Pizza de queijo, com tomate e manjericão, massa fina é a minha preferida. E vocês? Qual preferem?
O gosto é unânime e nunca perguntamos se alguém gosta ou não gosta? Geralmente, é a melhor opção para finalizarmos um domingo com chave de ouro.
A pizza se popularizou no Brasil nos anos 50 e caiu no gosto popular. Ingredientes foram adicionados e hoje a uma variedade enorme de possibilidades e sabores.
Não suporto lidar com pessoas que reclamam de tudo ao seu redor. São sempre vitimas e esperam que todos atendam os seus desejos e interesses.
Gente que se acha superior, que acredita que todos estão errados e ele é o único certo, que só se importa com seus interesses e acha que pode tirar vantagem em tudo. Para mim… São seres sem noção.
Principalmente, se essas pessoas só quiserem participar dos louros das ações. Se esquecem que só há louros após muito esforço e dedicação. Quem será que conseguirá ensinar a essas pessoas que reclamar não trará o sucesso?
Existem pessoas que possuem o dom da palavra. Se expressam como se fossem os donos da razão e chegam ao ponto de convencer qualquer um sobre qualquer assunto.
Em muitas ocasiões é bonito de se ver, de ouvir, de refletir. Mas, a depender do conteúdo chega a ser perigoso pois, a capacidade em criar discípulos, repetidores do assunto e sem capacidade de raciocínio. Essas pessoas podem palestrar tanto para o bem quanto para o mal.
Devemos ter muito cuidado com aqueles que falam baixinho, que dominam a palavra e que querem te conhecer a qualquer custo. Esses são os piores!
Hoje venho falar do calmante natural feminino mais eficaz. Para quem quiser deixar uma mulher feliz e serena já sabe o que fazer: presenteá-la com chocolates maravilhosos.
Eu sempre fui uma chocólatra convicta. É muito difícil não encontrar um chocolate em minha bolsa ou gaveta. É a minha fonte de energia mais preciosa.
Confesso que comer uma panela de brigadeiro ainda quente, em um dia chuvoso, é um luxo que me aventuro, de vez em quando.
Definitivamente o mundo está perdendo o glamour. A cada evento que frequento me assusto com a capacidade das pessoas em superar o quesito deselegância.
Quando somos convidados para uma festa, uma cerimônia de formatura ou um casamento devemos cumprir à risca a solicitação do convite e fazer jus a quem preparou a festa com o máximo de dedicação.
É comum vermos pessoas mal vestidas, usando roupas básicas do dia a dia, sandálias rasteiras, vestidos surrados e, geralmente, em tamanho duas vezes menor que a dona.
Não é necessário riqueza, roupas caras ou joias para uma pessoa ser elegante. Mas, o mínimo bom senso é necessário.
Em um mundo onde nem tudo o que vemos é a verdade absoluta, como fica o antigo ditado de São Tomé?
Os dias atuais estão bem complexos para identificarmos o que é verdade e o que não é. A IA está ativa e criando imagens que não são verdadeiras, reproduzindo vozes de gente que já morreu e textos que ninguém escreveu.
E agora São Tomé? Como fica a questão de só vendo para crer se até vendo, não podemos acreditar?!
A Bahia é o estado que demonstra ter maior resistência às dificuldades. E hoje é o dia para comemorar essa super resistência.
O que seria do Brasil se não fosse a independência da Bahia? De que adiantaria um país “livre” se as tropas invasoras ainda estavam por aqui, dominando tudo?
Tivemos o trabalho de expulsar definitivamente os invasores, quase um ano depois do país ser considerado independente. Mas, será que o Brasil sabe disso tão bem quanto os baianos?
O sarcasmo é uma figura de linguagem que consiste em falar o oposto do real significado. Geralmente, com a intenção de criticar ou ridicularizar alguém. Ou seja, é uma ironia só que bem mais ácida.
Precisamos estar bem atentos para captar quando uma pessoa está dizendo o oposto do que realmente quer dizer.
Também é preciso ter muito cuidado para não ser mal interpretado ou ser entendido com agressivo e mal educado.
No tom de brincadeira pode ser bem utilizado para deixar a conversa mais leve. Só não pode ser exagerado para não passar do ponto.
Eu prefiro quando as pessoas são diretas e sem nenhum tipo de sarcasmo. E vocês?
“Todos os anos eu crio metas para alcançar e me avalio trimestralmente para saber se estou no caminho certo.
Este ano eu quero exercitar a virtude da paciência em suas mais variadas formas.
A paciência para o trânsito em filas intermináveis.
A paciência para lidar com pessoas ignorantes.
A paciência para conviver com pessoas em sintonias diferentes.
A paciência para administrar prioridades diferentes no ambiente familiar e no trabalho.
A paciência para entender melhor aqueles que insistem em testar meus limites.
A paciência para evitar discussões desnecessárias e desavenças.
A paciência para contar até 1.000 antes de explodir e conseguir não explodir.
A paciência para entender que as pessoas são diferentes.
A paciência para eu mesma me suportar.
Como será que eu vou me comportar?”
Ou melhor, como será que me comportei? Bem, como todos sabem, sou ariana e a paciência não é o forte do meu signo. Posso garantir que a maturidade me deixou mais tranquila, ops… menos estressada mas, ainda estou anos luz do que gostaria de ser. Esse semestre eu perdi as contas de quantas vezes eu perdi o prumo. Mas a cada situação estressante procurei respirar e me equilibrar novamente. Confesso que o ano está cheio de desafios, maiores do que imaginei mas, tenho certeza que vou superar.
E me arrisco a dizer que de zero a dez, eu estou na casa 6. Será que melhoro?
Ontem foi dado a largada e hoje, num passe de mágica, o semestre acaba. O tempo está voando e mal conseguimos colocar em prática tudo o que queremos fazer.
Ate completarmos quinze anos de idade, o tempo leva uma eternidade para passar. Contamos os dias e os minutos para alcançarmos a maioridade.
Logo depois da maioridade, a correria diária nos venda os olhos e mal vemos o tempo passar. Piscou e já somos trintões bem vividos. Nessa altura da vida, constituímos família, criamos os filhos e resolvemos todos os problemas do mundo.
Respiramos e somos quarentões, filhos crescidos, vida estabelecida e começa a hora de curtir. Damos uma volta e já somos os cinquentões, com os filhos criados, objetivos vencidos e a sensação de metade da vida cumprida.
E vamos encerrar por aqui pois ainda não sei como a história termina.