer tão explicadinho o cara não aprender, não sei não, viu?!

As mulheres estavam com tudo, no comando e no poder. Embriagadas, é verdade, cheias de whisky com amarula ou champagne com tekila. Só não entendi porque o comando era só para as solteiras. Qual o preconceito contra as casadas?

Não me pareceu estranho constatar que ninguém sabia fazer conta e que em uma escala de zero a dez, as pessoas davam cem. Eita povo que precisa estudar, viu?!

No fim, o carnaval foi mesmo das novinhas . Elas sarravam na pista, batiam a bunda no chão, rebolavam sem vergonha, jogavam o corpo pra frente e faziam a batedeira. Era um tal de taco para lá e taco para cá.

Me deu uma saudade de ir atras do trio elétrico ao som do negro toque do agogô, curtindo a baianidade nagô ou de subir a ladeira do Pelô balançando a banda para lá e para cá, ou ainda, de clamar pela maravilha do Egito.

Bjs

Nanda