Mesquinhez

11 abr

  
Se tem uma coisa que me tira do sério é conviver com uma pessoa mesquinha. Não tenho paciência para relevar atitudes pequenas tipo “olho por olho”, “dente por dente” ou “unha por unha”.

Acredito que a vida é feita de situações inusitadas e que, quando menos esperamos, tudo se inverte e passamos a depender de quem sempre dependeu de nós. Por isso, costumo fazer o bem sem olhar a quem e, principalmente, sem quantificar o quanto estou recebendo de volta. 

Na maioria das vezes receberei boas ações e gestos de alguém que menos espero ou quando mais eu preciso. Esse é o lado bom da vida! É você poder ser surpreendido e poder surpreender. É não cobrar por algo que você pode fazer de graça e com o coração.

Para aquelas pessoas que contam o dinheiro no banco, pensam milhões de vezes antes de ajudar o próximo ou “ruminam” um ato de caridade como se aquilo tivesse sido feito por má vontade e por obrigação só merecem a minha piedade. Ainda terão muito a aprender com as mil voltas que a vida costuma dar.

Bjs

Nanda 

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