Amo o carnaval. Desde pequena era uma verdadeira foliã. Mas, as prioridades mudam e troco qualquer folia por uma boa viagem ou, até mesmo, uma semaninha de tranquilidade.
Malas prontas, pés na estrada e vou deixar a folia para o próximo ano. Nem o conforto dos camarotes me fizeram mudar de ideia.
Nada de bolhas nos pés, nem de ressaca no dia seguinte. Muito menos atravessar as ruas no meio da multidão. Os sons dos trios ficarão na lembrança e, quem sabe, no próximo carnaval estarei de volta?
Sou daquelas que adoro a casa cheia. Gosto de receber os amigos e fazer com que se sintam em casa. Faço o melhor para que a acolhida seja perfeita.
Sei bem que não existe perfeição em nada, exceto na vida. Mas, procuro fazer com que meus hóspedes se sintam especiais e tenham momentos inesquecíveis.
É claro que desfruto de momentos maravilhosos. Tenho hóspedes maravilhosos! Outros, nem tanto. Alguns espaçosos e extrapolam os limites. Mas, eu coloco sempre os pontos nos “is”.
E antes que perguntem, não estou escrevendo nada de especial para ninguem.
Hoje é comemorado o dia da saudade. Uma palavra que só existe na língua portuguesa e representa a falta que sentimos de algo ou alguém.
Em outras línguas dizemos que estamos sentindo falta mas, em português, conseguimos dizer que estamos com saudade, ou seja, traduzimos o sentimento em uma palavra.
Sinto falta dos meus parentes e amigos queridos que já se foram. Sinto falta de uma época em que não tinha o peso do mundo nas costas. Sinto falta de um país com menos violência.
Sinto falta, em especial, das minhas avós, que já partiram e me deixaram sem o cafuné de vó!
Veraneio é uma palavra que me lembra muito a minha infância. Os três meses de férias escolares eram incríveis é inesquecíveis.
Veraneei em alguns lugares que eram quase desabitados. Passava boa parte das férias em Barra do Serinhaém, um lugar paradisíaco que nem possuía água encanada e muito menos luz elétrica.
Tambem passei férias em Taipus de Fora, quando aquele lugar ainda não era famoso. Longe de tudo, tínhamos que levar todos os mantimentos necessários. Como esquecer o caminhão de meu tio chegando para o verão começar.
Ainda na infância, me recordo da casa de meus pais em Jauá. Eram meses de pura diversão, sol, mar, piscina e muitos amigos.
Ainda mantenho essa prática e estimulo minhas filhas a curtirem o veraneio. Que pena que o deste ano acabou hoje!
As pessoas se dividem em dois tipos: as proativas e as reativas.
Aquelas que são proativas, enxergam o copo meio cheio e se animam com as possibilidades e oportunidades. São cheias de iniciativa e querem vencer os obstáculos que a vida nos impõe.
Já as pessoas reativas, enxergam o copo meio vazio e se enchem de dúvidas quando as dificuldades aparecem. O pessimismo toma conta d pensamento e não conseguem enxergar a luz no fim do túnel.
Como é bom estar cercado de pessoas proativas, com iniciativa de ação, com poder de decisão e um discurso incentivador! A vida já é muito dura para nos cercarmos de gente que nos puxa para baixo, que só enxerga o lado difícil de tudo e não se esmeram para fazer o melhor.
O mundo é capitalista, onde o melhor vencerá. O meu sonho é que as oportunidades sejam para todos e que, cada um possa conseguir as suas vitórias por sua própria conta.
A ajuda ao próximo faz parte da minha vida e o meu objetivo é a minha evolução espiritual. Mas, não podemos confundir a ajuda com o sustento.
O correto é estimular as pessoas para que consigam pescar, tenham vontade de plantar para colher e não só, fazer a colheita. Que valorizem o esforço e o caminho que deve ser percorrido. Afinal de contas, não existe vitória sem sofrimento, não acham?