Estive em um encontro de talentos e pude ver crianças e jovens de todo o Brasil com suas diversas aptidões aguçadas. Cada um com o sonho de se tornar pop star!
Uns querem ser cantores, outros atores, alguns bailarinos, YouTubers, modelos e por aí vai. O mundo da fama exerce um poder sobre os pequenos e, sobre muitos adultos, por causa do glamour que paira sobre ele.
Mas, me pergunto: será que tudo é tão fácil quanto parece? Quem pensa que não precisa de garra, estudo e dedicação está muito enganado. Nada acontece por acaso ou cai do céu.
Não adianta esperar dentro de casa que as coisas aconteçam. Corra atrás, estude, aprimore a linguagem, a comunicação, a expressão corporal, o conhecimento técnico. Conheça pessoas, siga em frente, decida o seu futuro!
Bjs
Nanda
Aprendi que para sermos felizes devemos aceitar as pessoas como elas são, sem criarmos expectativas de mudanças ou comportamentos que nunca existirão.
Taí um dos ditados que mais escutei do meu pai durante essa vida…
Mágoa é um sentimento que não leva ninguém a lugar nenhum. Não alimenta a alma, não eleva o espírito e não ajuda a construir um futuro.
A pontualidade é uma virtude essencial para um bom convívio em sociedade. É a maior demonstração de respeito a outra pessoa.
Fico aqui pensando o que faz uma pessoa mal humorada seguir vivendo. Quem merece conviver com alguém assim?
Vejo um mundo cada vez mais difícil, cheios de caminhos e de competições e as pessoas se torturando para sobreviver dentro dele. A grande diferença é a capacidade que uns têm de ser felizes mesmo quando o momento não é propício, quando a situação financeira não é das melhores ou quando a carga de trabalho beira o insustentável.
Tenho muito cuidado quando resolvo dar um conselho a alguém. Acredito que nem sempre somos bem interpretados. Imaginam que queremos nos intrometer em suas vidas e determinar regras.
Costumo dizer que nossa vida é feita de fases e etapas e que cada uma delas é muito importante para o nosso crescimento como pessoa.
Tem aquele ditado que diz que gosto é que nem “c…”! Cada um tem o seu…