Há quem diga que o luxo está no ter, na posse, na exclusividade, no caro. Bolsas e roupas de grife, exclusivas, carros excepcionais e a conta bancária bem recheada.
Mas, o mundo evolui, as coisas mudam e o menos virou mais. As roupas não precisam mais de marcas aos olhos, o relógio não precisa ser daquelas marcas tradicionais e a conta bancária bem recheada não precisa estar em evidência.
O luxo se transformou para um novo patamar. Eu não preciso ter, eu preciso estar. E a diferença consiste em: ter tempo disponível para viver experiências.
Agora, eu posso viajar pelo mundo, sem precisar estar de férias. Eu posso malhar no meio da manhã, almoçar com amigos no meio da semana sem voltar para o trabalho, não ter hora exata para cumprir a rotina. Ou seja, devo ser a dona do meu tempo e disponível para os meus interesses.
Eu fico me perguntando como seria viver no século dezenove, sem a evolução da ciência e as grandes descobertas do mundo.
Não tínhamos os recursos dos exames, dos remédios, da internet, da tecnologia, do entretenimento. Vivíamos uma vida mais pacata, limitada e curta.
O mesmo acontecia com a cultura. Quem conseguia dar a volta ao mundo e conhecer vários países? Ninguém sabia o que estava acontecendo do outro lado do mundo. O conhecimento era limitado e as informações não circulavam.
Hoje, o mundo é vivido no tempo real e a cultura se espalha pelo mundo.
Então, por que não lembrar que hoje é o dia da cultura e da ciência?
Celebrar!!!! Devemos sempre celebrar as nossas vitórias, as nossas conquistas, a realização dos nossos sonhos.
O fato de celebrar uma conquista não quer dizer que sambamos na cara do inimigo, ou que desdenhamos dos menos afortunados, ou que não nos importamos com a situação do povo do nosso país.
Não é nada disso! Apenas não podemos nos intimidar e desistir de usufruir daquilo que conquistamos. Penso assim e vivo assim!
Tem gente que acredita que para ser feliz é preciso ter muito, ser muito é estar rodeado de muito. Mas, o segredo é exatamente o contrário
A beleza está nas coisas mais simples da vida, como por exemplo, admirar o pôr do sol, passar um tempo com os filhos, tomar um sorvete sem compromisso, passar uma tarde no ócio, tomar um banho de mar no meio da semana, e assim por diante.
São ações sem nenhum custo financeiro e que representam muito na felicidade humana.
Outro dia eu recebi a tão esperada notícia de que estava grávida. E ainda não sabia se seria mais uma menina ou um menino… E, claro, o meu mundo ficou eternamente cor de rosa!
Linda, meiga, delicada e hiper, mega, blaster inteligente. Veio pronta a nos testar todo o tempo, com os seus questionamentos e a sua irreverência.
Ela é das artes: canta, dança e cria como ninguem! Está sempre com a pergunta na ponta da língua e o desafio move sua vida.
Ela era a minha pequena e hoje já é mulher!
Desejo que o mundo se renda aos seus pés e você se realize por completo. Bem vinda a sua maioridade, meu amor!
Já tivemos uma vida muito mais tranquila onde não éramos escravos do tempo.
Nos dias de hoje a vida funciona em um modo multifuncional e nunca estamos fazendo apenas uma única atividade. Se estamos malhando, também estamos preparando a agenda do dia mentalmente. Se estamos assistindo um filme, também estamos respondendo mensagens. Se estamos em um encontro com amigos, também estamos respondendo clientes e fechando negócios.
Nada é somente agora, por acaso ou simplesmente um acaso. Tudo é arquitetado para que as vinte e quatro horas do dia sejam mágicas e consigamos resolver tudo o que precisamos.
Ainda lembro, quando o celular não existia, nem a internet… saia do trabalho e o trabalho ficava lá, guardado, esperando até o dia seguinte.
Está para surgir ainda uma bebida que combine tanto comigo. As borbulhas do champanhe combinam com cada evento, com todos os horários e qualquer situação.
Uma taça de espumante fica perfeita no café da manhã, durante o almoço ou no jantar. Serve para brindarmos as alegrias, para comemorarmos as conquistas e até para chorarmos as mágoas.
Hoje é o dia do champanhe e para comemorar, vou estourar uma rolha e beber uma taça do liquido dourado e cheio de borbulhas! Quem me acompanha?
A culpa é algo que nos consome e acaba com a nossa saúde. Precisamos nos libertar de qualquer coisa que tenhamos feito e ainda esteja martelando a nossa cabeça.
Todos os crimes são julgados e recebem a pena para que a pessoa pague por aquilo que fez. E não devem seguir por toda uma vida com a pessoa.
Também não devemos ter culpa por quem somos, pelo que conquistamos, pela forma como vivemos, em função de quem não tem, quem não é, ou quem não vive de forma igual. Devemos ser autênticos e respeitar as nossas essências.
Jamais eu me sentirei culpada pelas dores do mundo, pelos outros, por quem não é como eu sou, por quem não tem o que eu tenho, por quem não vive como eu vivo. Boas ações e ajudas sociais fazem parte do meu cotidiano mas, não posso me sentir com o peso de tudo nas minhas costas.