Por que é tão difícil uma pessoa arcar com as responsabilidades pelos seus atos? Ou assumir as atitudes tomadas em público? Ou, simplesmente, dizer:”fui eu!”?
Eu acho uma coisa tão simples a ser feita, sem nenhum tipo de embaraço ou constrangimento. Assumir algo que fiz é inerente a minha forma de ser.
Desde pequenas ensinei à minhas filhas que elas precisam ser fortes ao assumirem as responsabilidades pelos seus atos. Que não seria nenhuma vergonha em dizer que fizeram algo errado ou alguma bobagem.
Acredito que a nossa consciência deva estar em paz e que possamos dormir sem nenhum tipo de culpa ou remorso.
Gosto de estar com pessoas que querem estar de bem com a vida, que não se intrometem na vida alheia, que não se importam com o que as pessoas pensam delas, e, principalmente, que não fazem fofocas.
Imaginem um ambiente de trabalho onde uma pessoa fala da outra, criando intrigas, inventando situações, gerando um disse me disse sem sentido e criando mal estar.
É verdade que um ambiente com muita gente sempre vai existir alguma treta, alguém que não gosta de outro, algum tipo de falação. Enfim, precisamos evitar a escuta e, principalmente, a repetição. Se não me interessa e não me diz respeito, por que eu preciso repetir?
Se todos pensassem assim, a vida seria muito mais leve e sem complicações.
A Páscoa é um momento de renovação e mudanças. Devemos aproveitar este período e refletir sobre nossas vidas, hábitos e costumes. E o que queremos para o futuro.
Fazendo essa análise podemos traçar objetivos e metas e seguir em um caminho na direção desejada. Tambem temos a oportunidade de corrigir o rumo de nossas vidas e mudar de direção.
Eu desejo que todos tenham tido uma Feliz Páscoa, unidos com a família, definindo seus caminhos e mentalizando um futuro melhor. Vamos nos renovar !
Hoje é aquele dia em que podemos inventar qualquer coisa e deixar as pessoas acreditarem. Tenho certeza que todos já brincaram de primeiro de abril!
Já inventei que estava grávida, que tinha ganhado na loteria, que tinha tirado zero em uma prova, que tinha acabado com o namorado, e assim por diante.
O engraçado é ver a cara de espanto da pessoa que está em nossa frente. Se conseguirmos conter o riso podemos levar o assunto a diante. Mas, eu nunca consegui me conter, caía na risada!
Pessoas indecisas, que não tomam atitude e nem seguram as rédeas de suas vidas me irritam…
Sou uma pessoa bem decidida e sempre soube exatamente o que queria da minha vida. Não costumo ficar em cima do muro ou empurrar com a barriga algo que preciso fazer.
Não consigo entender aquelas pessoas que deixam o tempo passar, que não se preocupam com o amanhã, que não se apressam em resolver os problemas.
Li esse texto no Facebook de um amigo e me identifiquei…
“Cresci vendo uma negra como âncora do Fantástico (Glória Maria).
Cresci vendo um nordestino, um negro, um galã de circo e um caipirinha (Didi, Mussum, Dedé e Zaca) formando um dos maiores grupos de humor do Brasil, os trapalhões, fazendo piadas e críticas ao sistema que hoje jamais seriam aceitas pela sociedade, como homossexualidade e problemas de dependência química com o álcool. Também vi um Grupo heterogêneo como o Casseta e Planeta, que tinha negro, branco e homossexual, fazendo piadas de mesmas temáticas que os trapalhões, serem referência de humor, detalhe, ambos na Globo.
Cresci vendo um travesti participando de todos os programas da família Brasileira sem nenhum problema (Rogeria). Cresci vendo um negro Gay (Jorge Lafond) ser um dos grandes nomes do humor nacional. Cresci vendo uma transexual ser padrão de beleza feminina e capa de revista masculina (Roberta Close).
Cresci vendo um Gay, com roupas não ortodoxas, ser um dos maiores cantores e voz do Brasil (Ney Matogrosso). Aliás, por falar em música, cresci tendo ídolos gays na música, como Cazuza e Renato Russo, fazendo críticas belíssimas ao sistema. Cresci vendo uma banda muito engraçada fazendo musicas zoando tudo que hoje é considerado impróprio, fazendo maior sucesso e criticando, de forma bem humorada essas situações (Mamonas Assassinas).
Quase todos meus ídolos do esporte são negros. Cresci vendo um negro como maior ídolo desse país (Pelé) e uma das figuras mais populares do Mundo.
Testemunhei um cantor gago, ex garçom, se tornar a voz romântica mais famosa desse país (Nelson Gonçalves). Por falar em Nelson, vi um outro, anão, fazer tanto sucesso quanto.
Cresci vendo um negro e um nordestino serem a maior
Referência cultural da MPB (Gil e Caetano).
Eu cresci vendo um homem gordo, zoando sua própria gordura, se tornar o apresentador mais bem pago do país (Faustão).
Cresci vendo um homossexual extremamente requintado, inteligente, em programas de família brasileira ser amado por muitos e ainda ter virado um dos políticos mais bem votados desse país (Clodovil) explicando que a sexualidade é um direito de cada um, e isso não tem nada a ver com o seu valor enquanto Ser humano.
Cresci vendo que a melhor maneira de defender seus direitos é abertamente expressá-los de forma educada e inteligente.
Eu cresci entendendo que preconceitos são estupidez, pois toda a minha formação foi com bons exemplos de representantes de todas as classes, em um país, que normalizou a presença de todos em programas de televisão, aonde tudo era discutido sem nenhum pudor.
Cresci entendendo de verdade o que era liberdade de expressão. Infelizmente, hoje com esse Mimimi da porra, não temos mais liberdade de expressão. Tudo que citei acima seria execrado por essa Nova sociedade chata para cacete!!
Hoje a “resistência” luta contra “monstros” e rótulos que ela mesma criou e tudo tornou-se proibido e preconceituoso.
Geração chata do caralho!!! Queria esse Brasil de volta.
Ah, quase esqueci do Jô Soares, com o seu beijo do Gordo e a incomparável, Escolinha do professor Raimundo, com todas as classes representadas… Gay, evangélica, malandro, marombeiro etc!
E nem conto os apelidos que tive e que me chamavam, nem sou frustrado por esse motivo e não era bullying !
Quem tem filhos crescidos sabe o quanto é importante mantê-los com os pés no chão e focados na vida real.
Gosto de sempre conversar sobre as dificuldades que passei na vida para que eles possam valorizar aquilo que possuem. Costumo mostrar o valor de tudo o que tem para que não se tornem adultos mal acostumados e acomodados.
Recomendo que todos ensinem seus filhos a lutar por aquilo que querem construir, com garra, com gana, com força e determinação nos seus objetivos.
Acredito que a comunicação entre pais e filhos e a mostra da vida real, sem esconder as dificuldades é o melhor caminho para criar filhos mais preparados e estruturados para o futuro.
É triste quando encontramos alguém que não gosta de ler, ou que mal sabe ler, ou ainda, que têm dificuldade de compreensão quando lê.
Acredito que a vida se torna mais limitada, com poucas possibilidades pois, tudo depende da comunicação.
Conheço pessoas que tem preguiça de ler uma simples mensagem, um simples aviso. Que se guiam por palavra chaves e, caem no erro em cumprir a orientação por não ter lido corretamente.
O que fazer com gente assim? Como orientar para que as pessoas leiam com atenção? Como melhorar a comunicação?