Veraneio é uma palavra que me lembra muito a minha infância. Os três meses de férias escolares eram incríveis é inesquecíveis.
Veraneei em alguns lugares que eram quase desabitados. Passava boa parte das férias em Barra do Serinhaém, um lugar paradisíaco que nem possuía água encanada e muito menos luz elétrica.
Tambem passei férias em Taipus de Fora, quando aquele lugar ainda não era famoso. Longe de tudo, tínhamos que levar todos os mantimentos necessários. Como esquecer o caminhão de meu tio chegando para o verão começar.
Ainda na infância, me recordo da casa de meus pais em Jauá. Eram meses de pura diversão, sol, mar, piscina e muitos amigos.
Ainda mantenho essa prática e estimulo minhas filhas a curtirem o veraneio. Que pena que o deste ano acabou hoje!
As pessoas se dividem em dois tipos: as proativas e as reativas.
Aquelas que são proativas, enxergam o copo meio cheio e se animam com as possibilidades e oportunidades. São cheias de iniciativa e querem vencer os obstáculos que a vida nos impõe.
Já as pessoas reativas, enxergam o copo meio vazio e se enchem de dúvidas quando as dificuldades aparecem. O pessimismo toma conta d pensamento e não conseguem enxergar a luz no fim do túnel.
Como é bom estar cercado de pessoas proativas, com iniciativa de ação, com poder de decisão e um discurso incentivador! A vida já é muito dura para nos cercarmos de gente que nos puxa para baixo, que só enxerga o lado difícil de tudo e não se esmeram para fazer o melhor.
O mundo é capitalista, onde o melhor vencerá. O meu sonho é que as oportunidades sejam para todos e que, cada um possa conseguir as suas vitórias por sua própria conta.
A ajuda ao próximo faz parte da minha vida e o meu objetivo é a minha evolução espiritual. Mas, não podemos confundir a ajuda com o sustento.
O correto é estimular as pessoas para que consigam pescar, tenham vontade de plantar para colher e não só, fazer a colheita. Que valorizem o esforço e o caminho que deve ser percorrido. Afinal de contas, não existe vitória sem sofrimento, não acham?
A mania de perfeição pode nos levar por dois caminhos. Um é aquele onde buscamos a perfeição de uma forma saudável e acreditando que sempre podemos fazer melhor.
O outro caminho é mais dificultoso e, geralmente, perdemos a chance de alcançar. Ou seja, mesmo buscando a perfeição, não olhamos a parte do resultado satisfatório e acreditamos que sempre podemos fazer melhor.
Costumo dizer que, por hoje, basta o bom. E podemos avaliar a nossa capacidade, treinar, tracar novas metas e tentar chegar ao ótimo em outra ocasião.
Não podemos perder a chance de ver o bom trabalho que executamos, sempre pensando em como poderíamos ter feito melhor.
Muita gente não tem noção do poder que a palavra tem. Se fizermos o bom uso delas, temos a força de uma oração e do pensamento positivo em nosso favor.
Com a palavra podemos melhorar o humor de uma pessoa, transformar a vida de alguem, salvar, confortar, acalmar e acalorar os amigos.
Mas, tambem, se as palavras são ditas de forma agressiva, podemos machucar, depreciar e até destruir a autoestima delas
Depois que a palavra é dita, não há retorno. Pode até existir o perdão mas, jamais será esquecida.
Para mim, a perfeição é como a felicidade, ou até mesmo como um pote de ouro no fim do arco íris.
Ou seja, da mesma forma que a felicidade é uma busca diária e um estado de espírito, a perfeição também é.
Não adianta acharmos que somos perfeitos pois, nunca seremos, de fato.
Não adianta achar que só seremos felizes se algo representativo acontecer. A felicidade acontece diariamente, desde o momento em que abrimos os olhos e enxergamos a beleza da vida.
A perfeição acontece da mesma forma, quando fazemos algo legal, quando nos doamos ao máximo, quando nos superamos no nosso propósito. Mesmo que amanhã, possamos fazer bem melhor!